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terça-feira

Sem palavras...

Clique na foto para ampliar

Buracos


De:Sandra (sandracorrea@bol.com.br)
Enviada:segunda-feira, 10 de agosto de 2009 15:26:03
Para:falecomodono@hotmail.com
OLÁ,
BOA TARDE
ACHO UM ABSURDO O VALOR QUE PAGAMOS DE IPTU, PELAS NOSSAS RESIDÊNCIAS NO GUARUJÁ, E SUA RUAS E ESTRADAS ESTÃO UM PERFEITO BURACO ÚNICO.
JÁ CHEGUEI ATÉ A VER UM "ZÉ BURACÃO" ,NA FRENTE DO MORRO DO "BIU" NA ESTRADA GUARUJÁ/ BERTIOGA....
PRA ONDE VÃO AS BENFEITORIAS DA CIDADE??? PARA A POPULAÇÃO QUE VOTA NOS POLÍTICOS? ISTO É, VIDE VICENTE DE CARVALHO, POIS É AFINAL, É A QUEM ELES PRECISAM MOSTRAR SERVIÇO, POIS SENÃO NA PRÓXIMA ELEIÇÃO COMO CONSEGUIRÃO SE REELEGEREM.
MAS AFINAL QUEM SUSTENTA A MORDOMIA DOS POLITICO DO GUARUJÁ??? AS CASAS DE VERANEIO OU O POVO DE VICENTE DE CARVALHO??? NÃO POSSO CONCORDAR COM A QUANTIDADE DE BURACOS QUE TEMOS QUE ENFRENTAR DESDE A CHEGADA DO TÚNEL ATÉ A ESTRADA GUARUJÁ BERTIOGA, ATÉ O TRECHO QUE NÃO É ADMINISTRADO PELO DER.... DEPOIS DISSO SIM A ESTRADA CONSEGUE TER UMA MANUTENÇÃO...
ESPERO IMENSAMENTE QUE ALGUÉM TOME PROVIDENCIA.
GRATA
SANDRA REGINA CORREA

segunda-feira

LEÃO LOBO FESTEJA OS SEUS TRINTA E CINCO ANOS DE CARREIRA EM GUARUJÁ ENCENANDO O MONÓLOGO “LEÃO LOBO, SOU EU”


Diariamente é visto na CNT no seu programa de variedades: “Notícias e mais”.

Muitos o conhecem também como ator e neste momento, nos seus trinta e cinco anos de carreira, volta aos palcos com o seu monólogo repleto de emoções.: “Leão Lobo, sou eu”

Uma história contada e revivida...sonhos e realizações, fatos inusitados e uma verdadeira viagem no tempo recordando os mo-

mentos memoráveis da televisão, do painel artístico do Brasil, o inusitado, o real.

O evento acontecerá no dia 14 de agosto às 21 horas no Restaurante Hangar na Praia da Enseada, Guarujá e após a apresentação do monólogo, um show musical em homenagem ao ator com os artistas da Baixada Santista.e participação especial do jornalista e cantor José Flavio

UM POUCO DE LEÃO LOBO

Leão Lobo nasceu no dia primeiro de março de 1954. Seu pai, o talentoso Lobo Junior que durante a ditadura militar foi perseguido pelo seu posicionamento firme contra a repressão.

Seu irmão também é jornalista. A profissão é quase uma questão genética na família, porém o sonho de Leão Lobo sempre foi o teatro e sua estréia nos palcos aconteceu em 1973 na peça “O Jardim dos amores”, dirigida por Cleide Yaconis.

Em 74, uniu arte ao jornalismo estreando como repórter no Jornal da Tarde e na Folha da Tarde. Mais tarde, estreou na televisão, no Programa Mulheres da Tv Gazeta, a seguir, ao lado de Astrid Fontenelle e Aparecida Liberato apresentou o “Melhor da Tarde” na TV Bandeirantes. Atualmente, na CNT comanda o programa “Notícias e mais” e na Rádio Record com o seu quadro diário no programa Paulo Barbosa e aos sábados com o “Programa Leão Lobo”. Além do mundo televisivo, assina várias colunas em revistas, mantém o seu portal na internet e hoje é considerado um dos grandes comentaristas das celebridades.

Sua frase mais conhecida: “Dignidade já”

MONÓLOGO

LEÃO LOBO, SOU EU

Com Leão Lobo. Direção: Paulo de Simone. Participação especial: Nazareth Moreaux

DIA 14 DE AGOSTO

21 HORAS

RESTAURANTE HANGAR

Av. Miguel Estefano 1907-Enseada- Guarujá

Convites- R$30,00

No local até o dia 12 de agosto ou pelo tel. (13) 8152-8202 com Nazareth Moreaux

sábado

Quioques são fonte de preoblemas em todo o Brasil

/ rio de janeiro / operação

08/08/09 - 10h57 - Atualizado em 08/08/09 - 10h57

Proprietários de dois quiosques são multados em Copacabana

Eles faziam show ao vivo com amplificador em área residencial.

Um outro proprietário foi advertido.

Do G1, no Rio

O proprietário de um quiosque em Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi intimado e outros dois multados por fiscais da prefeitura durante a Operação Quiosque Legal. A operação aconteceu na noite de sexta-feira (7) e foi coordenada pela 5ª Região Administrativa e pela subprefeitura da Zona Sul.

saiba mais

Choque de ordem na Lagoa derruba quiosques irregulares

Num quiosque na Avenida Atlântica, altura da Rua Siqueira Campos, o proprietário foi advertido e intimado a retirar o amplificador de som do local.

Segundo o administrador regional, Paulo Heráclito, o decreto lei nº 22345/02 proíbe equipamentos destinados à amplificação de som em área residencial.

Já na altura da Rua Paula Freitas, dois quiosques foram flagrados quando faziam um show ao vivo com amplificador. Cada estabelecimento foi multado em R$ 1 mil.

Para o administrador regional, a operação, que fiscalizou toda a orla, a operação foi positiva.

“Em fevereiro deste ano, realizamos uma vistoria e os quiosques em que encontramos algum tipo de irregularidade receberam orientação. Além disso, em julho realizamos uma reunião com todos os quiosqueiros de Copacabana para firmar um trabalho em parceria. O resultado disso é a diminuição da quantidade de denúncias de moradores, e de irregularidades nos quiosques”, explicou.

A operação contou com o apoio de fiscais da Secretaria de Meio Ambiente, de policiais do 19º BPM e da Guarda Municipal.

Ministra Dilma Rousseff no Guarujá

Sábado, 8 de Agosto de 2009, 16:03

Dilma vem a Guarujá e faz discurso otimista

De A Tribuna On-line


Em uma visita-relâmpango à região, decidida de última hora, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, esteve neste sábado em Guarujá, onde participou de um encontro promovido pelo Grupo Sílvio Santos, no Sofitel Jequitimar, na Praia de Pernambuco.

Durante 50 minutos, ela falou para uma plateia de artístas e empresários sobre a crise internacional e fez um balanço das ações que o governo federal vem desempenhando para garantir a estabilidade da economia, nos últimos meses.

Entoando um discurso otimista, a ministra garantiu que a crise está superada no País e revelou que "projeções de bancos" apontam crescimento de até 5% do Produto Interno Bruto (PIB) a partir do segundo semestre de 2010.

"Estamos saindo da crise mais ricos", destacou Dilma, lembrando que o volume de reservas financeiras do País, atualmente, já é 1,4% maior do que registrado em setembro de 2008, no início da crise. "Tínhamos R$ 207 bilhões e agora temos R$ 210", comparou ela, afirmando que o Governo Lula soube explorar bem essa situação, ao adotar uma "política agressiva" de investimentos, ampliação de créditos e distribuição de renda. "O Governo reagiu, e a inflação está sob controle’’.

Câncer

Dilma, que luta confra um linfoma (câncer no sistema linfático), contou que restam apenas cinco sessões de radioterapia para terminar o tratamento. Ela contou que está se sentindo melhor e que a radioterapia é menos invasiva do que a quimioterapia. ‘’Mas ando muito dorminhoca ainda’’.

sexta-feira

Sexta-feira dia 7 de agosto de 2009

Clique na foto enviada pelos Inconfidentes do GuarujáE não faça como esse motorista. Mude de canal!!!!

Por onde anda o Homem Aranha?

Enviado pelo leitor PAPARANHA...

ELEIÇÕES 2010

Dilma: tratamento hoje e campanha no sábado

quinta-feira, 6 de agosto de 2009 | 6:16

Logo mais, Dilma Rousseff chega ao Hospital Sírio-Libanês (SP) para mais uma série de sessões de radioterapia. Dilma repetirá a dose amanhã e no sábado de manhã.

No sábado à tarde, fará campanha no Guarujá como convidada de Silvio Santos. Não explícita, mas campanha, sim.

Dilma participará de um “bate-papo” com publicitários e anunciantes convidados pelo SBT para “brindar a tantas novidades e novas atrações” no evento que comemorará os 28 anos da emissora.

O encontro com Dilma - assim como todo o evento, que começa amanhã e termina no domingo - será no Sofitel Guarujá, que pertence a Silvio Santos.

Por Lauro Jardim

quarta-feira

Quarta-Feira, 5 de Agosto de 2009, 21:42

Reabertura do Hospital-Maternidade Ana Parteira é adiada por 120 dias

De A Tribuna On-line



Prevista inicialmente para a segunda quinzena de julho, a reabertura do Hospital-Maternidade Ana Parteira, em Vicente de Carvalho, foi adiada por mais 120 dias pela Prefeitura de Guarujá. O decreto estendendo o prazo para o início das atividades no local foi publicado nesta quarta-feira, no Diário Oficial do Município.

Apesar de os serviços de reforma do centro hospitalar (orçados em R$ 1 milhão) já terem sido concluídos neste mês, a unidade ainda não dispõe de estrutura operacional para atender os pacientes. Segundo a assessoria de imprensa da Administração Municipal, falta contratar funcionários, adquirir novos equipamentos e implantar os sistemas de lógica, telefonia e de segurança do local.

Disposta a resolver essa questão no menor tempo possível, ainda nesta quarta a Prefeitura publicou vários editais de pregão para o fornecimento de dieta de nutrição parenteral neonatal e também para a contratação de serviços de limpeza técnica hospitalar, limpeza predial, além da locação de máquinas e equipamentos. A expectativa é de que até dezembro essas contratações já estejam vigorando, para que a unidade entre em funcionamento.

Inaugurada em 21 de junho de 2008, pelo ex-prefeito Farid Madi (2005-2008), a unidade teve seu funcionamento interrompido pela atual Administração, no último dia 27 de fevereiro, sob a justificativa de que as instalações do prédio apresentavam “falhas gravíssimas” em sua estrutura, que colocavam em risco a vida de pacientes e funcionários.

À época, o médico que coordena os trabalhos técnicos no local, Marco Antonio Barbosa dos Reis, mostrou rachaduras e infiltrações em pisos e paredes (inclusive no centro cirúrgico), fiações danificadas e expostas em diversas alas do hospital, além de irregularidades no armazenamento de lixo, medicamentos e vacinas.

Na ocasião, o médico prometeu entregar a maternidade totalmente remodelada e dentro dos padrões exigidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “Teremos UTI Neonatal, UTI semi-intensiva, um centro de parto normal separado do centro cirúrgico (ao contrário do que havia anteriormente), além de um lactário, laboratório e uma agência transfusional”, elencou Barbosa dos Reis, destacando ainda que o hospital será reaberto com o número de leitos ampliados em quase 100% (de 25 atuais passará a ter 54) e com estrutura de atendimento para casos de maior complexidade.

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA Barracas são demolidas na Praia do Francês

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA

Barracas são demolidas na Praia do Francês

Ação movida pela AGU foi acatada por Justiça Federal, sob alegação de que terreno pertence à Marinha Brasileira

Gazetaweb - colaboração de Eduardo Almeida e Wanessa Oliveira

Após acatar uma ação movida pela Advocacia Geral da União, o juiz Sérgio Wanderley, da 2ª Vara Federal, determinou a demolição de mais cinco barracas localizadas na praia do Francês, em Alagoas. A iniciativa do processo partiu da Secretaria de Patrimônio da União, sob alegação de que o terreno é área pertencente à Marinha Brasileira e estaria prejudicando o acesso de pessoas à praia. Três retro-escavadeiras estão efetuando a demolição, na manhã desta quarta-feira (04), com a presença da Polícia Federal e da Polícia Militar.

Esta não foi a primeira demolição de barracas por reintegração de posse à Marinha Brasileira. Segundo o gerente do patrimônio da União, Paulo de Tarso, das 32 barracas instaladas em terreno da Marinha, treze já estão com o processo ‘resolvido’. “Oito dessas já foram demolidas em 2008 e, somando a estas cinco, totalizaremos 13 barracas”, calculou, explicando que não há data definida para a finalização de todos outros estabelecimentos. “Os outros casos ainda estão sendo julgados e a Justiça precisa expedir um documento para que a demolição seja efetuada”, explicou.

De acordo com a proprietária de uma das barracas, Ivete de Lima, 42 anos, a informação recebida, há três meses, era de que a demolição aconteceria no mês de dezembro. “Primeiro disseram que iriam demolir em dezembro, depois passou para janeiro, mas acabou sendo hoje”, lamentou a comerciante.

Longe de serem indenizados pela perda de seus estabelecimentos, os proprietários terão ainda que pagar uma multa, segundo Ivete. “Vou ainda ter que pagar R$ 3 mil referente à demolição, ou, do contrário, meu nome vai para o SPC [Serviço de Proteção ao Crédito]”, lamentou.

Desemprego

O representante dos trabalhadores do Francês, Ivan Virgínio, contou que 100 pessoas devem ficar sem emprego com essa demolição. “Nós esperamos o apoio do Governo do Estado, da União e do Município, para encontrar uma solução”, apelou. Segundo Virginio, a Prefeitura e a União já apresentaram um projeto de reurbanização da orla, onde foi prevista a construção de quiosques.

“O problema é que o número dos quiosques a serem construídos é menor do que o número de barracas que existiam aqui. Eles disseram que a escolha seria mediante sorteio”, esclareceu o representante. Virginio ainda acrescentou que a estrutura também deixará a desejar. “Pelo que soubemos, além de tudo, o espaço é insuficiente”, completou.

O prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus, que acompanhou a demolição, admitiu o crescimento desordenado das barracas e disse que já existe um projeto para reurbanização da área. O projeto prevê a construção de quiosques padronizados em um terreno cedido pela prefeitura.

http://amailha.spaces.live.com/blog/cns!3C8DADE7BC7FA178!386.entry?sa=536411865

Veja a situalçao dos quiosques em outras praias do Brasil

Verão na Serra com mais câmeras e menos quiosques

05/08/2009 - 14h06 ( - gazeta online)

Durante esta semana, os seis quiosques geminados (duplos) da Avenida Itapuã, em Manguinhos, serão demolidos. A Gerência Regional do Patrimônio da União (GRPU) autorizou a construção de novos pontos de venda na orla da praia, porém a taxa mensal de R$3.600,00 cobrada pelo uso do solo, de propriedade da marinha, inviabiliza a exploração comercial.

Em entrevista à Rádio CBN Vitória nesta quarta-feira (05), o secretário de Obras do Município de Serra, Ezequiel Antônio Dadalto, disse que a retirada dos 12 quiosques foi uma exigência da GRPU e a prefeitura cumpriu a ordem de desocupação.

"Já em Jacaraípe apenas três quiosques construídos pela gestão anterior não serão demolidos, mas não serão utilizados com fins comerciais, por causa da alta taxa cobrada pela GRPU. O faturamento do quiosque não compensa". Dadalto explicou ainda que a prefeitura estuda a possibilidade de aproveitar a estrutura pela Secretaria de Segurança ou Saúde.

O secretário adiantou, que por falta dos quiosques à beira mar, os moradores das regiões do litoral da Serra estão abrindo negócios para a venda de água de coco e lanches, na expectativa da movimentação turística na estação mais quente do ano.

Além da movimentação por parte da sociedade, Dadalto afirmou que a prefeitura está mobilizada para receber os turistas. "A Secretaria de Desenvolvimento Urbano vai cadastrar os ambulanetes e os vendedores de alimentos vão contar com a possível liberação da Vigilância Sanitária Municipal, como sempre aconteceu".

De acordo com Dadalto, as obras próximas a praça Encontro das Águas, em Jacaraípe, ainda será concluída, no orçamento de 2010. Em relação a poluição das praias, o secretário contou que os Projeto da Cesan Águas Limpas em parceria com o Governo do Estado e prefeitura da Serra, continua com as ações em Nova Almeida, Jacaraípe e Bicanga.

Segurança

Segundo o secretário serão instalados em algumas regiões, com maior concentração de pessoas, alguns banheiros públicos, principalmente quando a concentração de turistas for maior. Falou também sobre as novas ações de segurança que serão feitas até o fim do ano. "A prefeitura vai instalar mais câmeras de videomonitoramento nos principais balneários, mas estas serão lincadas a uma central de controle, coordenada pelo município e pela Polícia Militar", afirmou.

Dadalto falou das negociações da prefeitura de Serra com o Governo Estadual para o reforçar policialmento na área do balneário do município." A própria prefeitura arcaria com o pagamento dos policiais da reserva, que são pessoas treinadas com habilitação para andar armados, em pontos de maior concentração. O prefeito faria um convênio para melhorar a segurança", explicou o secretário.

Erosão

A prefeitura contratou um empresa para fazer um estudo das mudanças nas correntes marítimas,que estariam provocando erosões nas regiões da orla. "O estudo de Nova Almeida já está pronto. Foi constado um movimento de areia que vai assoriando outras regiões. Deverá ser construindo três piers na localiadade. O volume de gastos será na ordem de R$30 milhões, mas não será para o orçamento deste ano.

http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/minuto_a_minuto/local/materia.php&cd_matia=118390

quinta-feira

O Brasil entra em campo

Luiz Cláudio Cunha

Todos lembram da cena comovente, após a virada de 3 a 2 contra os Estados Unidos no último domingo de junho, na final da Copa das Confederações, em Joanesburgo: os jogadores da seleção brasileira ajoelhados no gramado, erguendo e deitando várias vezes a testa no chão, voltados para Meca, erguendo as duas mãos em agradecimento às graças do profeta Maomé...

Não lembram? Bem, mas todos se recordam de uma cena parecida: os jogadores ajoelhados e abraçados, em círculo, rezando a ave-maria sob a liderança do melhor jogador da Copa, Kaká, que exibia radiante os dizeres da camiseta branca que carregava sob o uniforme da Seleção: "Eu pertenço a Jesus". Escrito em inglês, para que o mundo todo visse e entendesse pela TV.

A Fifa viu – e não entendeu. Fez um alerta à CBF para "moderar" a atitude dos jogadores mais religiosos e só não puniu os atletas porque a rezadeira aconteceu após o apito final do juiz. "Religião não tem lugar no futebol", disse Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação de futebol da Dinamarca, que reclamou do exagero brasileiro à Fifa. "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Não podemos deixar a política entrar no futebol, e a religião também precisa ficar fora", disse o cartola ao jornal Politiken, de Copenhague.

A presença ubíqua de Cristo

No Brasil, todo mundo viu, mas ninguém estranhou, nem reclamou – como certamente fariam, com indignação, se houvesse uma explícita manifestação muçulmana em campo. Aquele gesto de contrição planetária no sul da África, via satélite, acabou revelando um pouco mais de um fenômeno cada vez menos sutil da realidade brasileira: a invasão da religião nas instâncias de poder, nas frestas da sociedade, sob o patrocínio ou complacência das autoridades, atropelando o caráter laico que deveria prevalecer no país há 120 anos, desde a proclamação da República.

O pobre e difamado Piauí deu, no início de julho, um belo exemplo de cidadania. Atendendo representação de 14 entidades da sociedade civil, o Ministério Público em Teresina determinou a retirada de símbolos religiosos dos prédios públicos no estado, fechando capelas instaladas nos edifícios dos governos municipal, estadual e federal. O promotor Edílson Martins prepara uma ação civil, em caso extremo, para garantir o Inciso I do Art. 19 da Constituição Federal, que proíbe cultos religiosos ou igrejas no espaço público. No início do ano, no Rio de Janeiro, outra boa manifestação de respeito à lei: o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Luiz Zveiter, ordenou a retirada dos crucifixos que adornavam o prédio e transformou em ecumênica a capela católica ali alojada.

Esta assepsia ainda não chegou ao centro do poder, em Brasília. A figura de Jesus Cristo é onipresente nos gabinetes e salões mais importantes da capital. Um Cristo esculpido em madeira adorna a parede do gabinete do presidente Lula, no Palácio do Planalto, tendo à direita um vaso de plantas e à esquerda uma ímpia TV de plasma de 46 polegadas. Um crucifixo com a imagem de Jesus, mais discreto, ocupa o centro da parede às costas da cadeira do presidente José Sarney na Mesa diretora do Senado Federal, alguns centímetros acima de um busto de Ruy Barbosa. No plenário da Câmara dos Deputados, atrás da poltrona onde senta o presidente Michel Temer, outro crucifixo. Na sala de sessões do Supremo Tribunal Federal, o presidente Gilmar Mendes tem às costas o brasão com as armas da República. Mas, dois metros à esquerda, lá está a cruz de Cristo na parede.

"Deus seja louvado"

"Não é porque o país tem uma maioria de católicos que minorias de espíritas, judeus, muçulmanos precisam engolir um símbolo cristão", condena Leonardo Sakamoto, doutor em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo. "As denominações cristãs são parte interessada em várias polêmicas judiciais – desde pesquisas com células-tronco ao direito ao aborto. Se esses elementos estão escancaradamente presentes nos locais onde são tomadas as decisões, sem que ninguém se mexa para retirá-las, como garantir que as decisões serão isentas?", pergunta Sakamoto, representante da ONG Repórter Brasil na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae).

A religião se faz presente pela imagem e pela voz no plenário azul-celeste do Senado Federal. "Invocando a proteção de Deus, declaro abertos os trabalhos", proclama o presidente da Mesa, religiosamente às 14h, quando se abre a Ordem do Dia na casa. Deve ser um deus ecumênico porque a saudação nunca mereceu nenhum aparte dos nobres senadores. E certamente não será o católico José Sarney, presidente do Senado, que irá mudar este hábito. Quando presidente da República, em 1986, Sarney implantou uma nova moeda, o cruzado, e imprimiu nas cédulas uma pia novidade: a inscrição "Deus seja louvado". Como sempre, era cópia atrasada dos estadunidenses. Em 1853, quando o Norte liberal guerreava contra o Sul escravocrata, o presidente Abraham Lincoln buscou reforço divino gravando no dólar a expressão In God We Trust (em Deus confiamos). Um século depois, a expressão das moedas passou para a cédula em papel. Em 1954, inebriado pelo macartismo vigente, o presidente Dwight Eisenhower mudou o lema nacional que nascera da união das 13 colônias na Guerra da Indepedência – E Pluribus Unum (de muitos, um) – para invocar a santa proteção na cruzada contra o ateísmo vermelho, imprimindo no verde das notas de dólar a louvação a Deus.

A divina providência de Sarney não resistiu ao sucessor. As notas do cruzeiro, no efêmero governo de Fernando Collor, perderam a inscrição "Deus seja louvado". Seria talvez um prenúncio dos céus naqueles tempos pouco católicos em que o dinheiro circulava pelas mãos impuras de Paulo César Farias e outros infiéis da igrejinha collorida. Com a purificação do poder pelo impeachment, a inscrição voltou no governo-tampão de Itamar Franco. Por obra e graça de um respeitável pensador de esquerda, o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda e futuro presidente, que justificou o pedido ao Banco Central em março de 1994: "A frase é uma resposta à religiosidade do nosso povo." Com a inflação debelada e a economia estabilizada, FHC entoou como nunca, nas cédulas do real, a divisa daqueles inéditos tempos de bonança: "Deus seja louvado".

O veto ao véu islâmico

Os homens pincelaram Deus no dinheiro ecumênico que paira sobre nós e infiltraram Deus no preâmbulo da Constituição cidadã nascida em 1988: "Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado democrático (...) promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição." Não invocaram Zeus, Abraão, Alá, Brama, Zoroastro, Jeová, Osíris, Buda, Confúcio...Cravaram logo um deus suprapartidário, acima de legendas, crenças ou seitas, para garantir um consenso celestial imune a vetos ou dissidências. Tentaram abarcar todos os fiéis, de todas as siglas, mas esqueceram os ateus. O atual presidente dos Estados Unidos, não. Sucessor de George W. Bush, um presidente conservador que encarnou como ninguém o fundamentalismo extremado da direita religiosa no país, Barack Obama foi o primeiro, entre 44 ocupantes da Casa Branca, a tomar posse com menção explícita ao ateísmo: "Somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e das pessoas que não possuem crenças", lembrou Obama em seu discurso.

No mundo civilizado, apesar do radicalismo religioso que sobrevoa a política, percebe-se um esforço crescente para separar o Estado da religião, a cidadania da fé. Em 2004, um debate agitou a França, berço da igualdade, liberdade e fraternidade: o uso da burka, o véu muçulmano que cobre as mulheres. Uma lei proibiu a vestimenta em locais públicos, especialmente escolas. "A burka não é bem-vinda na França", proclamou o presidente Nicolas Sarkozy, um advogado conservador de origem judaica e criação católica. "Ela é um símbolo de servidão que contraria a idéia da República francesa sobre a dignidade da mulher", completou Sarkozy, colocando o caráter laico do Estado acima dos interesses dos 5 milhões de muçulmanos do país, cerca de 10% da população da França.

Em 2006, a Holanda, governada por uma coligação cristã-democrata com liberais de direita, vetou a burka em público, alegando "perigo para a ordem pública e para a segurança nacional". A ministra da Emigração, Rita Verdonk, justificou a restrição: "É muito importante que possamos olhar cara a cara para nos comunicarmos." Na Alemanha, coração da Europa e santuário da Reforma protestante, metade dos 16 estados proibiu as professoras muçulmanas de usar lenço ou véu islâmico nas salas de aula. No Reino Unido, a professora Ayshah Azmi foi suspensa depois de se recusar a dar aulas sem o véu. Agora, escolas e hospitais britânicos estudam a proibição doniqab, o véu que cobre todo o rosto, com exceção dos olhos.

Um acordo "gravíssimo"

Na contramão do mundo, o presidente Lula entra no campo religioso longe dos olhos da sociedade brasileira. Em novembro de 2008, ele foi a Roma e viu o papa. Foram 24 minutos de conversa privada no escritório privativo de Bento 16. "Muito obrigado, presidente, pelo acordo que será assinado hoje", agradeceu o representante de Deus na Terra. Não era um encontro de estadistas. Era uma reunião do chefe supremo da Igreja com o líder popular da maior nação católica do mundo (125 milhões de fiéis entre 190 milhões de brasileiros). O agradecimento tinha sentido porque o Brasil se rendia a anos de pressão do Vaticano para ampliar a força do ensino religioso nas escolas públicas do ensino fundamental. O papa não conseguiu tornar "obrigatório" o ensino, mas formalizou uma intrusão impensável nas escolas de um país que se diz laico e soberano.

O arcebispo Dominique Mamberti, chanceler das Relações Exteriores do Vaticano, tentou disfarçar: "Não são privilégios porque não se pode chamar de privilégio o reconhecimento de uma realidade social tão importante como é hoje em dia a Igreja católica no Brasil". Diplomático, o bispo defendeu-se: "O acordo não afeta em nada os cidadãos de outros credos, já que garante o pluralismo religioso, assim como o laicismo saudável". O Brasil não se espantou com a condicionante, talvez por ter padecido muito tempo da "democracia relativa" dos militares, que guarda certa isonomia com o "laicismo saudável" dos padres.

O acordo de 20 artigos parecia inspirado pelos diabólicos atos secretos do Senado brasileiro: estranhamente, não foi discutido previamente com o principal interessado, a sociedade brasileira. "É uma autêntica Concordata com a Santa Sé que, além de ter sido preparada na clandestinidade, sem qualquer aviso ou debate, confronta o espírito da Carta Magna e os fundamentos de um Estado secular", protestou o jornalista Alberto Dines. "Por que o sigilo? Que tipo de pressão o governo sofreu? Como o presidente Lula faz isso sem abrir para a discussão?", perguntou a professora Roseli Fischmann, que coordena há 20 anos o grupo de pesquisa "Discriminação, Preconceito, Estigma" da Universidade de São Paulo (USP). Falando ao portal iG, Fischmann classificou o acordo de "gravíssimo" pelo que representa: "É uma violência à pluralidade de crenças da população, fere a democracia e cria cidadãos de segunda classe – o católico e o não-católico".

O ensino religioso

Por trás dos sorrisos de Bento e de Lula paira uma nuvem pesada, segundo a professora: "O acordo não contempla a liberdade de consciência. Não querer dar religião para os filhos é o direito da família. Isso não os torna menos cidadãos brasileiros. Ser ateu ou agnóstico é um direito de foro íntimo. É absolutamente estigmatizador e criará a cultura de que não é íntegro quem não teve ensino religioso".

Um dos maiores riscos, segundo a pesquisadora da USP, está no final do documento, no Art. 18, que reza: "O presente acordo poderá ser complementado".

Fischmann traduz a ameaça ali inoculada: "Isso dá espaço para que a Igreja intervenha em questões como o aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, pesquisas com células-tronco, entre outras". A professora deposita sua fé no Congresso Nacional, que precisa ratificar o acordo quase confessional firmado entre Lula e Bento 16: "Se ele passar no Parlamento, o Brasil dá poder à Igreja e veta a si mesmo. É preciso uma grande movimentação para que os parlamentares compreendam que o acordo contraria a Constituição e volta o Brasil 120 atrás, quando a República separou Igreja e Estado".

O jornal Correio Braziliense mostrou em três edições (12 a 14 de julho) que os temores insinuados em Roma já assombram as escolas brasileiras. Um estudo inédito – "Ensino religioso: qual o pluralismo?" –, financiado pela Universidade de Brasília (UnB) e pela Comissão de Cidadania e Reprodução, prova que a Igreja já transborda os limites da Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que determina como facultativo o ensino da religião e limita suas aulas a alunos do ensino fundamental. Na prática, porém, só metade dos 27 estados brasileiros cumpre a lei, restringindo o ensino religioso às escolas da 1ª à 8ª série, sem incluir a disciplina na carga obrigatória de 800 horas anuais. Oito estados (entre eles RS, PR, BA e DF) estendem as aulas de religião ao ensino médio ou infantil, outros oito (entre eles SP, PE, CE e PA) contabilizam a disciplina na carga obrigatória, desrespeitando o caráter facultativo da lei.

Ajoelhar e rezar não é salvação

A mixórdia é geral. Religião é a única disciplina que não se submete às orientações do Ministério da Educação (MEC) que, por isso, mesmo não tem nenhum material didático a recomendar. Os professores de religião de 14 estados são contratados sem seleção pública. Em Santa Catarina, um dos objetivo da disciplina é o ensino do "mistério" – seja lá o que isso signifique; em Tocantins, o requisito para contratar o professor de religião é "irrepreensível conduta ética e moral" – condição que vetaria muitos senadores e deputados do atual Congresso.

A União transferiu para os Estados a normatização do ensino religioso e, com isso, aumentou a esbórnia. O ensino religioso é regulamentado por lei em três estados, por decreto em quatro, por parecer em dois, por deliberação em outros dois, por instrução em um e por resoluções em 15 estados. Resumo da missa: o estudo "Ensino Religioso" da UnB será entregue ao ministro Celso de Mello, do STF, que julga uma ação de inconstitucionalidade da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) contra uma lei do Rio de Janeiro que fere a separação entre o ensino e a religião.

A overdose de proselitismo religioso transborda dos campos de futebol, das escolas e dos plenários políticos, para invadir o espaço das emissoras de TV de sinal aberto. A voraz Igreja Universal não se contenta com sua Rede Record. Amplia seus sermões pelas redes Mulher, Família e CNT e deita louvação em emissoras de rádio de 16 das maiores cidades de São Paulo e sete do Rio de Janeiro. A Rede Bandeirantes, toda santa noite, reserva o horário nobre das 21h para o Show da Fé, do missionário R.R. Soares, líder da Igreja Internacional da Graça. A concessão pública de TV acaba sendo desviada para programas de doutrinação e escapismo espiritual, que misturam copos d´água abençoados, exorcismos no palco, pastores clonados e uma virtual "tele-bênção".

Os nomes das atrações televangélicas que invadem as manhãs, noites e madrugadas explicam tudo: Jejum das Causas Impossíveis, Igreja Internacional da Graça de Deus, Catedral Internacional da Bênção, Terapia da Família, Igreja Viva, Ponto de Luz, Fala que eu Te Escuto, Santo Culto em seu Lar e Espaço da Vida Vitoriosa, entre outros.

Com o cerco crescente da religião – na sala de TV, na sala de aula, nos salões do Congresso e nos gabinetes presidenciais –, parece não restar mais espaço livre, nem momentos, nem cidadãos imunes à massiva doutrinação deste fundamentalismo sem fronteiras e sem limites, virtual e real.

Ajoelhar e rezar, como faz a Seleção brasileira, não é a solução. Muito menos a salvação.

Luiz Cláudio Cunha é jornalista e este artigo foi escrito para o site Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=548JDB003).

Colaboração de Igor Veltman

segunda-feira

Clube dos Amigos da Cultura


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Você é daqueles que ajudam ou atrapalha quem quer ajudar?

Foto tirada na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca 452.
Clique na foto para ampliar.
Dar dinheiro, roupas e comida para quem está na rua é inviabilizar o trabalho das instituições que tentam tirar essas pessoas da situação de mendicância.
Se você é dos que dão dinheiro, comida e facilidades a essas pessoas, saiba que eles não aceitam a ajuda correta porque existem regras como banho, tratamento de alcoolismo e psiquiátrico.
Não atrapalhe quem está trabalhando nem tente impedir a retirada dos homens e mulheres da rua.
Eles são retirados porque estão em situação de risco e colocam os demais cidadãos nessa situação.
Colabore com a Guarda Municipal e com a Assistência Social no convencimento para que eles tenham a ajuda correta.
Eu pessoalmente falei várias vezes ao ex Prefeito Farid Madi que essa construção, com esse tipo de cobertura e esses bancos iriam criar um albergue.
Ele riu! E aí está mais um problema para a cidade.

E-mail recebido de leitor:

Desabafo

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Você é daqueles que ajudam ou atrapalha quem quer ...":

Existem vários ditados que cabe nesta situação.

Em casa de ferreiro espeto é de pau.

Cachorro de muitos donos morre de fome. Recentemente morreu em nossa cidade A PEROLA DO ATLANTICO, um rapaz não sei o porque de ele estar nas ruas, mas acompanhei sua morte lenta e agonizante.

Quando ele apareceu na Rua Mário Ribeiro.Estranhei muito, pois sempre o via acompanhado de seu filho. Certo dia perguntei a ele o que tinha acontecido e ele me disse que estava olhando carro porque estava desempregado, Em dezembro e Janeiro, olhou carro e trabalhou de garçom. A poucas vezes que conversamos avisei para ele tomar cuidado pois a rua é uma madrasta ruim, dei comida a ele algumas vezes e não me arrependo.

Como era de esperar as drogas, falaram alto em seus ouvidos e ele passou somente a ouvi-la, várias vezes chamamos o albergue para levá-lo, mas no dia seguinte lá estava ele, passou a roubar a apanhar, virou saco de pancadas dos mais fortes.

Ele sempre voltava para as ruas, porque ninguém podia negar o direito dele de ir e vir. Ele andava pelas ruas sem ter noção nem das suas necessidades fisiológicas. Será que ele tinha condições de decidir alguma coisa. Ou faltou alguém para decidir por ele. Quando me pediu comida dei a ele, não vou me arrepender disso.

Mas me arrependo de não ter brigado mais por ele.

Morreu no dia 24 de julho vitima de espancamento. Lembrei de uma música! Está lá um corpo estendido no chão, em vez de uma prece uma praga de alguém.

Esta é nossa cidade, estamos ficando desumanos, não podemos ajudar a todos, mas podemos exigir de nossas Autoridades, e isto tudo tem um nome DESCASO.

Esses e outros problemas só irão agravar-se, se cada um de nós não fizer um pouquinho, e cobrar muito.

Obrigado por ler meu desabafo!!!

NOTA DO EDITOR:

Ao amigo que escreveu o Desabafo e que postei com destaque. Como você viu, manter esse rapaz na rua não foi uma boa idéia e nem uma boa ação. Ter dado comida e roupa não bastou. Você deveria ter negado dinheiro,comida e roupa e tê-lo levado a um local onde ele poderia ter sobrevivido. Não quero condená-lo. Você fez o que podia mas aí está, infelizmente errou!!! Permanecer na rua causou a sua morte.

O Editor do SOS Guarujá.