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domingo

O melhor do pior.



Guarujá seria, para um amigo, a melhor cidade ruim para se morar.
Concordo. Não há melhor lugar onde eu pudesse morar que não Guarujá que me adotou há 22 anos.
Em que pese todo lixo urbano e humano da cidade, olhar esse marzão lindo faz esquecer desse marasmo que os incompetentes administradores, eleitos pelos eleitores idiotas lançaram a cidade desde que cheguei.
Amiga minha montou esse ano uma loja no Guarujá e já aprendeu a reclamar da fraca temporada. É verdade, não será mais possível ganhar na temporada o dinheiro necessário para manter aberta uma loja  o ano todo.
Expliquei para a minha amiga que só tem uma coisa pior do que ter uma loja no Guarujá.
Não ter nenhuma loja.
E assim vamos, os prefeitos mentindo que trabalham, nós mentindo que acreditamos, até que a cidade se torne realmente a pior cidade do estado para se morar e ser comerciante seja pior do que morrer de fome.
Isso é fantasticamente ridículo. Mas é!

terça-feira

Antonieta nomeia e demite marido após engano



Da Redação
Uma nomeação feita pela prefeita de Guarujá Maria Antonieta de Brito causou polêmica na Cidade. No último sábado, o Diário Oficial do Município trouxe o marido dela, Flávio Lopes da Silva, como o novo ouvidor Gerald de Guarujá. Nesta segunda-feira, contudo, a prefeita voltou atrás, alegou ter nomeado o marido por engano e prometeu revogar o ato. 

Questionada se a nomeação do marido não implicaria práticas de nepotismo, a Administração Municipal enviou nota explicando o episódio. 

”A Prefeitura de Guarujá esclarece que, neste início de segundo mandato, está realizando diversas renomeações e novas nomeações para os cargos em comissão e funções gratificadas, conforme exigido pela legislação e de acordo com as edições do Diário Oficial (DO) divulgadas desde o dia 2 de janeiro de 2013. As nomeações iniciais obedecem critérios técnicos e indicações feitas pelas chefias e secretários, com a posterior publicação no DO.”

Acrescenta ainda que “no caso especifico, o servidor Flávio Lopes da Silva, esposo da prefeita Maria Antonieta de Brito, foi indicado pela sua chefia imediata, dentre os diversos outros servidores devidamente nominados nas portarias publicadas no dia 12 de janeiro.”

Na edição do último sábado, foram publicadas 271 portarias no Diário Oficial de Guarujá. Em razão do elevado número de nomeações realizadas nesta data, a prefeita alegou não ter percebido a indicação do seu marido pela chefia imediata e acabou assinando o documento que o tornou ouvidor de Guarujá.

Mas, assim que teve conhecimento do ato, Antonieta determinou sua imediata revogação, com efeitos retroativos, o que será publicado na edição de amanhã do Diário Oficial.

Isso é o depoimento de um assalto, não é uma notícia.


  • SOS GUARUJÁ‏


Para  falecomodono@hotmail.com
Olá 
Meu nome é Macelo, sou de SP e vi o seu ralato e desabafo no site SOS
GUARUJÁ.
Eu e minha família fomos vítimas de um assalto e arrastão no dia 25/12 as
21:40 quando chegavamos em casa no condomínio na enseada próximo ao
Carrefour.
Foi a pior experiência da minha vida estar rendido por um elemento com uma
arma na cabeça, e ver outros 3 marginais abrirem todas as portas do carro e
levarem tudo de valor...uma seção de horror, pânico e terrorismo.
Sou apaixonado pelo Guarujá desde que conheci a muitos anos atraz, e vejo
também essa cidade se deteriorando pela violência.
Na mesma noite que fui assaltado, na mesma rua diversos outros casos
ocorreram da mesma forma de agir dos elementos, e nada foi feito pela
polícia.
Precisamos realmente iniciar uma mobilização pela segurança nessa cidade
antes que vire um morro do Alemão...
No Rio de Janeiro, na favela da rocinha por exemplo, colocarm 80 câmeras em
todas as ruas e tem policiais da GCM monitorando essas imagens 24
horas..qualquer ocorrência é identificada e coibida...além das
UPP's...porque não colocar esses recursos nas favelas e ruas que dão acesso
as mesmas né.
Penso, e peço a ajuda e opinião do Marinho Guzman, que nos lê em cópia, que
temos que agendar uma PASSEATA, e mobilizar moradores e turistas para que as
autoridades enxerguem e tomem uma posição quanto a segurança....vamos fazer
barulho e mnovimento até tomarem uma ação de controle.
Não me lembro até o momento de nenhum movimento nesse sentido...por isso as
autoridades estão conformadas, e a polícia age como se esses assaltos e
assassinatos fossem algo normal que temos que conviver... e não fazem mais
nada.
A segunda feira de carnaval é uma exelente data porque teremos milhares de
pessoas na cidade, se conseguíssemos o apoio da mídia podíamos fomentar essa
idéia, o que acham?
abraços
Marcelo

sábado

Péssimo atendimento da loja O Boticário do Cris Shopping - Guarujá/SP


Guarujá - SP
Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2012 




Gostaria de registrar minha total insatisfação com o péssimo atendimento que recebi hoje em plena véspera de Natal da funcionaria (caixa) da loja O Boticário do Cris Shopping no Guarujá. Como o Shopping estava aberto entrei e passando pela citada loja abri a porta e sem entrar por EDUCAÇÃO falei Boa noite e perguntei se estavam atendendo, pois haviam pessoas dentro da loja, a vendedora não teve tempo de responder pois a funcionaria que estava no caixa saiu do seu posto batendo a porta na minha cara falando apenas "já fechamos". Uma total falta de educação, nada contra a marca, muito pelo contrario sempre fui bem atendido em todas que já passei em todos esses anos que sou cliente. Somente essa colaboradora por total falta de educação não teve o mínimo de respeito e EDUCAÇÃO com um consumidor que buscava apenas uma informação, isso porque tinha comprado nessa mesma loja dois dias antes (dia 21/12).
Em outra loja obtive a informação que precisava, continuarei fiel a essa excelente marca, mas nessa citada loja não passo nem na porta!

Resposta da EmpresaQuinta-feira, 27 de Dezembro de 2012 - 13:24

Oi, Andre!
Como vai?

Seu contato foi muito importante para que tomemos conhecimento de sua opinião e também possamos ser pontuais quanto ao perfil de atendimento que está sendo oferecido na loja.

Todos os seus comentários foram compartilhados com os responsáveis, com o intuito de aprimorarmos o trabalho de nossa equipe. Afinal, desejamos que você tenha os momentos mais agradáveis conosco!

Continuamos à sua disposição e desejamos uma ótima tarde!

Um abraço,
Graziella.

Centro de Relacionamento com o Consumidor O Boticário.
www.boticario.com.br/atendimento/fale-conosco
0800 413011, de segunda a sexta-feira, das 08:00 às 20:00 e, sábados, das 9:00 às 16:00

DOMINGO, 8 DE JANEIRO DE 2012 Caçapa cantada...


Escrito em 08 de janeiro de 2.012 o texto é atualíssimo e mostra que o guarujaense não tem auto estima,não consegue fazer valer seus direitos e que as autoridades não têm vergonha na cara.


Não sei jogar snooker mas já vi alguns jogos e não vale dar uma tacada e acertar a bola em qualquer caçapa. Tem que “cantar” em qual delas a bola vai entrar.
Se encaçapar a branca é suicídio.
Caçapa cantada, no final dessa temporada todos os comerciantes, quiosqueiros, ambulantes, prestadores de serviços, enfim, todo mundo que precisa ganhar dinheiro na temporada vai dizer que essa foi a pior temporada dos últimos anos.
Segundo muitos corretores de imóveis, pouquíssimos apartamentos foram alugados.
Não vai ser diferente dos últimos anos, pelo menos dos últimos dez ou vinte anos.
Claro que alguns puxa-sacos e os jornalecos “vendidos” vão alardear que a temporada de 2.012 foi ótima. Para eles foi mesmo. Depois de atacarem com ou sem razão a atual administração, milagrosamente começaram a achar que agora vai...
Uma análise superficial desses jornalecos vai mostra que um “cala boca” faz mais diferença do que uma boa e ou má administração, do que as obras necessárias, as executadas e as que foram esquecidas.
Alguém já me disse que  nenhum prefeito administrou o Guarujá sem o apoio dos jornalecos. Mesmo que eles não quisessem os jornalecos davam. Ou vendiam...
Mas o assunto é temporada fraca. Não há como dizer que a culpa pela temporada decepcionante é exclusiva da administração, dessa administração ou de um fato isolado.
É a conjugação de fatores que vai da ignorância à incompetência, passando pela indiferença e pela suposição que dá para enganar todo mundo por todo o tempo.
Quando os últimos prefeitos ignoraram o problema das frituras e outras ilegalidades nas praias, achando que não deveriam desgostar os ambulantes, desgostaram milhares de proprietários de imóveis que deixaram de vir ou pelo menos diminuíram a frequência das suas vindas ao Guarujá.
Quando os últimos prefeitos ignoraram as regras básicas de higiene e não obrigaram os condomínios e comerciantes a colocarem seus lixos apropriadamente e na hora certa nas portas, incentivaram hordas de catadores de latinhas a desmontarem sacos frágeis e espalharem o lixo nas calçadas. Outros tantos milhares de frequentadores não deixaram de observar que uma cidade que não cuida apropriadamente do seu lixo e varre o lixo para baixo do tapete pode estar escondendo muito mais coisas.
E os moradores e frequentadores que percebem a falta dos banheiros, sejam físicos ou químicos... onde será que eles pensam que o vizinho da barraca, do quiosque e que come todas as porcarias que se vende na praia estão fazendo as suas necessidades fisiológicas? Quem já foi atingido por um desses “troços” dificilmente leva uma boa lembrança ou volta à cidade.
Quando o som estridente das buzinas e dos alto falantes dos carros incomodam milhares de pessoas nas suas casas e apartamentos, a gente não fica pensando que tem que aguentar isso porque é temporada. Pensa que paga uma fortuna de IPTU e condomínio e que para ter esse tipo de “descanso” é melhor procurar outro lugar.
Quando os visitantes, ou seus filhos, foram assaltados por trombadinhas na avenida da praia ou ruas próximas, não pensem que ele ficou analisando se a segurança é uma questão do estado e não da prefeitura, se é problema da polícia militar, civil ou da guarda municipal.
Uma grande parte deles preferiu passar suas férias em outra cidade. E o que pode ter sido pior, propagou a notícia, verdadeira ou falsa, de que Guarujá não é uma cidade segura. Mais alguns milhares deixaram, por cautela de virem aqui.
Uma das unanimidades sobre o Guarujá é a beleza das suas praias. Isso quando a gente pode ver a praia ou quando não tem algum monumento ao mau gosto impedindo que a gente as veja.
Estou falando das barracas imundas, dos quiosques desleixados, sujos e sem banheiros e dos quiosques de sorvete, esses que transformaram a avenida de todas as praias de propaganda gratuita das multinacionais que repetem exaustivamente seu nome e não se preocupam com a qualidade. Esses quiosques de fibra de vidro vendem mais refrigerantes, salgados e cerveja do que sorvete propriamente dito. E isso é culpa da atual administração porque no mínimo isso ela já poderia ter resolvido. 
Pela lógica, todo mundo vendendo de tudo só pode querer dizer que poucos vão ganhar o suficiente. Aí tem que colocar música ao vivo e na pior das hipóteses vender drogas.
Ninguém é ingênuo a ponto de achar que todos os políticos no Brasil são honestos ou desonestos.  Cada um tem seu pecado, grande ou pequeno, já descoberto ou não. Mas políticos experientes não deveriam vender a honra da cidade a troco de deixá-la feia e desagradável.
Com tantas maneiras escusas e menos aparentes, licitações, precatórios e outros roubos financeiros, alguns políticos no passado preferiram trocar por votos as autorizações ilegais para ambulantes, quiosques e todas as outras mazelas que se conhece.
Até o momento a atual administração não corrigiu esses desmandos, permitindo pensar que será mais uma a seguir a mesma escola. Escola péssima, resultado desastroso. Da morte ao ostracismo passando pela cadeia.
Finalizando. A temporada vai ser péssima! O resultado aparente está nas fotos e textos do www.sosguaruja.com e os resultados ocultos serão conhecidos pela história, que já condenou outros administradores que o Guarujá teve por conta da ignorância dos seus eleitores e por pensarem que dá para enganar todo mundo por todo o tempo.
A tacada foi dada e nem vai ser preciso cantar a caçapa. 
Vai ser outro suicídio! 

quinta-feira

Carnaval com o dinheiro público


A promotora de Justiça Leida Diniz de Teresina no Piauí encaminhou, na quarta-feira, uma recomendação à Prefeitura daquela cidade, proibindo a destinação de recursos públicos para o Carnaval 2013. Para ela, o Estado democrático agoniza diante da insensibilidade de governantes que não conferem validade aos princípios de legalidade e moralidade, preferindo jogar fora os recursos públicos, esquecendo-se do interesse público acima citado.
Isso deveria ser feito em todos os municípios do Brasil e o não cumprimento da recomendação punido como malversação do dinheiro público.
Não há que se falar que o carnaval não será feito, que não será uma grande festa e que deixará de trazer diversão e alegria para o povo por não ser patrocinado pelas prefeituras ou pelos estados.
A iniciativa privada quando chamada para organizar espetáculos de qualquer natureza, sejam jogos de futebol, competições automobilísticas e shows de cantores e bandas não só promove com sucesso como ainda obtém lucro.
É certo, que todo e  qualquer dinheiro público usado no carnaval é mal usado e acaba beneficiando sem concorrência, as figurinhas carimbadas de sempre, muitas vezes ligadas a setores pouco ortodoxos da sociedade.
Enquanto postos de saúde têm falta de médicos, de leitos, de remédios, equipamento essencial desativado por falta de manutenção, tudo isso exatamente pela falta de dinheiro, Guarujá gastou no carnaval de 2.012, segundo as estimativas mais otimistas cerca de treze milhões de reais com a montagem de arquibancadas, fornecimento de alimentos e patrocínio para diversas entidades, a maioria criada exclusivamente para esse fim.
Se somados os gastos com as festas juninas, os shows promovidos pela Prefeitura Municipal do Guarujá e o dinheiro gasto com a propaganda para divulgação das parcas obras, Guarujá poderia ter fornecido mais do que pão e circo e não teria atirado seus munícipes mais carentes na arena dos desesperados à sanha dos leões.

quarta-feira

Carnaval no Guarujá.

O carnaval é uma festa pública originária da Grécia de meados de 600 a 520 a.C.
Por incrível que pareça, passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 520 d.C. como “adeus à carne” daí o nome “carne vale”.
O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.
A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.
De um tempo para cá, principalmente no Brasil, o carnaval é muito mais lembrado como Sodoma e Gomorra, pelos excessos sexuais e etílicos. E nem se fale de adeus à carne porque o que mais se vê são churrascos antes, durante e depois da festa, o que custa aos cofres  públicos um dinheiro que não existe para contratar médicos, aparelhar hospitais e minorar o sofrimento da maioria daqueles foliões que gastam grande parte dos salários de muitos meses para aparecerem como pequenos pontos coloridos nos desfiles das escolas de samba.
O carnaval está mais para circo do que para festa, pelo tamanho da palhaçada que os administradores do dinheiro público fazem.
Há verbas de todos os tipos, com todos os nomes e sempre para os mesmos bolsos. Não se vê gente séria envolvida com essa palhaçada porque se era ou foi sério algum dia deixa de sê-lo quando alguém é homenageado, agraciado, paparicado ou qualquer outro nome que se dê a tamanha insuflação do ego.
Nos próximos dias vamos ler no Diário Oficial do Município o tamanho das verbas destinadas ao carnaval e os gastos com a montagem dos palanques. Os mesmos palanques usados para as campanhas eleitorais, os mesmos cabos eleitorais, os mesmos foliões com o dinheiro público.
E os hospitais? Bem isso é para nós, os palhaços de sempre!
Isso é fantástico!

Quem semeia ventos colhe tempestades. Guarujá vai colher esse ano o que vem semeando há muitos.



Chove e chove muito na cidade.
As ruas estão alagadas por causa do lixo que entope os bueiros, causando congestionamento nas ruas que só comportam engarrafamento de um carro. A infeliz permissão de estacionar dos dois lados da rua permite a ocupação dois terços da via transitável.
Alguns perguntarão onde estacionar tantos veículos? E eu respondo, nos estacionamentos que estão vazios porque o turista ou veranista prefere deixar na rua, onde não paga, do que deixar nos estacionamentos regularmente estabelecidos que geram empregos e impostos.
Os comerciantes já perceberam que essa temporada será a pior dos últimos anos.  Os sobreviventes estão contabilizando vendas mais de cinquenta por cento inferiores ao ano passado, que já foi muito ruim.
Já falei do shopping de verão do Hotel Casa Grande. Fiasco seria uma palavra muito boa para adjetivar o desastre completo daquele que já foi um templo de consumo e do bom gosto.
A denominada Feirinha Hippie da Praia de Pitangueiras tem muita gente, mas não vende nada. Resistiu à onda de se transformar em um monte de lojinhas de roupas de mau gosto, péssima qualidade e procedência duvidosa, como a das Astúrias, que já mudou de nome e nem usa mais a palavra artesanato.
Lá, os boxes que também são cedidos a permissionários pela prefeitura (sabe-se lá com que critério), foram alugados ou vendidos a pequenos comerciantes que vendem de tudo um pouco. Isso mesmo, um pouco. Tão pouco que a lei da oferta e da procura vai se encarregando de fazer a justiça que a fiscalização faz vistas grossas. Vão vender tão pouco e com pequena lucratividade e tanta concorrência, que mal vai dar para pagar o aluguel para os donos espertalhões e as funcionárias.
Os restaurantes do Guarujá têm melhor sorte. Estão sempre cheios e vão faturar o suficiente para arcar com os custos depois da temporada. Lucro de verdade que é bom, como havia antigamente, onde se ganhava dinheiro para trocar de carro e até mesmo comprar uma propriedade nunca mais. Um deles ficou famosíssimo na mídia nacional  esse ano porque seu proprietário matou o cliente pela grande diferença de R$7,00 na conta.
O s postos de saúde e hospitais também não vão se queixar da falta de pacientes. Dengue, diarreia, intoxicação alimentar, lesões corporais e tiros vão deixar esses locais sempre lotados.
Com muitas reclamações e com contas milionárias a serem pagas pelos proprietários de imóveis, que não têm nada com isso, e que serão chamados a cobrir os grandes rombos com o dinheiro do IPTU.
E os fogos, as bandas e o carnaval? Deveriam ser terminantemente proibidos com dinheiro publico.
A prefeitura que quisesse fazer festa deveria buscar apoio das empresas que faturam barbaridade e levam o dinheiro embora, a saber, as cervejeiras, os vendedores de água, sucos, coco etc.
E os quiosques? Esse é um assunto que eu gosto sempre de abordar porque parece milagre. Multiplicam-se a cada ano, produzem lixo e nem sequer se dão ao luxo de embalar corretamente. De um tempo para cá fizeram banheiros e duchas para vender banho e sabe-se lá onde despejam essa água e esses dejetos. Alguns falam do número de empregos que geram, mas eu gostaria de ver o livro de registro de empregados e as carteiras de trabalho. Uma mentirada descarada que só não termina no Ministério do Trabalho porque essas pessoas, muitas delas menores, têm medo e pouco conhecimento dos seus direitos.
Assunto vasto, a temporada de 2.013 vai ser rápida e dolorida. Muitos já avaliam seus prejuízos e contam que a temporada de verdade só vai do dia 28 de dezembro a 6 de janeiro.
A chuva que caiu nesses dias não deu para lavar a égua, como se diz mas vai servir para levar muita gente para o buraco.
Já ia me esquecendo da falta dos banheiros públicos. Nem mesmo os químicos foram colocados. Sem banheiros, todos os frequentadores do Guarujá vão ter de ver de perto a merda que está a cidade e optar por fazer as suas merdas nas próprias casas ou no mar.
Isso é fantástico!

segunda-feira

Enviei essa carta ao Jornal A Estância do Guarujá na edição no. 3.374. página 2- De 7 de dezembro a 20 de dezembro de 1.991.



Senhor Redator: Residimos no Guarujá, eu e minha mulher, e em recentes conversas com amigos, temos verificado a unanimidade das opiniões quanto ao descaso das autoridades em relação à cidade.
As ruas estão sujas, esburacadas, os bueiros entupidos, lixo amontoado nas esquinas, principalmente aqui na Praia da Enseada.
Raríssimos cestos para lixo com buracos imensos espalham pedras pela praia e pela rua.
Copos de papel, garrafas descartáveis. latas de cerveja e refrigerantes pela rua,principalmente em frente aos restaurantes O Posto,Dati,Luau e outros.
Bares e padarias imundos, como os situados na Estrada do Pernambuco, deixam o lixo amontoado em suas portas, ou o que é pior, jogam em terrenos baldios sem muros e sem calçamento, com mato de metros de altura.
E os turistas de um dia, Senhor Redator. Ninguém quer tirar o direito de quem quer que seja passar um dia na praia. Mas é preciso que esses turistas tenham respeito e que tenham infraestrutura, tal como banheiros, chuveiros e estacionamento.
Não é o que ocorre. Eles fazem pic-nic na praia, jogam restos na rua e fazem suas necessidades no mar. Note bem Senhor, não estou falando do Perequê, estou falando da Praia da Enseada, Praia de Pitangueiras, Astúrias etc.
Nós que moramos no Guarujá e pagamos caros impostos queremos uma resposta das autoridades. Onde está o nosso dinheiro e exigimos o mínimo: respeito, segurança, limpeza e manutenção das ruas, calçadas e praias.
Senhor Redator: Guarujá sempre foi considerada uma das cidades balneárias mais bonitas do país. Hoje só os cegos não veem a sujeira da cidade.
Não se pode permitir o acesso ao turista onde não há infra-estutura. Em anos passados os ônibus eram proibidos de estacionar ou deixar passageiros fora do terminal turístico. Hoje, nem na Avenida Miguel Stefno, na Praia das Tartarugas, existem dois campings e estacionamento para ônibus, sem vestiários, banheiros, restaurantes dignos para a classe menos favorecida. Que ninguém nos diga que esses turistas de um dia irão almoçar no Ruffino, no Il Faro ou no Timoneiro!
Senhor Redator, imagine uma casa na Península, onde as mais baratas passam de um milhão de dólares, sendo importunados pelo barulho infernal dos Jet-skis. E eu não estou falando de um barulho normal. Estou me referindo aos “envenenados” mini veículos sem escapamento.
Ao ler inclusive na sua conceituada publicação que as autoridades estão tentando organizar a pratica, só posso dizer que todos estão coniventes com a irregularidade que é permitir que pessoas não habilitadas dirijam veículos motorizados.
Isso é proibido! Os veículos, pelo regulamento da Capitania dos Portos só podem ser conduzidos por maiores de idade com habilitação.
Por esses motivos, senhor, quero expressar a minha tristeza com aqueles que só se preocupam co politicagem e abandonam nossa cidade e seus cidadãos. Mario Guzman- Guarujá.

Resposta do Editor: O Mário anda, realmente bastante chateado.

Publiquei esse texto em 21 de janeiro de 2008. Incrível, continua atual!




AQUI NÃO!!!!

O que se viu nessa temporada de 2.008 no Guarujá, além das costumeiras queixas "demais", foi gente “de menos”.
Não posso falar que foi a metade, nem ninguém vai falar que foi o dobro. Ninguém contou! Como a lua, o que não cresce, diminui.
Eu não tenho obrigação de fazer pesquisas, contar gente, nem elaborar estatísticas.
O governo sim! Mas governante está preocupado só com a arrecadação, para não dizer que os maus governantes têm de continuamente apagar os incêndios que a oposição semeia.
Uns sérios, outros menos sérios. Mas todas graves denúncias, que levam a escândalos de todos os tipos.
Não é preciso ser oposição (eu não sou) para dizer que, mercê da incompetência das nossas sucessivas administrações, o Guarujá está cada vez mais feio. Mais feio e mais cheio de pobres. Aviso a todos que o problema não é não gostar ou não de pobre, o problema é que eu, nem ninguém, gosta de ser pobre.
Minto, político gosta de pobre, porque pobre está sempre precisando de favor e esmola e pronto para vender barato seu voto desqualificado.
Mas o Guarujá está ficando pobre.
Os comerciantes do Guarujá estão ficando pobres.
E comerciante do Guarujá é pior que pobre. Nem favor ou socorro sabe pedir.
Ricas estão ficando as grandes redes como as Casas Bahia, os Supermercados da Rede Pão de Açúcar, as redes de farmácia.
Esses ganham o dinheiro aqui e levam de helicóptero e jatinho o lucro para Trancoso.
Não há mais açougues, padarias, papelarias e outros pequenos comércios que sustentaram as famílias que fizeram o Guarujá.
Li recentemente mais um desabafo dos poucos que chegam à imprensa, de um comerciante que ainda tem um fio de voz para reclamar da concorrência desleal dos shoppings de verão e da vergonha que é o loteamento das praias e das praças.
Dizia ele que a Associação Comercial do Guarujá deveria lutar pelos comerciantes radicados na cidade. Para quem não sabe, Guarujá tem uma Associação Comercial, mas desafio que ela mostre as reclamações que faz aos poderes constituídos a favor de seus associados.
O título “Aqui não!” é ideia antiga de que os problemas sociais devem, sim, ser discutidos.
Mas não na avenida da praia, não expondo os pobres de todas as demais cidades desfilando na outrora Pérola, na passarela da cidade.
Todas as reivindicações de comerciantes, turistas, veranistas e moradores são respondidos com desculpas de problemas crônicos da nossa economia e problemas sociais.
Esses problemas estão levando nossa cidade a ser a passarela dos pobres, sem teto e abandonados.
Pelo amor de Deus! Na avenida da praia?
Aqui não!

O prestígio de um lugar é como a lua. Quando não cresce, necessariamente diminui.

Só posso falar do Guarujá a partir de 1.970, ano em que comecei a frequentar a cidade como turista de um dia, já que o apartamento da família era em Santos.
Tenho amigos que conheceram a cidade bem antes disso e a alegria daquelas lembranças contrasta com a tristeza de ver a cidade no estado em que se encontra. Alegrias e tristezas maiores que as minhas.
A única ligação da Ilha de Santo Amaro era a balsa e fazendo aquele trajeto sacolejante, de ida e volta, em cima de uma Honda 750 cc. eu me sentia um desbravador.
Andávamos sempre em pequenos grupos de quatro ou cinco, acompanhados de garotas que pretendiam demonstrar sua parte de rebeldia acompanhando os raros e tresloucados motociclistas.Os motoqueiros eram tão poucos e não raro as mais bonitas já tinham namorado com quase todos.
Com exíguos biquínis de cortininha, aqueles que podiam ficar maiores ou menores, de acordo com a ocasião, elas quase sempre prometiam mais do que acabavam dando.
Em ambos os lados a Avenida Adhemar de Barros existiam grandes terrenos vazios e ao chegar à Praia de Pitangueiras a gente tinha a impressão de que se ali não fosse o paraíso era o mais próximo que se poderia chegar.
Mas não parávamos em Pitangueiras porque ali era grande a vigilância dos pais sobre as garotas que pegavam praia em frente aos seus prédios.Seus biquínis eram pequenos mas a vigilância dos pais era feroz.
Nosso destino era a Praia de Pernambuco.
Lá, as garotas santistas mais ousadas fugiam das areias escuras da praia de Itararé, José Menino e Gonzaga e depois de duas ou três caipirinhas especiais do Hotel Jequiti elas estavam sempre dispostas a montar nas motos sem discutir qual seria o destino.Ninguém falava em poluição, praia imprópria ou camisinha.
Nessa época pré-aids o que contava eram as pílulas anticoncepcionais e o risco de uma visita a uma das clínicas clandestinas de aborto que todo mundo conhecia, sendo a mais famosa delas na Rua João Moura em São Paulo, propriedade de um médico perito criminal da polícia. Guarujá era um sonho para nós.
Ninguém tinha apartamento por aqui, contentávamo-nos em passar o dia e voltar a Santos para as noitadas no Clube da Orla, no Ilha Porchat, no Juá ou simplesmente trocando de garotas sempre que possível.
Nessa época o Hotel Casa Grande era o lugar mais badalado para se hospedar. Quando eu desejava impressionar alguma garota mais difícil, convidá-la para o fim de semana no Casa Grande era a última tentativa, a palavra-chave, a certeza de não errar.
Quarenta anos se passaram e o glamour que todos nós conhecemos transformou-se num amontoado de lixo em cada porta, um bando de moleques pedindo esmolas em cada esquina, praias impróprias e favelas.
Muitas favelas e muita bandidagem.
Tomaram conta de tal maneira da cidade que fizeram dos prédios verdadeiras gaiolas com grades.
As grandes casas da Enseada e do jardim Virgínia colocaram muros altos nas suas portas o que não impediu que perdessem muito do seu valor, porque para entrar ou sair desses muros, não há sistema de segurança que impeça roubos e mortes.
Em um ou outro condomínio fechado há a aparência de segurança.
A peso de ouro empresas privadas prometem o que nem sempre conseguem garantir.
Ainda é possível ver de vez em quando, carros lindos e caros, motos potentes, e gente bonita.
Alguns ainda mantém a esperança de que a cidade possa se recuperar de quarenta anos de maus tratos e voltar a ter glamour.
Eu não.

domingo

Chovendo no molhado.



Basta chover para que muitas ruas do Guarujá fiquem alagadas impedindo a passagem de veículos.
Isso paralisa o trânsito e os motoristas temerosos dos estragos que a água pode causar nos veículos, com o perigo dos assaltos que aumentam nessas condições, buzinam freneticamente, tirando o sossego de milhares de pessoas que teoricamente estão nos seus apartamentos para descansar.
Os espertos da prefeitura apressam-se a divulgar que já reclamaram com a Sabesp, com o Governador e com o Bispo e que isso é culpa das administrações passadas.
Não dá para aceitar desculpas, mas perguntar por que a atual administração não faz a lição de casa, fiscalizando a colocação do lixo por parte dos comerciantes e moradores na hora certa, em containers adequados e obriga a empresa contratada a cumprir o horário de coleta.
Grande parte dos alagamentos poderiam ser evitados se o lixo não fosse espalhado pela chuva entupindo as bocas de lobo e os canais de drenagem dessa água.
A legislação prevê coleta especial, bem como a manutenção desse lixo em câmaras frigoríficas especiais para estabelecimentos como restaurantes e shoppings. Tudo isso é simplesmente ignorado.
Outro problema grave com a coleta de lixo é a falta de locais apropriados para que os caminhões estacionem na hora de retirar o lixo.
A inexistência de baias e da regulamentação de horário de estacionamento, obriga os caminhões a pararem no meio das ruas enquanto o lixo é recolhido. Isso gera engarrafamentos, buzinaço e desinteligência entre os lixeiros, motoristas e transeuntes, que se veem colocados numa verdadeira praça de guerra.
Para essas providencias não seria necessário senão vontade, competência e fiscalização, coisas que não existem nessa  administração, o que demonstra que a incapacidade e a falta de vontade são fatores tão importantes como a falta das obras que poderiam minorar esses alagamentos.
Falta das obras que não foram feitas pela falta do dinheiro que foi mal utilizado pelas ultimas administrações, que preferem culpar o Papa, reclamar para o Bispo e oficializar a SABESP, fazendo com que todos os frequentadores do Guarujá tenham mais uma oportunidade para falar mal da cidade.

Isso é fantástico!

O Hotel Casa Grande, o Shopping de Verão e o final melancólico das coisa que não são tratadas com a devida seriedade.



Quem passar pelo Shopping do Hotel Casa Grande poderá ver os estragos que a má fama do Guarujá fez e a cara de derrotados dos que arriscaram a apostar que um belo passado resistisse às más administrações que transformaram a cidade em cemitério de empreendimentos.
O fracasso do Shopping do Casa Grande será um dos muitos da temporada.
Aberto por volta de 1.999 sob o comando de João Dória Jr. o Shopping de verão levou milhares de pessoas para visitar e comprar artigos de qualidade a preços considerados accessíveis, por quem está acostumado a comprar artigos de qualidade e de grifes famosas.
João Dória abandonou o empreendimento dois ou três anos depois e dedicou-se a coisas sérias, de qualidade, com gente que está acostumada a apostar e fazer sucesso sendo sério, condição fundamental para o futuro de qualquer empreendimento.
Ano após ano o número de visitantes diminuiu drasticamente e eu duvidava que eles conseguissem alugar todos os espaços esse ano.
Acertei, há várias lojas fechadas emprestando uma aparência ainda mais lúgubre ao local.
Nos últimos três dias tive o cuidado de ir até lá para constatar que a chuva que inunda as ruas da cidade já afogou os lojistas incautos que se arriscaram a montar  lojas e esperar polpudo faturamento, para poder pagar um aluguel que deve estar próximo dos quarenta mil reais pela temporada de quarenta e poucos dias que pretende ficar aberto.
O Shopping do Hotel Casa Grande foi criado para ser assunto que justificasse a mídia em torno de marcas famosas. João fez uma mídia monumental em torno do fato, levou nomes conhecidíssimos dos famosos de todas as áreas e todo mundo ganhou muito com isso, especialmente o Guarujá.
Hoje não há mais marcas famosas no Shopping do Casa Grande e seu movimento está muito aquém do esperado, certamente muito menor do que o famigerado Russi, o Village, a Rua Argentina que vendem artigos de qualidade menor e procedências duvidáveis.
Isso não quer dizer que esses shoppings consigam atingir seus objetivos e falarei disso antes do término da temporada.
Já faz alguns anos que a “inteligência” do Guarujá deixou de alardear o sucesso das temporadas. Agora se preocupa em não deixar que as notícias muito ruins apareçam na imprensa local.

Isso é Fantástico!

quinta-feira

Falta de policiamento e sujeira no Guarujá


From: renatadalmaso@hotmail.com
To: falecomodono@hotmail.com
Subject: falta de policiamento e limpeza
Date: Thu, 3 Jan 2013 17:09:21 -0200

Prezados Senhores
 
Tenho 47 anos e frequento o Guarujá desde que nasci. Vi essa cidade crescer e por isso estou triste e indignada com o abandono da mesma. Não vejo policiamento nas ruas como antigamente, nem latões de lixo nas praias. Arrastões e assaltos estão cada vez mais frequentes. É facil culpar as pessoas pela falta de atenção e cuidado, mas onde está nossa proteção? Tenho alertado sempre as pessoas para que não saiam com joias, relógios , celulares, mas não vejo uma policia na rua. No máximo um ou dois policiais perto do shopping La Plage. Estamos ficando reféns dos bandidos e se não fizerem nada a coisa só tende a piorar.O IPTU é muito mais caro do que em SP. Pra onde vai tudo que é arrecadado?
Peço as autoridades competentes que tomem providencia com urgência.
 
Obrigada
 
Renata
 

Seguranças à paisana escoltam turistas no Guarujá (SP)


03/01/2013 - 06h00


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NATÁLIA CANCIAN
ENVIADA ESPECIAL AO LITORAL

Assim que se aproxima do final da rodovia Cônego Domênico Rangoni (Piaçaguera-Guarujá) em direção ao litoral, o turista aciona um número ao telefone.
Minutos depois, seguranças à paisana começam a segui-lo, de carro, por cerca de 3 km, até uma das avenidas próximas à praia.
Condomínios de luxo no Guarujá estão criando sistemas de informações de trânsito e de escolta a veranistas que querem aproveitar a temporada perto do mar.
No Jardim Acapulco, na praia de Pernambuco, que tem 1.500 casas, o esquema começou após o Natal e continua nesta semana. A ideia é prevenir roubos nas principais vias de acesso à cidade.
"As pessoas estavam deixando de vir por medo de assalto", conta a publicitária Gisele Nascimento, 28, uma das moradoras do conjunto.
Em menos de 15 dias, ela teve o pai e dois amigos roubados em pontos de chegada e saída do Guarujá.
"A cidade está extremamente violenta", diz. "Meu pai estava no carro indo para São Paulo e foi parado por três homens armados. Levaram tudo", conta Gisele.
Segundo o gerente de segurança Luiz Cláudio Venâncio Alves, o grande número de relatos de roubos motivou a adoção do sistema, que funciona por 24 horas.
Antes de se aproximarem da rodovia, os visitantes ligam para a equipe de plantão do condomínio, passam informações sobre o carro e recebem dados a respeito do trânsito e da segurança.
"Depois que colocamos as equipes, não ocorreram mais casos de assaltos", diz o gerente de segurança.
Ao todo, 12 seguranças atuam na operação, escondidos em pontos estratégicos.
Por questões de segurança, a empresa que presta o serviço ao condomínio não permitiu que a Folha fotografasse a escolta oferecida a seus clientes.
Moradores dizem aprovar a iniciativa. "Meu irmão levou uma pedrada no para-brisa. Vi muita gente sendo assaltada lá", conta o aposentado Germano Rocha, 64, que saiu de São Paulo para passar a temporada no Guarujá.
De acordo com o chefe da equipe de seguranças que atua na operação, que pede para não ser identificado, ao menos 50 moradores já fizeram uso do serviço.
'PARECE FILME'
Policiais militares também monitoram a área, repleta de mato e cortada por uma favela. Um dos PMs confirmou dificuldades no policiamento. "Eles [ladrões] vêm por todo lado. Parece filme", diz o policial, que pede anonimato.
Na base e na companhia da PM que cuidam do policiamento na região da escolta, nenhum responsável se dispôs a falar com a reportagem.
Outros condomínios também adotam medidas. Na praia de Iporanga, o condomínio fornece carro para ronda do portal de entrada até a balsa. O serviço ocorre todas as noites, das 19h às 6h.
"Ajuda muito no dia a dia. O ladrão, quando é vigiado, não rouba", diz o aposentado José da Costa, 76, que passa a temporada no local.-