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segunda-feira

Vai comprar no Ponto Frio? Não confie no prazo de entrega.Os funcionários mentem descaradamente e se você não receber não tem como reclamar

O Ponto Frio do Guarujá não cumpre o Código do Consumidor

Ao comprar essa poltrona perguntei o prazo de entrega e a vendedora disse que era de 5 a sete dias. Paguei no caixa em dinheiro e recebi os documentos abaixo.Imediatamente verifiquei que o prazo de entrega não constava na nota e reclamei com a vendedora e com o gerente. A resposta foi que eles não colocam o prazo e que só consta no sistema.Senti o cheiro da trambicagem e postei aqui o documento fornecido.Dito e feito hoje reclamei da falta de entrega e a vendedora me informou que iria demorar mais uns quinze dias.Telefonei ao PROCON e fui informado que se não consta o prazo de entrega a loja tem 30 dias para entregar bens móveis.

Logo depois recebi um telefonema da vendedora da loja que se eu quisesse poderia ir buscar o dinheiro na loja.
Ora!!! Está faltando seriedade no Ponto Frio. É bom que todos saibam que se não constar  o prazo ele fica sendo 30 dias...Bem...já estou providenciando o vídeo igual ao cara que reclamou da Brastemp e que foi apresentado em todos os jornais.Milhares de pessoas saberão que o Ponto Frio usa desse expediente safado de não fazer constar o prazo de entrega para não o cumprir nem cair nas malhas do PROCON. Como pode uma cadeia de lojas dessa ser tão ridícula a ponto de enganar o consumidor e tentar burlar a norma pública.
Para mim é suficiente que o maior número de pessoas saibam que devem exigir que conste na nota o prazo de entrega. 

Por favor repassem essa denúncia pois amanhã isso poderá acontecer com você.

Veja a minha denúncia no dia da compra.
Comprei uma poltrona no Ponto Frio.

Paguei em dinheiro e a vendedora disse que o prazo de entrega será de cinco dias. 
Questionei onde estava escrito o prazo e fui informado de que só consta no sistema.
A quem irei reclamar caso o prazo não seja cumprido?
Flagrante desrespeito ao Código do Consumidor. Dessa maneira não poderei reclamar caso o prazo não seja cumprido.
A lei...ora a lei diria Getulio Vargas e a maioria poderosa dos conglomerados do Brasil. 
Foda-se o Código do Consumidor. 
Compre quem quiser e reclame com o Papa...(em Roma)
Clique na foto para ampliar



Como agir - Atrasaram a sua entrega? 
Veja como se defender
A falta de punição para as entregas feitas com atraso faz com que as empresas não se preocupem com o cumprimento do prazo. Há, porém, como fazer valer seus direitos
Não há, no Código de Defesa do Consumidor (CDC), um artigo que trate especificamente de entregas, determinando, por exemplo, sanções para quem agir em desacordo com o estabelecido. Mesmo assim, se o produto foi entregue com atraso ou o serviço foi executado fora do prazo combinado, o consumidor tem como reclamar seus direitos.
Para a assistente de direção da Fundação Procon-SP, Sônia Cristina Amaro, "além de ser considerada não-cumprimento da oferta, a entrega fora do prazo pode ser também encarada como prática abusiva". Assim, pode ser perfeitamente abrangida pelos artigos 35 e 39 do Código.
O artigo 35 diz que, se o fornecedor recusar o cumprimento à oferta, o consumidor poderá, à sua escolha, exigir o cumprimento forçado da obrigação, aceitar outro produto ou prestação de serviço equivalente ou rescindir o contrato, com direito à restituição das quantias eventualmente pagas antecipadamente, monetariamente atualizadas.
O artigo 39, por sua vez, que trata das práticas abusivas, diz que é vedado, ao fornecedor de produtos e serviços, "deixar de estipular prazo para o cumprimento de sua obrigação ou deixar a fixação de seu termo inicial a seu exclusivo critério". Ou seja, a empresa não pode deixar de estabelecer um prazo para a entrega nem pode decidir esse prazo sozinha - tem de combinar a data com o consumidor.
Além disso, lembra Sônia Cristina, se o consumidor pagou pelo produto, mas não recebeu, então a empresa pode ser responsabilizada criminalmente, uma vez que se apropriou indevidamente do dinheiro da pessoa.
O advogado Marcelo Sodré, professor de Direitos do Consumidor da PUC, diz que, se o consumidor teve alguma espécie de prejuízo pelo fato de o produto não ter sido entregue no prazo, ele também pode pedir uma indenização na Justiça, especialmente se se tratar de bem essencial.
Lei
A verdade é que a falta de lei específica que estabeleça punições para as empresas que descumprem os prazos não deixa o consumidor sem saída. Para Sodré, o problema não está na falta de uma lei, mas no não-cumprimento das já existentes. "A lei prevê alternativas para o consumidor que se sentir lesado. O problema é que ela não é aplicada. Seria preciso que existissem instrumentos ágeis, os órgãos de defesa do consumidor funcionassem, o Judiciário estabelecesse multas para as empresas que não cumprissem o acordado."
Para Sodré, outra solução seria a realização de Convenção Coletiva de Consumo, prevista no Código. A Convenção é um acordo que pode ser feito entre entidades civis de consumidores e associações de fornecedores ou sindicatos, e visa a regular relações de consumo por meio de decisões que funcionam como lei.
Previna-se para não ficar 'eternamente' esperando
 O atraso é um problema presente no dia-a-dia do consumidor. Por isso, alguns cuidados são fundamentais para quem não quer correr o risco de ficar esperando eternamente por um produto que não chega ou por um serviço que nunca é terminado.
Para Sônia Cristina Amaro, do Procon-SP, antes de mais nada, é importante que o que tenha sido combinado entre as partes esteja estipulado em contrato ou no pedido de compra. Entre esses dados inclui-se, por exemplo, a data de entrega do produto - no caso de serviços, datas de início e término.
"Além disso", diz Sônia Cristina, "é importante que se sujeite o término do pagamento à entrega do produto". Ou seja, a principal parte do valor a ser pago deve ser dada somente na data de entrega (e tudo isso deve estar devidamente especificado no pedido de compra).
Sônia Cristina lembra que, se o pagamento for por meio de cheques pré-datados, é preciso que o número dos cheques e a data de vencimento de cada um também estejam especificados no pedido, pois esses dados fazem parte do que foi estabelecido entre as partes. "Assim, não se corre o risco de os cheques serem depositados antes do tempo."
Outro cuidado importante é consultar, no Cadastro de Reclamações Fundamentadas do Procon, se há alguma reclamação registrada contra a empresa. O JT também publica, mensalmente, um ranking com os nomes das empresas com maior número de reclamações no período.
Rapidez
O advogado Marcelo Sodré ressalta que o consumidor não deve perder tempo. Imediatamente após o vencimento do prazo combinado, ele deve entrar em contato com a empresa e tentar resolver o problema. Caso não consiga, deve acionar os órgãos de defesa do consumidor ou a Justiça. De acordo com Sodré, é muito importante que a queixa seja feita por escrito.
Outra forma de intimidar as empresas seria o consumidor, no ato da compra, tentar acertar com o vendedor uma multa a ser paga para compensar o eventual atraso, o que serviria até para testar a seriedade do fornecedor.
Sônia Cristina salienta, entretanto, que o mais importante é que se tenha clareza na relação entre o consumidor e a empresa, uma vez que o direito à informação é um dos princípios fundamentais das relações de consumo.
Veja como fazer a reclamação
A Reclamação passo-a-passo
Sempre que possível, faça a reclamação por escrito, contando em detalhes tudo o que aconteceu. Envie a queixa para o Serviço de Atendimento ao Consumidor ou para a diretoria da empresa e peça que a carta seja protocolada. Se for enviá-la pelo Correio, faça-o por meio de um aviso de recebimento (AR). Assim, não há o perigo de a empresa dizer que não recebeu.
Guarde as provas de que a queixa foi feita: cópia da carta, protocolo, AR, formulário de reclamação, etc.
Se a reclamação for feita pelo telefone, anote o nome e o cargo da pessoa que o atendeu e o horário em que a queixa foi registrada.
Se não conseguir um acordo com a empresa, você deve recorrer aos órgãos de defesa do consumidor como o Procon ou o Idec (veja endereços no Defenda-se)
Você também pode recorrer à Justiça. Se o valor reclamado for inferior a 40 salários mínimos, é possível levar o caso ao Juizado Especial Cível (ex-Pequenas Causas), sendo que, se não ultrapassar 20 salários, não é necessário advogado. Você pode registrar a reclamação pessoalmente ou por escrito (veja modelo no Defenda-se). Se for registrá-la por escrito, é importante anexar cópias de todos os documentos referentes ao caso (nota fiscal, pedido de compra, certificado de garantia, contratos, recibos, etc.)
 Fornecedor pode cobrar taxa de entrega?
 Quem adquire eletrodoméstico, material de construção, móveis sob encomenda, entre outros produtos, muitas vezes não sabe que poderá pagar a taxa de entrega, mas desde que tenha sido avisado. “Se o cliente não receber a informação sobre a cobrança de frete não tem a obrigação de pagar”, alerta o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Marcos Diegues. “Informação clara e precisa. Esse é um dos direitos básicos do consumidor, segundo o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC)”, acrescenta.
Álvaro Nobre Souza Freitas, entretanto, só foi informado que deveria pagar a taxa de entrega no momento em que foi fechar o pedido com o vendedor do Center Castilho. Ele decidiu pela compra ao ler diversos cartazes no interior da loja os quais garantiam que a entrega era gratuita. “Gastei quase R$ 260 em materiais de construção e, ainda, cobraram R$ 23 para enviarem a mercadoria”, reclama.
O Center Castilho informa que o frete só é grátis se o valor da compra ultrapassar a R$ 500 para a grande São Paulo e a R$ 700 para o litoral. “Nada disso, porém, estava destacado nos cartazes na loja”, lembra o consumidor.
Para Lúcia Helena Magalhães, assistente de Direção do Procon-SP, a empresa descumpriu o que havia ofertado – frete grátis. Portanto, o consumidor tem direito, segundo o artigo 35 do CDC, de exigir o cumprimento forçado da obrigação nos termos da publicidade, ou seja, sem custo, ou rescindir o contrato com a devolução das quantias pagas antecipadamente.
Assim, o consumidor que for cobrado pelo frete sem ter sido previamente avisado deve, segundo orientação do Procon, fazer uma observação na nota fiscal quanto à cobrança e não receber o produto. Se isso não for possível, deve reclamar com a empresa, por escrito.
Se a mercadoria a ser recebida for de extrema urgência, a orientação é pagar o frete e depois reivindicar seus direitos em algum órgão de defesa do consumidor ou na Justiça.
Vale uma ressalva: nas empresas em que o frete é incluso no valor da mercadoria o consumidor deve desconfiar e fazer uma pesquisa de preços em outras lojas, pois “às vezes um estabelecimento que oferece frete grátis está, na realidade, cobrando um valor mais alto pelo produto”, comenta Lúcia.

domingo

Reclamação de leitor ...


De:OSCAR MARINI FILHO (noreply-comment@blogger.com)
Enviada:domingo, 30 de agosto de 2009 7:49:35
Para:falecomodono@hotmail.com
OSCAR MARINI FILHO deixou uma reclamação

UM TERRENO NA ESQUINA DA RUA LEÃO MARINHO, JARDIM LAS PALMAS ESTA ABANDONADO, FALTANDO PEDAÇOS DE MURO, CHEIO DE LIXO,RATOS NÃO EXISTE CALÇADA O POVO E OBRIGADO ANDAR NA RUA. FIZ VARIAS RECLAMAÇAO NA PREFEITURA, E ATE HOJE NINGUEM TOMOU PROVIDENCIA, ENTRA PREFEITO, SAI PREFEITO E O GUARUJÁ SO ANDA PARA TRAZ.



Postado por OSCAR MARINI FILHO no blog www.sosguaruja.com em 29 de Agosto de 2009 15:21

A Reunião será no Batalhão da PM na Rua Mário Ribeiro dia 3, segunda às 15:00 horas

SOS Pitangueiras

Clique no texto para ampliar
O Editor parabeniza a iniciativa da Associação SOS Pitangueiras e se coloca à disposição para divulgar e participar de todas as iniciativas para melhorar as condições da Praia das Pitangueiras onde reside te tem negócios.

ET. aos presentes o Editor do SOS Guarujá irá disponibilizar nessa reunião adesivos e cartões de lembrete do www.sosguaruja.com que também podem ser solicitados gratuitamente pelo e-mail falecomodono@hotmail.com

Isso é uma farmácia ou um mercado?

Clique nas fotos para ampliar



Essa farmácia na Rua Mário Ribeiro na Praia de Pitangueiras abusa do direito que diz ter de anunciar.
Em postagem anterior recebemos e-mail de seu representante que alega usar corretamente a sinalização que estaria de acordo com a legislação.
Pode até estar...não tenho certeza mas tenho todo o direito de achar que mais parece um mercado, um atacadão do que uma farmácia.
Aliás, segundo informações já foi aprovada legislação para que as farmácias retirem TODOS os remédios das gôndolas e os coloquem fora do acesso dos consumidores, seja qual for a tarja, devendo o cliente solicitar ao balconista.
Na ocasião da minha reclamação, fui comprar o remédio Genérico, denominado Genfibrozila, 900 mg.,tarja vermelha, do laboratório EMS.
Alertado pela propaganda que dizia compre dois e leve três, pedi duas caixas para "ganhar" a terceira. O balconista informou que só tinha duas caixas. Contrariado, paguei as caixas e fui embora.
Neste sábado, dia 29 de agosto de 2009, voltei à farmácia com a embalagem do remédio, que uso continuamente faz mais de cinco anos por pescrição médica e solicitei-o ao balconista.
Inicialmente ele me perguntou se poderia ser de outro laboratório e eu disse que não, que gostaria de ter do mesmo laboratório. Mas perguntei porque ele ofereceu, se o outro seria melhor ou mais barato. Sua resposta foi que o outro tinha 15 comprimidos ao invés de doze. Perguntei o preço e ele disse que custaria cerca de R$30,00.
Perguntei nesse momento quanto custa o que solicitei e a informação foi que custa R$ 15,65. Perguntei então se a promoção de "compre dois e leve três" continuava válida. Ele me informou que só para o "outro", o mais caro.
Expliquei então a ele que na minha compra anterior eu não havia levado o terceiro porque não tinha na farmácia. Ele me explicou que a promoção só seria válida para os remédios de uso continuado e que estivessem em uma lista.
O assunto só não foi para frente porque a gerente tentou me explicar que estando escrito isso(mesmo que em letras menores) no cartaz, a legislação estaria sendo obedecida.
Bem...não vou continuar com esse assunto que para mim contraria diversas leis e convenções éticas e morais.
Se nessa farmácia é assim eu também tenho o direito de pedir que as autoridades verifiquem se a postura da farmácia está correta.
Bem... e ficamos assim! Para mim parece mais um supermercados do que uma farmácia!
Aguardemos novos acontecimentos pois como diz o velho ditado popular " o jarro tanto vai à fonte que um dia quebra" Não é de hoje que as denúncias de um consumidor somam-se às de outro e de mais outro e um dia quem transgride as leis é obrigado a responder pelos abusos, se existirem.

Rua Mário Ribeiro 531 Guarujá Pitangueiras.
Quem sabe eu ainda resolvo e levo minha reclamação ao PROCON do Guarujá que dizem está sendo dirigido por uma moça de nome Vera e que é conhecida pela diligência com que trata das coisas sob sua responsabilidade.

sexta-feira

Guaratuba abre licitação de quiosques

Guaratuba abre licitação de quiosquesImprimirE-mail
sex, 28 de agosto de 2009 11:55





A prefeitura de Guaratuba divulgou nesta quinta-feira (27), o aviso de licitação dos novos quiosques da orla.

Serão 18 quiosques de alvenaria que deverão ser construídos pelos concessionários de acordo com o projeto padrão. O prazo de concessão é de 10 anos. Serão escolhidos os concorrentes que oferecerem maior lance. “Os quiosques serão licitados um a um. Caso um licitante ganhe a concorrência para mais de um quiosque, o edital o obriga a transferir a administração e exploração comercial para a prefeitura, sendo garantida à empresa vencedora a exploração do merchandising e exclusividade de seu produto”, informou a presidente da Comissão de Licitação, Luciana Reis.

O procurador do Município, Jean Colbert, informou que os advogados que atendem na Justiça Gratuita estarão à disposição para auxiliar e sanar dúvidas sobre a licitação.

O Edital poderá ser retirado junto à Comissão Permanente de Licitação até o dia 29 de setembro de 2009, na rua Dr. João Cândido, 380, Centro. As visitas técnicas podem ser agendadas diretamente com a arquiteta do Município Vanessa Colella pelo telefone (41) 3442-8250. As visitas acontecerão entre os dias 10 e 25 de setembro, exceto sábados, domingos e feriados.

Os envelopes deverão ser entregues no Protocolo Geral da Prefeitura até o dia 29 de setembro e podem ser encaminhados pelos Correios. A abertura dos envelopes com a habilitação e com as propostas será feita no mesmo dia e horário, 30 de setembro, às 9h.

A prefeitura informa que o edital da licitação estará disponível no site oficial do município:www.guaratuba.pr.gov.br.

A construção dos novos quiosques atendeu uma exigência da Secretaria do Patrimônio da União, mas desagradou os atuais quiosqueiros.

A prefeita Evani Justus responde as críticas no site da prefeitura: “Sei que é impossível agradar a todos, mas tenho minha consciência tranqüila de que estou fazendo o melhor para Guaratuba e para a nossa gente. Muitos que hoje atiram pedras, verão, num futuro muito próximo, que com estas pedras estamos trilhando um caminho que levará Guaratuba a um futuro promissor. Recebi muitas críticas, algumas duras, mas tenho um pensamento comigo: quem pretende agradar a todos acaba não agradando ninguém. Acredito piamente que quem ter medo de ser rejeitado, contestado ou até mesmo odiado não sabe e não conseguirá governar. Desejo a todos, sucesso na participação desta concorrência e que Deus nos abençoe sempre.

SOS Pitangueiras

Re: SOS Pitangueiras‏
De:Prof. Kenny (SOS PITANGUEIRAS) (sospitangueiras@gmail.com)
Enviada:sexta-feira, 28 de agosto de 2009 15:01:14
Para:falecomodono@hotmail.com
Cc:Pitangueiras Guarujá (sospitangueiras@gmail.com)
Caro Marinho,
Gostaria de lhe agradecer pela divulgação do comunicado sobre a reunião da associação do dia 3 de setembro com a Policia Militar.
Fico bastante feliz com a ajuda em seu website que é de extrema importância para o progresso da nossa cidade.
Já considero o site como um "vereador virtual" que faz extamente o papel que muitos vereadores não o fazem hoje em dia, que é o ato de fiscalizar.
Muito obrigado e estou repassando o endereço do seu site para os membros da associação, já o convidando antecipadamente para a nossa reunião.
Abraços,
Prof. Kenny Mendes
SOS PITANGUEIRAS
----- Original Message -----
Sent: Sunday, August 23, 2009 6:37 PM
Subject: Fwd: SOS Pitangueiras

Guarujá não cuida da cidade e as empresas pegam carona na deterioração.


Fw: solicitação de informação
De:Marcos Severo Conrado dos Reis (conrado@carrier.com.br)

Enviada:sexta-feira, 28 de agosto de 2009 18:23:32
Para:falecomodono@hotmail.com



Sent: Monday, August 17, 2009 7:31 PM
Subject: solicitação de informação

Boa noite!!
Em primeiro lugar, gostaria de parabenizar o site, pelo excelente trabalho que vem desenvolvendo, apontando
e denunciando as barbaridades que acontecem em nossa cidade!!
Venho divulgando o site para o maior número de pessoas possível, distribuindo e usando o adesivo da sosguaruja.
Minha solicitação é a de saber, junto à Sabesp, o que ela pretende fazer com o imóvel à Rua do Contorno,
parcialmente demolido e hoje sendo invadido por inúmeros mendigos!!
Em anexo, fotos do local!
Atenciosamente,
Arqto. Marcos Severo Conrado dos Reis
(13) 3355.4460
(13) 9764.3938


terça-feira

Guarujá não cuida da cidade e as empresas pegam carona na deterioração.

Clique na foto para ampliarVeja a situação do posto de serviços da Telefonica na rua Petrópolis. Cada cidadãot em a cidade e as empresas que merece.
Você cidadão de Guarujá é culpado por permitir que a cidade esteja como está.

Será que nem o Ministério Público é mais o mesmo?

Em 06 de maio de 2.009, após exaustivas tentativas de terem as informações públicas a respeito da propriedade desses quioques, (veja abaixo a solicitação e resposta da Ouvidoria do Guarujá),participantes do SOS Guarujá protocolaram junto à Promotora Pública dos Direitos Constitucionais do Cidadão, na Cidade de Guarujá a denúncia que levou o número 262/2009, visando a apuração das irregularidades nos mais de 50 quiosques de sorvete espalhados pelas praias da Enseada,Pitangueiras, Asturias e Tombo.


Até hoje, dia 25 de agosto de 2009 não tivemos notícias da ação do Ministério Público mas a Kibon continua a explorar o negócio.
Veja os funcionários da multinacional adesivando o quiosque da Avenida Mal Deodoro esquina com a rua Quintino Bocaiuva...
Isso é uma vergonha!!!

domingo

Guarujá:Terra de ninguém

Guarujá.‏
De:celso
Enviada:domingo, 23 de agosto de 2009 23:24:56
Para:SOS Guarujá

GUARUJÁ : TERRA DE NINGUÉM


Esta cidade que eu moro, trabalho, que tanto já curti na minha infância e juventude e também
por tantas vezes declarei o meu amor por ela, está numa total decadência,ou melhor
de volta para o lodo.
Esta situação em que ela se encontra se deve principalmente pela maneira que ela foi
tratada por muitos anos pelos politicos que aqui passaram.
Aqui é a terra de ninguém onde boa parte da população faz o que bem entende,
como se fossem donos do Guarujá. De um lado, políticos que passam por vários mandatos sem
fazer nada ou quase nada de bom para o desenvolvimento da cidade, passando a maior parte do seu "mandato" tomando cafézinhos nos botecos da região e participando de eventos afim de aparecerem em colunas sociais com uma imagem de bons samaritanos, enganando uma parcela ignorante da população, do outro lado pessoas que só se preocupam em con seguir alguma vantagem as custas de um cargo público,
com um salário razoável sem fazer abssolutamente nada de útil para a comunidade, são incapazes de trabalharem de uma maneira honesta em busca dos seus ideais, são inúteis, verdadeiros sanguessugas.
É lógico que, felizmente ainda existe uma parte boa, que não está podre, é exatamente esta
parcela da população que tem que trabalhar e exigir que haja mudança, para que a nossa cidade seja melhor,
e volte a ser a Pérola do Atlântico, caso contrário Guarujá será uma cidade boa de se viver apenas em nossas lembranças
O que me incomoda não é grito dos maus, más o silêncio dos bons.
Está aqui o meu desabafo.

Celso.

SOS Pitangueiras

Clique no texto para ampliar
O Editor parabeniza a iniciativa da Associação SOS Pitangueiras e se coloca à disposição para divulgar e participar de todas as iniciativas para melhorar as condições da Praia das Pitangueiras onde reside te tem negócios.

quarta-feira

EM DECLINIO!!!!

IBGE - Litoral Paulista é região que mais cresce em São Paulo

Santos registrou declínio de crescimento de 0,1%

A Região metropolitana que mais cresce no Estado de São Paulo e com previsão de receber R$ 18,6 bilhões de investimentos para ampliação do Porto de Santos e pré-sal até 2013, o Litoral Paulista ganhou 64.655 novos moradores em apenas dois anos, conforme os dados de atualização populacional dos municípios de 2009 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A região do litoral sul paulista ainda tem o município brasileiro com a maior taxa de crescimento demográfico da década: entre 2000 e 2009, a cidade de Praia Grande recebeu 56 mil habitantes a mais, totalizando hoje 249.551 moradores, índice de crescimento de 26,32% no período.

O índice anual médio de crescimento das nove cidades da Baixada entre 2007 e 2009 foi de 1,6%, mais que o triplo do registrado, por exemplo, na capital paulista (0,43%). Entre 2007 e 2008, o aumento populacional chegou a 2,1%, recorde entre as regiões metropolitanas do Sudeste do País. Com 1.668.428 habitantes, o litoral sul já conta com população superior a regiões metropolitanas de capitais como Maceió, São Luís e João Pessoa.

Mas, enquanto Praia Grande, Guarujá e Mongaguá mantêm um crescimento acima da média das cidades paulistas, Santos registrou declínio de 0,1%. Na avaliação de órgãos públicos e especialistas, a evasão comum dos centros das metrópoles para as periferias - no caso, de Santos para cidades vizinhas, com baixo custo de vida e melhores condições de moradia - também ocorre agora na Baixada, em um deslocamento semelhante ao observado nos anos 1970 na Grande São Paulo.

Segundo o pesquisador José Marcos Pinto da Cunha, do Departamento de Demografia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de Campinas (Unicamp), a região prestes a se tornar metrópole precisa de políticas integradas entre os municípios. ?Não é possível olhar a cidade como se existissem cercas rígidas que as pessoas não possam pular. O cidadão é metropolitano e sua relação não se dá necessariamente com a cidade, mas sim com a região. Pensar a região metropolitana como um todo é um dos desafios.? As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

GUARDA MENDIGOS

O dia em que Hans parou a Paulista
Vira-lata mobilizou várias pessoas após morder policial que tentava prender seu dono
JT - Agência Estado

O gorducho Hans, de nove anos, mistura de vira-lata com labrador, parou a Avenida Paulista na esquina com a Rua Augusta, na manhã de ontem. Várias pessoas que estavam passando no local, de acordo com a Polícia Militar, se aglomeraram para ver uma confusão envolvendo o cachorro, o seu proprietário, que é morador de rua, e um cabo da corporação. Ao tentar imobilizar o sem-teto, o policial foi atacado nas nádegas pelo cão que queria proteger o dono. A multidão tomou as dores do animal enquanto o PM tentava levar o homem para a delegacia.

“Fui muito hostilizado por toda aquela gente. Deu para perceber que o morador de rua é muito querido e o cachorro mais ainda”, contou o cabo Isaías Crisanto, da 1ª Companhia do 7º Batalhão que teve a farda rasgada onde Hans tentou mordê-lo. Um grande número de pessoas estava no local porque um trecho da avenida tinha sido interditado por causa da ameaça de uma falsa bomba.

Segundo o policial, a segurança do Metrô pediu para que ele retirasse camelôs que estavam na estação e, quando fazia seu trabalho, se deparou com a barraca que o o morador de rua havia montado na entrada da Estação Consolação. “Cheguei com toda a educação e pedi para que retirasse seus pertences, mas ele ficou muito exaltado. Achei que iria partir para a agressão.”

Diante da situação, o cabo, que tem nove anos de corporação, decidiu prendê-lo por desacato. O Metrô nega que tenha solicitado a retirada de Hans e do dono. Informou que pediu a saída de ambulantes. A advogada Nathalia Lourenço, de 33 anos, que passava na hora da confusão, diz que ficou chocada e engrossou o coro dos que brigaram com o policial. “Achei um absurdo prender um morador de rua já idoso, que tinha documentos, e ainda largar o cachorro na rua.”

O morador de rua Milton Ferreira da Costa, de 60 anos, admitiu que não queria sair do ponto. “Já estou lá há cinco meses e o Hans é mimado por todos.” Ele contou que precisou segurar o cão com toda força. “Ele estava disposto a tudo para me proteger.” O caso foi registrado como desacato no 78º DP (Jardins) e, às 17h30, Costa foi liberado. Rasgado, o cabo garante que não ficou com raiva de Hans. “Ele foi o único certo em toda a história”, afirma Crisanto.