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domingo

Máfia das multas e lombadas eletrônicas fatura R$ 2 bilhões por ano.Veja aqui o vídeo do fantástico



É um retrato escandaloso de como funciona a indústria das multas no Brasil.

O Fantástico foi até a periferia de uma cidade do interior do Rio Grande do Sul para documentar uma situação absurda: um edital que está pronto para ser publicado prevê a instalação de uma lombada eletrônica em uma rua de chão batido, onde só passam carroças e bicicletas e onde galinhas dividem espaço com poucos pedestres. O que está por trás desse escândalo? Corrupção.

Fraudes e muitas negociatas. É um retrato escandaloso de como funciona a indústria das multas no Brasil. Uma indústria que fatura R$ 2 bilhões por ano.

A investigação do Fantástico começa em Porto Alegre. Na capital gaúcha, o representante da empresa Engebrás, Marcio Paim Velho, se prepara para negociar a instalação de lombadas eletrônicas e radares fixos, também conhecidos como pardais.

A conversa foi registrada com uma câmera escondida pelo repórter do Fantástico Giovani Grizotti, que se passou por funcionário de uma prefeitura gaúcha e teve a colaboração de um ex-funcionário público do Rio Grande do Sul com experiência em licitações na área de trânsito.

Marcio faz uma avaliação de quanto pode pagar de propina. Ele diz que, em média, 10%. “Se quiser um pouquinho mais, um pouquinho menos, depende”.

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito criou regras para a instalação de controladores eletrônicos de velocidade no Brasil. Pelas normas, é preciso um estudo técnico que leva em conta itens como quantidade de veículos e pedestres que utilizam a via, índices de acidentes e a velocidade permitida. Só com esse estudo, feito por empresas especializadas, é que pode ser autorizada a instalação de pardais e lombadas.
O representante da Engebrás indica uma empresa para fazer os estudos técnicos: ACT, de Porto Alegre.

Chamados pelo repórter e sem saber que estão sendo filmados, os três sócios da ACT foram até uma prefeitura do Rio Grande do Sul. Dois deles são também funcionários do governo gaúcho e um do governo federal.

São eles: João Otávio Marques Neto, funcionário da Eletrosul, uma estatal da área energética; Gisele Vasconcelos da Silva, técnica da diretoria do Detran do Rio Grande do Sul; e Paulo Aguiar, coordenador do setor de lombadas eletrônicas e radares do Daer, o departamento de estradas do estado.

Paulo Aguiar responde a processo sob a acusação de ter favorecido a Engebrás em um contrato que causou um prejuízo de R$ 13 milhões aos cofres do estado. A Engebrás foi a empresa que indicou os serviços da ACT ao repórter.

Dias depois do encontro na prefeitura, Paulo Aguiar recebeu o repórter supostamente interessado em contratar a ACT. O negócio é privado, mas a conversa foi na sala do Daer, em Esteio, Região Metropolitana de Porto Alegre. Paulo Aguiar propõe uma fraude: a contratação da empresa seria pela modalidade carta-convite, pela qual a prefeitura convida três fornecedores a apresentar um orçamento para depois escolher o de menor valor. Paulo indica duas empresas parceiras que devem ser convidadas a elaborar orçamentos. Elas vão apresentar um preço maior. Assim, a proposta da ACT será mais barata, e vai vencer a licitação

“Sem problema. Tenho mais duas empresas que trabalham comigo”, garante.

O contrato é fechado em outro prédio público. Desta vez, o segundo sócio da ACT, João Otávio, recebe o repórter na Eletrosul. Ele tenta aumentar o valor do contrato e oferece uma propina.

“Não dá para subir um pouquinho? Eu até passaria um percentual de comissão de 10%”, diz.

Gisele Vasconcelos, terceira sócia da ACT, entrega o orçamento na frente do prédio do Detran gaúcho, onde trabalha, e reforça que os outros dois orçamentos serão enviados pelo correio, com valores maiores, conforme combinado.

Os valores enviados pelos Correios são um pouco maiores que o da ACT, que apresentou um custo de R$ 20 mil.

No dia marcado para o pagamento, o ex-funcionário público que acompanhou as negociações aparece com um envelope supostamente contendo os R$ 20 mil da concorrência fraudada. Logo em seguida, chega o repórter do Fantástico.

Repórter: O que tem nesse envelope? Vocês estão fazendo alguma negociação aqui?
XXX: Não, senhor. Estamos almoçando, e esse cidadão veio aqui falar conosco.
Repórter: Quem é esse cidadão?
XXX: O senhor me desculpe, mas eu não posso.
Repórter: O senhor conhece esse cidadão que estava aqui?
XXX: Não. Não conheço. Ele chegou aqui e sentou. Não conheço.
Repórter: Nunca viu ele?
XXX: Não.
Repórter: Vocês não ofereceram propina para esse cidadão?
XXX: Pelo amor de Deus.

A investigação segue no rastro das fraudes praticadas pelas empresas que fabricam radares. Uma delas é a Perkons, de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, que tem contratos no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. A Perkons diz que inventou a lombada eletrônica e é líder no segmento no Brasil.

Alexandre Carvalho representa a empresa no Rio Grande do Sul. Logo no começo, ele revela como garantir a Perkons como a fornecedora dos radares para uma prefeitura, antes mesmo de começar a licitação: preparando um edital viciado.

Quem senta para negociar é o gerente da Perkons, Jobel Araújo, que confirma a oferta de propina feita pelo vendedor Alexandre Carvallho.

“O Alexandre me falou 8,5% daquele valor, mais que isso começa a ficar inviável”, diz.

A empresa preparou o edital sem realizar um estudo técnico, como manda a lei, para saber se nesses locais é necessário instalar os radares. Preste atenção no edital: Rua Gralha Azul. Este é o endereço que apareceu no começo da reportagem. Na viela de chão batido, a empresa confirma a necessidade de instalar lombada eletrônica. E nas quatro faixas. Que faixas são essas?

“É um absurdo, uma falta total de critério. Ela não é nem pavimentada. Não tem as mínimas condições técnicas para que se justifique a implantação de uma lombada eletrônica”, avalia o engenheiro de trânsito Mauri Pânitz.

Outras revelações comprovam a falta de critérios para instalar radares no país. Em Curitiba, há empresas que oferecem negócios mais lucrativos para as prefeituras corruptas. O encontro com o Alexandre Matschinke, vendedor da Dataprom, revela uma cena de corrupção explícita.

“Se tu me ‘der’ abertura para eu ir lá e montar o teu projeto inteiro, ‘você’ vai me falar: ‘Eu quero 15%, eu quero 10%’. Eu coloco isso no valor”, diz Alexandre Matschinke.

Ele admite que o custo da propina sai do bolso do contribuinte. Esqueça os percentuais comuns nesse tipo de negociação. Aqui, é tudo no meio a meio.

Outra empresa: a CSP, de Florianópolis, mesma prática. O vendedor Tiago Rodrigues diz que pode negociar de 12% a 15% de propina. “Como o montante é maior, eu posso negociar com que o diretor dê uns 15% tranquilamente”, afirma.

Negociada a propina pelo vendedor Tiago Rodrigues, é marcada a entrega do edital.

Até aqui ele imagina estar negociando com um assessor da prefeitura. Mas, quando o repórter se identifica, ele passa a negar tudo o que havia admitido segundos antes.

“Na verdade, não é direcionado. Eu não tenho nada para falar”, despista, afirmando que não ofereceu propina.

Ainda em Curitiba, o esquema se repete com a Consilux, que tem radares na capital paranaense e em São Paulo. Quem negocia é o diretor comercial, Heterley Richter Júnior. Ele promete o edital já pronto. A propina oferecida pela Consilux: 5%. O diretor da Consilux enviou a cópia do edital pela internet.

E será que todos os motoristas são iguais perante os radares? A resposta é não. É possível anular multas de apadrinhados políticos, amigos, parentes.

Perguntado se existe alguma maneira de livrar um cara desses da multa, o diretor comercial da Consilux assegura: “Tem. Você têm”. E confessa: a Consilux já anulou multas em Curitiba. Segundo ele, ninguém descobriu.

A equipe de reportagem segue para São Paulo, outro mercado explorado pela indústria da multa. São Paulo é o estado brasileiro com o maior número de radares: 4 mil, quase 11 milhões de multas em 2010, uma a cada três segundos. Um representante de outro fabricante de radares, a Consladel, confirma a fraude que permite tirar multas antes que elas sejam enviadas ao Detran.

A partir daí, Cleberton Tintor segue o roteiro desse tipo de negociata: propinas, editais direcionados, fraudes.

“Eu tenho o edital pronto. Eu te passo os pontos e você ‘encaixa’ o valor que eu te dei.
Aí, eu acerto até o valor da comissão. Então, comissão de 3% a 5%, tira multa e direciona o edital”, explica.

Outra empresa paulista, a Splice, também faz parte do esquema ilegal. E as cenas flagrantes de corrupção se repetem. Sobra dinheiro até para a campanha eleitoral de prefeitos corruptos.

Para o vendedor da empresa, José Leandro Vitt, a fraude dos editais é comum no mercado. E acusa a concorrente gaúcha Eliseu Kopp de participar do esquema.

O Fantástico teve acesso a editais publicados por quatro prefeituras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina em que a Kopp venceu a licitação. Nos de Lagoa Vermelha, Erechim e Rio do Sul, trechos inteiros são exatamente iguais.

Sem saber que está sendo gravado o funcionário da Eliseu Kopp, Jean Carlos Ferreira, admite a montagem de editais para direcionar a licitar em favor da empresa.

“Esse aqui é o meu produto. Se você gostar, eu vou te dizer quais são as especificações dele. Eu vou te dar uma ajuda. E tu ‘vai’ montar. É assim que as prefeituras fazem. É legal”, afirma.

Não. Isso é crime contra as licitações. E contra o bolso do contribuinte.

“O que nós constatamos nesses editais são situações de possível direcionamento dessas licitações em função, por exemplo, da especificação dos equipamentos que estão sendo demandados. Um edital direcionado seria uma falha gravíssima”, diz Cezar Miola, vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Rio Gande do Sul.

Há dois anos em Carazinho, no interior gaúcho, o promotor da cidade conseguiu suspender as lombadas e radares da Eliseu Kopp. Mas a razão foi outra. Ele descobriu que 85% da arrecadação com multas seriam repassados à empresa. Quanto mais multas, mais dinheiro para a Kopp. Em outra cidade do interior gaúcho, Vacaria, a cláusula do contrato que previa os repasses à empresa foi suspensa. Em um ano, a prefeitura economizou R$ 1 milhão.

O repasse de percentuais de multas às empresas como a Eliseu Kopp pode livrar milhares de motoristas das penalidades. Isso porque as multas podem ser anuladas. Foi o que decidiu a Justiça do Ceará depois de denúncia feita pelo procurador da República Oscar Costa Filho.

“Uma resolução do Contran de outubro de 2002 diz que todas aquelas multas que tenham com base em contratos que estipulassem a chamada cláusula de produtividade ou cláusula de remuneração – o que significa quanto mais multas se aplica mais se arrecada – devem ser imediatamente retiradas do sistema”, explica.

E o que acontece quando o radar não está onde deveria? Em 2009, um estudo apontou os 50 trechos de rodovias brasileiras onde mais acontecem acidentes com mortes.
“As pessoas que estão sendo mortas todos os dias no trânsito acabam sendo totalmente desvalorizadas por estudos que estão sendo mal feitos e radares mal colocados”, comenta o programador Israel dos Santos Rodrigues.

Segundo o levantamento, lidera o ranking de mortes um trecho na Rodovia BR-282, no oeste de Santa Catarina. Na semana passada, 27 pessoas morreram em um acidente envolvendo um ônibus e uma carreta.

“Nós temos que fiscalizar, usar os equipamentos disponíveis, a tecnologia que está aí para salvar vidas, desde que tenham critérios para isso. E, claro, um dos critérios é que não tenha falcatrua, tráfico de influências, interesses. Os radares devem estar nos locais onde realmente vão salvar vidas. E falcatrua com vidas é inadmissível”, ressalta Diza Gonzaga, da Fundação Thiago Gonzaga Vida Urgente.

O Fantástico pediu explicações para as empresas citadas na reportagem.

“A empresa não participa de acordos de mercado. A empresa não faz direcionamento de editais. Pelo que eu vi da declaração, foi dentro de uma conversa informal onde o funcionário estava dizendo ao pretenso representante da prefeitura que ele estava oferecendo uma especificação do produto. Até porque essa não é, não foi e nunca será a orientação da empresa”, afirma Nelson Momo, diretor da Kopp.

A Consilux também se manifestou.

“A nossa política é muito clara: não admitimos nada parecido com isso. Todos os nossos contratos são muito transparentes. Não existe a menor possibilidade de ter qualquer tipo de negociata”, diz o diretor-presidente da Consilux, Aldo Vendramin.

Em nota, a empresa Splice, de Votorantim, no interior de São Paulo, disse que repudia esquemas ilegais e que afastou o funcionário mostrado na reportagem.

Na capital paulista, a Consladel divulgou nota negando as irregularidades denunciadas e que o vendedor da imprensa imaginava estar negociando com um representante comercial, por isso, a oferta de comissão.

A Perkons, de Curitiba, disse que vai se manifestar depois de a reportagem ir ao ar. O advogado da Dataprom, também de Curitiba, disse que a empresa desconhece as práticas reveladas pelo Fantástico.

Procuradas, as prefeituras de Erechim e Lagoa Vermelha, no Rio Grande do Sul, e Rio do Sul, em Santa Catarina, negaram que os editais tenham sido direcionados para favorecer a empresa Eliseu Kopp.

O secretário de Infraestrutura e Logística do Rio Grande do Sul, a quem o Daer é subordinado disse que o coordenador Paulo Aguiar será exonerado do cargo nesta segunda-feira (14).

“Ver um agente privado oferecendo vantagens a um agente público narrando essa obtenção de vantagens é realmente personificar corrupção e algo revoltante”, avalia o procurador-geral do Ministério Público de Contas do Rio Grande do Sul, Geraldo da Camino. 
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Trânsito

Fiscalização Eletrônica do Trânsito
Prefeitura instalou 22 equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito, a previsão de início de funcionamento no dia 17 de Dezembro de 2010.
Mapa de Radares

Visualizar Fiscalização Eletrônica de Trânsito em um mapa maior
Relação de radares e lombadas eletrônicas
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. dos Caiçaras
Próximo a Rua Gino Fabris
Sentido Guaiúba
Radar - Velocidade máxima de 50 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. dos Caiçaras
Próximo a Rua Gino Fabris
Sentido Santa Rosa
Radar - Velocidade máxima de 50 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Des. Plínio de Carvalho Pinto
Próximo ao número 338
Sentido Enseada
Radar - Velocidade máxima de 50 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Des. Plínio de Carvalho Pinto
Próximo ao número 338
Sentido Pernambuco
Radar - Velocidade máxima de 50 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Lídio Martins Correa
Próximo ao término da faixa de domínio da Ecovias
Sentido Enseada
Radar - Velocidade máxima de 50 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:28
Av. Helena Maria
Altura da Rua Azuil Loureiro
Sentido Av. Adhemar de Barros
Radar - Velocidade máxima de 40 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:28
Av. Helena Maria
Altura da Rua Azuil Loureiro
Sentido Astúrias
Radar - Velocidade máxima de 40 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:28
Av. Adhemar de Barros
Na saída do Viaduto
Sentido Ferry Boat
Lombada Eletrônica - Velocidade máxima 40 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:28
Av. Leomil
Entre a Rua México e Rua Silva Valadão
Sentido Centro
Lombada eletrônica - Velocidade máxima 40 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:27
Av. Santos Dumont
Em frente à Igreja Universal
Sentido Centro
Lombada Eletrônica - Velocidade máxima 30 km/h
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Santos Dumont
Próximo à Rua Idalino Pinez
Sentido Vicente de Carvalho
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Santos Dumont
Próximo à Rua Idalino Pinez
Sentido Centro
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Puglisi
Esquina com a Rua Buenos Aires 
Sentido Centro
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Puglisi
Esquina com a Rua Buenos Aires 
Sentido Viaduto
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Adhemar de Barros
Esquina com a Rua Prefeito Domingos de Souza
Sentido Ferry Boat
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Dep. Emilio Carlos
Esquina com a Rua Quinto Bertoldi, em frente ao Hospital Santo Amaro
Sentido Enseada
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. D. Pedro I
Esquina com a Rua Marivaldo Fernandes, próximo ao Teatro Procópio Ferreira
Sentido Enseada
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. D. Pedro I
Esquina com a Rua Marivaldo Fernandes, próximo ao Teatro Procópio Ferreira
Sentido Centro
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Santos Dumont
Esquina com a Rua Valdomiro Macário
Sentido Vicente de Carvalho
Radar Semafórico
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Santos Dumont
Em frente à cabeceira da Ponte do Rio Santo Amaro
Sentido Vicente de Carvalho
Radar - Peso até 6 toneladas
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
Av. Áurea Gonzalez Conde
Entre a Rodovia Conêgo Domênico Rangoni e a Travessa Jardim Progresso
Sentido Vicente de Carvalho
Radar - Peso até 6 toneladas
imagem - qua, 20/10/2010 - 10:29
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quinta-feira

A loja Ponto Frio da Avenida Pugliese no Guarujá mostra que não se preocupa com seu entulho nem com o que possam pensar os moradores e turistas do Guarujá

Clique na foto para ampliar

Faz 15 dias que esse entulho está na esquina em frente ao Carro Fúnebre de Santos Dumont.
Ontem fui na loja e me identifiquei como editor do site. Expliquei  que havia esperado duas semanas para ver se o entulho seria retirado. Que depois do aviso iríamos publicar am fotos junto às dos porcalhões do Guarujá, caso não retirassem o entulho. 
A resposta foi  no mínimo simplória. 
O responsável disse que não era responsabilidade da loja pois eles contrataram a empresa que fez a reforma e que deveria retirar o entulho e o tal do entulho permanece no local. 
É nessa hora que nós percebemos quantos e quais são os problemas do Guarujá.
Falta fiscalização para tudo!






Prezado  Editor


Celia: Olá!
Tudo bem?
Eu quase não saio de casa, mas hoje pela manhã, precisei sair. Ao passar em frente ao Ponto Frio notei mais uma vez o abandono em que se encontra nossa cidade, e pensei em vc. Eu estava sem máquina fotográfica para fotografar os ratos mortos na calçada, a imundice que impera ao redor dessa conceituada loja, até chegar ao Unibanco/ Itaú. Um mau cheiro horrível, pois os mendigos fazem suas necessidades por ali, um amontoado de caixas na loja. Seria uma excelente reportagem, sem contar os inúmeros buracos onde vc sai de um e cai em outro. O percurso para se chegar a UNAERP, a própria rua que dá fundos, onde muitos estudantes passam para cortar caminho, completamente alagada, esburacada, sem iluminação adequada.
A cidade está um caos........ entregue literalmente as moscas e ratos.
Um abraço



*****
Celia: Olá Sra. Célia,
Agradeço pelo o pronto envio,informo que através do link consegui acesso as informações mencionadas.
Conforme dito, será envolvido áreas responsáveis para que seja adotadas medidas de providência.
Protocolo de atendimento: 4892082
Atenciosamente,
Laura ( Janaina S. dos S. Souza)
Ramal: 4036
janainasouza.santos@grupopaodeacucar.com.br
De: Celia Fernandes Ruiz [mailto:celiafruiz@hotmail.com]
Enviada em: quarta-feira, 16 de março de 2011 11:41
Para: Laura (Janaina S. dos S. Souza)
Assunto: Blog SOS Guarujá
Olá Janaína
Segue abaixo o endereço do blog.
Obrigada por sua atenção.
Célia
http://www.sosguaruja.com/2011/03/loja-ponto-rio-da-avenida-pugliese-no.html


O óleo dos quiosques e ambulantes da praia terminam na areia e às vezes em plena rua como no caso dessa perua velha abalroada.

Clique na foto para ampliar
Óleo espalhado na Rua Mário Ribeiro esquina com Rua Petrópolis

quarta-feira

Acho uma palhaçada. Quem disse que esses caras podem autorizar o descumprimento da lei? Eu disse palhaçada e quem faz palhaçada é palhaço. Recentemente o Presidente do STF Ministro Gilmar Mendes disse:- O Direito deve ser achado na lei e não na rua”

Prefeitura de Guarujá e Ministério Público prorrogam o prazo para ambulantes‏
http://bl143w.blu143.mail.live.com/mail/clear.gifPrefeitura de Guarujá e Ministério Público prorrogam o prazo para ambulantes



A Prefeitura de Guarujá e o Ministério Público fizeram uma reunião na última semana para definirem um novo prazo para a proibição de fritura nas areias das praias da Cidade. O prazo anterior era até o dia 14 de março.


A Administração Municipal; o promotor de Justiça, Osmair Chamma Júnior, e a promotora de Justiça substituta, Letícia Stuginski Stoppa, definiram um novo prazo de quatro meses para que os ambulantes tenham tempo hábil para se enquadrarem no novo perfil.

O novo prazo foi feito por parte dos representantes dos ambulantes e seu advogado, Deivid Willyan Ferracine.

A Prefeitura informa que a lei de número 044/98 já existe desde o ano de 1998, o que a Administração Municipal está fazendo é o cumprimento da lei, porque caso não faça, estará prevaricando de sua responsabilidade.

O turista pode comer o que quiser na praia, desde que esse alimento não seja frito na faixa de areia. A Lei 044/98 é para ambulantes de carrinhos que trabalham na faixa de areia e não para os quiosques.



PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470



segunda-feira

Veja esse depoimento da mentira que é o Carnaval como festa do povo e para o povo


Ou se preferir,leia...


Raquel Sheherazade esperando a quarta-feira de Cinzas....
Hoje é quarta-feira de fogo, mas eu não vejo a hora de chegar a quarta-feira de cinzas.
Não, não é que eu seja inimiga do carnaval. Inclusive já brinquei muito: em clubes, nas prévias, nos blocos.... fui até à Olinda em plena terça-feira de carnaval... Portanto, vou falar com conhecimento de causa.
E, como um véu que se descortina, como uma máscara que cai, gostaria de revelar algumas verdades que encontrei por trás da fantasia do carnaval.
 A primeira delas: o brasileiro adora carnaval.
Não acredito. Na Paraíba, por exemplo, o maior bloco de arrasto disse ter registrado cerca de 400 mil foliões no desfile do ano passado. Mas, a população paraibana conta com mais de 3 milhões e 600 mil cidadãos.
Portanto, a maioria da povo não foi para a rua ou por que não gosta de carnaval ou por que não se reconhece mais nessa festa dita popular.
Segunda falsa verdade: o carnaval é uma festa genuinamente brasileira.
Não, não é. O carnaval, tal como o conhecemos, surgiu na Europa, durante a era vitoriana, e se espalhou pelo mundo afora, adaptando-se a outras culturas.
Quarta falsa verdade: É uma festa popular.
Balela! O carnaval virou negócio – dos ricos. Que o digam os camarotes VIP, as festas privadas e os abadás caríssimos, chamados "passaportes da alegria".
E quem não tem dinheiro para comprar aquele roupinha colorida não tem, também, o direito de ser feliz??? Tem não.
E aqui, na Paraíba, onde se comemoram as prévias não é muito diferente. A maioria dos blocos vive às custas do poder público e nenhuma atração sobe em um trio elétrico para divertir o povo só por ser, o carnaval, uma festa democrática.
Milhões de reais são pagos a artistas da terra e fora dela para garantir o circo a uma população miserável que não tem sequer o pão na mesa.
Muitas coisas, hoje, me revoltam no carnaval.
Uma delas é ouvir a boa música ser calada à força por "hits" do momento como o "Melô da Mulher Maravilha", e similares que eu nem ouso citar.
Fico indignada quando vejo a quantidade de ambulâncias disponibilizadas num desfile de carnaval para atender aos bêbados de plantão e valentões que se metem em brigas e quebra quebra.
Onde estão essas mesmas ambulâncias quando uma mãe de família precisa socorrer um filho doente? Quando um trabalhador está enfartando? Quando um idoso no interior precisa se deslocar de cidade para se submeter a um exame?
Me revolto em ver que os policiais estão em peso nas festas para garantir a ordem durante o carnaval, e, no dia a dia, falta segurança para o cidadão de bem exercitar o direito de ir e vir.
Mas o carnaval é uma festa maravilhosa! Dizem até que faz girar a economia. Que os pequenos comerciantes conseguem vender suas latinhas, seu churrasquinho....
Se esses pais de família dependessem do carnaval para vender e viver, passariam o resto do ano à míngua.
Carnaval só dá lucro para donos de cervejaria, para proprietários de trios elétricos e uns poucos artistas baianos. No mais, é só prejuízo.
Alguém já parou para calcular o quanto o estado gasta para socorrer vítimas de acidentes causados por foliões embriagados? Quantos milhões são pagos em indenizações por morte ou invalidez decorrentes desses acidentes?
Quanto o poder público desembolsa com os procedimentos de curetagem que muitas jovens se submetem depois de um carnaval sem proteção que gerou uma gravidez indesejada?
Isso sem falar na quantidade de DST’s que são transmitidas durante a festa em que tudo é permitido!
Eu até acho que o carnaval já foi bom... 
Mas, isso foi nos tempos de outrora.

domingo

Ilegalidades e mais ilegalidades.Quiosques de sorvetes que vendem cerveja,refrigerantes,doces,salgados e muito mais do que podemos imaginar...

Clique na foto para ampliar

A somatória das ilegalidades que tomam conta da orla do Guarujá mostram claramente porque o comércio legal definha,os empregos com carteira de trabalho rareiam e os comerciantes legais fecham as suas portas. 
Vende-se de tudo nas ruas e nas praias. Roupas,biquinis,óculos,bolsas e comida nas praias.
Sorvete,cerveja,doces salgados e outras drogas nos quiosques de sorvete que somam mais de cem nas avenidas das praias. Tudo sob o manto e proteção da administração que não fiscaliza e distribui licenças para essas aberrações que são verdadeiros painéis publicitários de multinacionais. 
É difícil acreditar que esse tipo de comércio sustenta uma família. São poucos dias em todo o ano que permanecem abertos. 
Muitos deles nem tem relógio de luz o que demonstra estarem abandonados e só servirem como painel de propaganda barata para as empresas.
Em solicitação de informação à Ouvidoria do Guarujá obtivemos a lacônica resposta de que esses quiosques são legais.
Certamente ilegal, mentirosa e tendenciosa é a "ouvidoria" do Guarujá que deveria ter independência para apurar essas incongruências e encaminhá-las ao Ministério Público. 

sábado

Controladoria Geral do Município- Telefone 0800-772-7000

Um sistema que permita a administração pública controlar seus processos, realizar auditorias constantes, além de trabalhar a gestão orçamentária, financeira, contábil, patrimonial e operacional do Município; combatendo, sobretudo os possíveis focos de desperdício de recursos, a ineficiência administrativa e a corrupção.

Este é o objetivo da Controladoria Geral do Município, órgão criado a partir da reforma administrativa implementada pela prefeita de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, que possui em sua estrutura a Ouvidoria Geral do Município, a Unidade de Terceiro Setor e a Unidade de Controle Interno.

A nova Secretaria funciona como uma espécie de Tribunal de Contas Municipal e tem a missão de oferecer a sociedade maior transparência sobre as ações da Prefeitura de Guarujá, trabalhando de maneira interdisciplinar com todas as outras pastas da Administração.

Sua Unidade de Terceiro Setor é responsável pelo repasse e prestação de contas de 47 entidades subvencionadas ao Município e também pela autorização dos processos de subvenção.

A Unidade de Controle Interno atua no monitoramento e fiscalização dos processos de toda Administração Municipal e a Ouvidoria, atua como o principal elo entre a Prefeitura e a Sociedade, atendendo fisicamente no térreo do Paço Municipal Moacir dos Santos Filho, de segunda a sexta-feira das 9 às 17 horas, 24 horas por dia, todos os dias da semana pela internet nowww.guaruja.sp.gov.br e de segunda a sexta pelo 0800 -772-7000, também em área comercial.

Secretário - Funcionário público municipal desde 2004, Zaqueu Elias Ferreira da Silva, é administrador de empresas, com MBA em administração pública. Para ele o maior desafio da nova secretaria é “conseguir implementar o sistema de controle nas secretarias e melhorar a eficiência na gestão”.
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sexta-feira

Uma ponte de 4.580 metros, saindo da margem direita da Via Anchieta, passando pelo cais no bairro do Saboó (em Santos) e chegando à Rodovia Cônego Domenico Rangoni (a Piaçaguera-Guarujá), pela Ilha Barnabé. É com essa proposta, feita pela Ecovias e já aprovada pela Companhia Docas, que o governo Geraldo Alckmin trabalha para fazer uma nova ligação entre Santos e Guarujá. Ecovias Croqui. Ponte, que deve custar R$ 1,2 bilhão, não será estaiada e vai facilitar o transporte de cargas, liberar pistas da Anchieta no trecho urbano e encurtar a viagem de carro ao Guarujá

Eduardo Reina - O Estado de S.PauloEcovias
Ecovias
Croqui. Ponte, que deve custar R$ 1,2 bilhão, não será estaiada e vai facilitar o transporte de cargas, liberar pistas da Anchieta no trecho urbano e encurtar a viagem de carro ao Guarujá
A proposta prevê ainda pedágio na ponte, apesar de seus custos não serem bancados pelo Estado. A Ecovias se propõe a bancar a construção, com valor estimado hoje em R$ 1,2 bilhão. Em troca, obteria a prorrogação da concessão do Sistema Anchieta-Imigrantes em 15 anos, até 2033, conforme apurou o Estado. De acordo com a empresa, a obra poderá ser concluída em um prazo de dois a três anos.
Por enquanto, descarta-se o projeto anterior lançado pelo governador José Serra (PSDB), há um ano, na pré-campanha eleitoral. A ponte também não será estaiada, como se previa anteriormente, para não atrapalhar o acesso ao Aeroporto do Guarujá, que deverá ganhar novas dimensões com a exploração das jazidas de petróleo do pré-sal.
Se aprovada, será a primeira ligação seca entre as duas margens do Porto de Santos. Facilitará o transporte de cargas, vai liberar pistas da Anchieta, no trecho urbano, e acelerar viagens de carro rumo ao Guarujá. A previsão é de que o vão livre central da nova ligação tenha 120 metros de largura. Haverá dois outros vãos, menores, laterais. Também deverão ser construídos aproximadamente 3 km de pistas para acesso à estrutura.
Mais faixas. De acordo com o diretor-superintendente da Ecovias, Humberto Gomes, é necessário aumentar a capacidade dos acessos à Baixada Santista, por causa do crescimento acentuado do Porto de Santos. "A proposta é remodelar o trecho da Anchieta com a Cônego Domenico Rangoni, no km 55, em Cubatão.
 Nesse ponto, o problema é crônico. Seria construída mais uma faixa de cada lado da rodovia até o polo industrial de Cubatão", explica. Haveria 8 km de faixas, 4 em cada sentido, do km 270 ao km 262. "Quando a Artesp (empresa estadual que cuida das concessões) der o sinal verde, já podemos começar essa parte."
Dados da Ecovias mostram que, em 2010, passaram pela Piaçaguera, sentido Guarujá, 6.009.036 veículos de passeio e 3.480.277 ônibus e caminhões. No sentido inverso, o movimento de carros de passeio cai pela metade - 3.136.041 - e o de caminhões cresce - 3.502.028.
Nova marginal. Posteriormente, a proposta é construir uma nova marginal na Anchieta, no trecho urbano, na entrada do Porto de Santos. A nova marginal seria no sentido planalto. Já há uma pista marginal no sentido de Santos. "Assim poderemos separar o tráfego pesado do de veículos leves e também o trânsito local. Os caminhões utilizariam apenas as pistas centrais até chegar ao viaduto para Alemoa", conta Gomes. Pela Anchieta, desceram a Serra do Mar, no ano passado, 2.244.799 de veículos de passeio e 2.717.882 de caminhões e ônibus. Esse volume para no gargalo formado no entroncamento da Piaçaguera, em Cubatão.
Pela proposta da Ecovias, o trânsito sentido Guarujá e também na direção da Rio-Santos ficará mais leve, principalmente nos fins de semana. As duas faixas a serem construídas facilitarão a passagem de caminhões até a ponte. Na sequência, o tráfego pesado chegará ao porto sem usar o lado urbano da Anchieta. Será segregado na faixa central. 

Construção do Edifício Boulevard constituiria grande perigo para o centro do Guarujá.Felizmente os alarmistas estavam errados.

Clique na foto para ampliar

Apesar das opiniões controversas, nada aconteceu com o grande edifício, misto de lojas,garagens e apartamentos. Altamente valorizado pela localização e custo benefício permanece em grande estilo atendendo a veranistas,turistas e moradores. Suas lojas muito bem montadas tem diversos tipos de comércio e serviços.

Onde andarão as reclamações feitas? Inclusive na Ouvidoria? Já não estaria na hora de publicar qual foi a resposta?


Clique no endereço acima para ver o vídeo da denúncia feita.

Arthur Ferreira
DENÚNCIA !!!! Placas e Bancos são arrancados do calçadão para estacionamento de veículos. Os Condomínios já reclamaram e até agora...... aguardando !!!!!


    • Arthur Ferreira Um detalhe: Rua Antônio de Souza..... rs rs rs.
      há 5 horas · 

    • Marinho Guzman Guzman 
       Ah...em frente ao Thaiti? 
      O mesmo que tem uma área em frente ao seu estabelecimento Monduba onde o estacionamento é exclusivo para carga e descarga? 
      O mesmo que ocupa mais de 500 metros de área no calçadão da Praia de Pitangueiras e paga ridículo aluguel para o Fundo Social de Solidariedade? O mesmo sempre que faz festa para a Associação Comercial?
      O mesmo que sempre ofereceu seu apoio a todos os prefeitos que deixaram nossa cidade como está? Que faz almoços e jantares beneficentes e dá uma "partinha" do lucro para os necessitados? Ah... já sei onde é mas vamos arrumar isso agora com a AAPP. 
      O primeiro passo pode ser ofício ao Thaiti para que gentil e caridosamente reponha a área ao que foi destinada e não a estacionamento.

quinta-feira

Cerca de 952 mil veículos usarão estradas no


DE SÃO PAULO

Balanço da Secretaria de Logística e Transportes de São Paulo e das concessionárias aponta que cerca de 952 mil veículos devem trafegar pelas principais rodovias do litoral do Estado durante o feriado prolongado de Carnaval.


Neste ano, o site do DER terá informações em tempo real sobre a situação das estradas sob sua jurisdição.
Nas rodovias do litoral, são esperados 437,4 mil veículos no feriado: 227,6 mil na Padre Manoel da Nóbrega; 85,8 mil na Manoel Hippólito Rego; 80,1 mil na Mogi-Bertioga; 105,3 mil na Tamoios; e 38,6 mil na Osvaldo Cruz.
ANCHIETA-IMIGRANTES
A concessionária Ecovias espera que entre 400 e 515 mil veículos utilizem as rodovias do sistema Anchieta-Imigrantes no feriado de Carnaval.
Pela previsão da concessionária, o movimento de veículos no sentido litoral começa a aumentar a partir das 13h de sexta-feira (4) e deve ser intenso por todo o sábado.
A concessionária implantará a operação descida, com sete faixas liberadas para descida da serra e três faixas para subida. A operação será implantada também no domingo, das 8h às 14h.
A partir das 19h de segunda, o tráfego de subida deve aumentar e será implantada a operação subida, com sete faixas liberadas para a subida da serra e duas para a descida. A operação deve se estender até a 0h de terça.

quarta-feira

ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA PRAIA DE PITANGUEIRAS - AAPP protocolou pedido de providências À Ouvidoria do Guarujá


À
PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARUJÁ
A/C Sr. Marcos Cesar Ponce Garcia - Ouvidor Geral do Município.
Guarujá - SP
CNPJ 51.081.263/0001-03 inscrita no CNPJ/MF sob n.º 51.081.262/0001-03, com sede à Rua Montenegro, 591 - Pitangueiras, Município de Guarujá/SP, neste ato representada pelo seu procurador ARTHUR FERREIRA, brasileiro, casado, engenheiro civil, registrado no CREA-SP sob o n.º 0601166802, vêm mui respeitosamente a esta Ouvidoria Geral do Município para solicitar providências imediatas da Fiscalização de Comércio da Prefeitura Municipal de Guarujá, tendo em vista o uso abusivo de guarda-sóis e cadeiras pelos ambulantes situados ao longo da faixa de areia da Praia das Pitangueiras, considerando que estes comerciantes estão contrariando o Decreto Municipal n.º 6.426, de 05.12.2002, cuja cópia segue anexo. 
clique na foto para ampliar
Apenas como exemplo, alguns ambulantes situados no trecho compreendido entre a Rua Vereador João de Souza e Rua Cavalheiro Nami Jafet utilizam-se de mais de 20 guarda-sóis e 120 cadeiras, conforme observado nos últimos fins de semana, causando assim grande desconforto para os usuários da faixa da areia, tendo em vista o amontoado de equipamentos sem as mínimas condições de uso, conforme podemos observar na ilustração abaixo.
Assim sendo, seria de grande valia para os freqüentadores das nossas belas praias que a Fiscalização Municipal cobrasse dos respectivos ambulantes o cumprimento do "item b" do referido Decreto Municipal n.º 6.426: "....será permitida a utilização de até quatro (04) guarda-sóis, com quatro (04) cadeiras, para cada carrinho de praia....". 
No aguardo das providências com a maior brevidade possível, subscrevemo-nos agradecidos.
Cordiais Saudações,


AAPP - ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS
DA PRAIA DAS PITANGUEIRAS
CNPJ 51.081.263/0001-03


clique nesse texto para ampliar o Decreto

terça-feira

Nós cidadãos do Guarujá - Publicado no Facebook em 02/03/2011

Nós moradores do Guarujá, assim como comunidades de cidadãos em todo o mundo, tem usado as redes sociais como meio de mobilização de massas para demonstrar que os cidadão que reclamam da administração precária, ineficiente e corrupta conseguem resultados.
Atentos a essas mobilizações a administração do Guarujá tem infiltrado no Facebook funcionários, na maioria das vezes contratados sem concurso, para tentar neutralizar essas mobilizações.
Salvo melhor juízo, essas pessoas que conseguiram cargos na administração por conta de verdadeiras chantagens de políticos, da imprensa marrom e da imprensa chapa branca, estão se expondo e expondo seu interesse na difícil defesa de quem sujeita a nossa cidade, em especial a orla da praia, aos vexames que todos nós podemos presenciar diariamente e que não conseguimos entender e muito menos explicar, para nossos amigos e familiares que não moram na cidade e nos cobram situações, como os mendigos que infestam os calçadões, os buracos das ruas e calçadas, a má conservação de rampas e escadas de acesso às praias, o lixo mal colocado por comerciantes inescrupulosos, ambulantes ilegais e espalhado pelas ruas pelo mau recolhimento da empresa encarregada da coleta, principalmente por não ter horário certo para passar nas ruas.
Detectadas essas pessoas e esse interesse escuso, é preciso desmascará-las e denunciá-las nesta rede social.
Não é porque essa pessoa é seu vizinho, é ou foi seu amigo ou conhecido que você deve poupá-lo. Aceitar nessa comunidade esses amigos dos maus administradores será aceitar a falsidade de quem por salário vem aqui elogiar uns poucos feitos dessa administração que não passam de obrigação e que não atendem às nossas reivindicações.
As primeiras palavras dessa administração foram de que faltava tempo para qualquer resultado. Hoje podemos ver que faltam resultados para todo esse tempo.
Mais de metade do mandato da atual prefeita já foi exercido e essas pequenas obras que poderiam mudar as feições da orla da praia, sala de visitas da cidade não foram feitas.
Cheia de buracos nas calçadas, falta de tampas nos escoadouros de águas pluviais, etc. como se comprovam as denuncias de vários blogs que colocam a prova fotográfica desse desprezo pela orla da praia.
Não deixe de exercer seu mais novo e atual direito de protestar nas redes sociais.
Essa modernidade aliada ao sofrimento que temos tido por tanto tempo será sim uma mistura explosiva para acabar com a perpetuação de poder no legislativo e o apeio do poder como já aconteceu com a administração anterior.
É hora de união em torno de idéias e ideais. Temos de ser um grupo onde a política deve nos servir e não sermos reféns e escravos de administradores ineficientes que se tornam políticos corruptos.
Veja bem quem está defendendo a administração e saiba que esses não são amigos da cidade. São amigos do salário que recebem e de possíveis vantagens outras.
Deixo nessa oportunidade de citar nomes para ver a quem a carapuça pode vestir.
Muitos de nós já sabemos quem eles são.

Veja o blog da Prefeita Maria Antonieta. Ela coleciona as reclamações!!!

http://paraaprefeitaantonieta.blogspot.com/

51 QUIOSQUES DE SOVETES SÓ NA ORLA DA PRAIA


Protocolo de Reclamação na Ouvidoria 1317x2009PABA4 em 6 de março de 2009.

Telefones (13)- 3355-4211 e 3382-3721 
São 8 quiosques na Praia do Tombo e Astúrias...
Clique nas fotos para ampliar.

28 Quiosques de sorvete na Praia da Enseada



15 Quiosques de sorvete na Praia de Pitangueiras

Não tenho dúvidas de que há algo de muito estranho na colocação desses quiosques de sorvetes na orla da praia.
Fotografamos 15 em Pitangueiras e 28 na Praia da Enseada e 8 Asturias e Tombo.
Certamente vamos fotografar mais como na Rua Mário Ribeiro e fazer um processo a ser encaminhado ao Ministério Público.
Talvez a Prefeitura Municipal de Guarujá pudesse nos esclarecer como e porque foram dadas essas licenças, quanto paga cada um desses quiosques para permanecer no local e principalmente a quem pertencem.
Certamente seria uma forma simpática de mostrar que não compactua com essa aberração.

Fala sério...Esses quiosques são fachada para um outdoor de propaganda sem custo e desconfiamos que tem coisa mais séria por trás disso...