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terça-feira

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA Barracas são demolidas na Praia do Francês SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA

Barracas são demolidas na Praia do Francês

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA

Barracas são demolidas na Praia do Francês

Ação movida pela AGU foi acatada por Justiça Federal, sob alegação de que terreno pertence à Marinha Brasileira

Gazetaweb - colaboração de Eduardo Almeida e Wanessa Oliveira

Após acatar uma ação movida pela Advocacia Geral da União, o juiz Sérgio Wanderley, da 2ª Vara Federal, determinou a demolição de mais cinco barracas localizadas na praia do Francês, em Alagoas. A iniciativa do processo partiu da Secretaria de Patrimônio da União, sob alegação de que o terreno é área pertencente à Marinha Brasileira e estaria prejudicando o acesso de pessoas à praia. Três retro-escavadeiras estão efetuando a demolição, na manhã desta quarta-feira (04), com a presença da Polícia Federal e da Polícia Militar.

Esta não foi a primeira demolição de barracas por reintegração de posse à Marinha Brasileira. Segundo o gerente do patrimônio da União, Paulo de Tarso, das 32 barracas instaladas em terreno da Marinha, treze já estão com o processo ‘resolvido’. “Oito dessas já foram demolidas em 2008 e, somando a estas cinco, totalizaremos 13 barracas”, calculou, explicando que não há data definida para a finalização de todos outros estabelecimentos. “Os outros casos ainda estão sendo julgados e a Justiça precisa expedir um documento para que a demolição seja efetuada”, explicou.

De acordo com a proprietária de uma das barracas, Ivete de Lima, 42 anos, a informação recebida, há três meses, era de que a demolição aconteceria no mês de dezembro. “Primeiro disseram que iriam demolir em dezembro, depois passou para janeiro, mas acabou sendo hoje”, lamentou a comerciante.

Longe de serem indenizados pela perda de seus estabelecimentos, os proprietários terão ainda que pagar uma multa, segundo Ivete. “Vou ainda ter que pagar R$ 3 mil referente à demolição, ou, do contrário, meu nome vai para o SPC [Serviço de Proteção ao Crédito]”, lamentou.

Desemprego

O representante dos trabalhadores do Francês, Ivan Virgínio, contou que 100 pessoas devem ficar sem emprego com essa demolição. “Nós esperamos o apoio do Governo do Estado, da União e do Município, para encontrar uma solução”, apelou. Segundo Virginio, a Prefeitura e a União já apresentaram um projeto de reurbanização da orla, onde foi prevista a construção de quiosques.

“O problema é que o número dos quiosques a serem construídos é menor do que o número de barracas que existiam aqui. Eles disseram que a escolha seria mediante sorteio”, esclareceu o representante. Virginio ainda acrescentou que a estrutura também deixará a desejar. “Pelo que soubemos, além de tudo, o espaço é insuficiente”, completou.

O prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus, que acompanhou a demolição, admitiu o crescimento desordenado das barracas e disse que já existe um projeto para reurbanização da área. O projeto prevê a construção de quiosques padronizados em um terreno cedido pela prefeitura.

http://amailha.spaces.live.com/blog/cns!3C8DADE7BC7FA178!386.entry?sa=536411865

quarta-feira

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA Barracas são demolidas na Praia do Francês

SPU DERRUBA QUIOSQUES EM AREA DE MARINHA

Barracas são demolidas na Praia do Francês

Ação movida pela AGU foi acatada por Justiça Federal, sob alegação de que terreno pertence à Marinha Brasileira

Gazetaweb - colaboração de Eduardo Almeida e Wanessa Oliveira

Após acatar uma ação movida pela Advocacia Geral da União, o juiz Sérgio Wanderley, da 2ª Vara Federal, determinou a demolição de mais cinco barracas localizadas na praia do Francês, em Alagoas. A iniciativa do processo partiu da Secretaria de Patrimônio da União, sob alegação de que o terreno é área pertencente à Marinha Brasileira e estaria prejudicando o acesso de pessoas à praia. Três retro-escavadeiras estão efetuando a demolição, na manhã desta quarta-feira (04), com a presença da Polícia Federal e da Polícia Militar.

Esta não foi a primeira demolição de barracas por reintegração de posse à Marinha Brasileira. Segundo o gerente do patrimônio da União, Paulo de Tarso, das 32 barracas instaladas em terreno da Marinha, treze já estão com o processo ‘resolvido’. “Oito dessas já foram demolidas em 2008 e, somando a estas cinco, totalizaremos 13 barracas”, calculou, explicando que não há data definida para a finalização de todos outros estabelecimentos. “Os outros casos ainda estão sendo julgados e a Justiça precisa expedir um documento para que a demolição seja efetuada”, explicou.

De acordo com a proprietária de uma das barracas, Ivete de Lima, 42 anos, a informação recebida, há três meses, era de que a demolição aconteceria no mês de dezembro. “Primeiro disseram que iriam demolir em dezembro, depois passou para janeiro, mas acabou sendo hoje”, lamentou a comerciante.

Longe de serem indenizados pela perda de seus estabelecimentos, os proprietários terão ainda que pagar uma multa, segundo Ivete. “Vou ainda ter que pagar R$ 3 mil referente à demolição, ou, do contrário, meu nome vai para o SPC [Serviço de Proteção ao Crédito]”, lamentou.

Desemprego

O representante dos trabalhadores do Francês, Ivan Virgínio, contou que 100 pessoas devem ficar sem emprego com essa demolição. “Nós esperamos o apoio do Governo do Estado, da União e do Município, para encontrar uma solução”, apelou. Segundo Virginio, a Prefeitura e a União já apresentaram um projeto de reurbanização da orla, onde foi prevista a construção de quiosques.

“O problema é que o número dos quiosques a serem construídos é menor do que o número de barracas que existiam aqui. Eles disseram que a escolha seria mediante sorteio”, esclareceu o representante. Virginio ainda acrescentou que a estrutura também deixará a desejar. “Pelo que soubemos, além de tudo, o espaço é insuficiente”, completou.

O prefeito de Marechal Deodoro, Cristiano Matheus, que acompanhou a demolição, admitiu o crescimento desordenado das barracas e disse que já existe um projeto para reurbanização da área. O projeto prevê a construção de quiosques padronizados em um terreno cedido pela prefeitura.

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Veja a situalçao dos quiosques em outras praias do Brasil

Verão na Serra com mais câmeras e menos quiosques

05/08/2009 - 14h06 ( - gazeta online)

Durante esta semana, os seis quiosques geminados (duplos) da Avenida Itapuã, em Manguinhos, serão demolidos. A Gerência Regional do Patrimônio da União (GRPU) autorizou a construção de novos pontos de venda na orla da praia, porém a taxa mensal de R$3.600,00 cobrada pelo uso do solo, de propriedade da marinha, inviabiliza a exploração comercial.

Em entrevista à Rádio CBN Vitória nesta quarta-feira (05), o secretário de Obras do Município de Serra, Ezequiel Antônio Dadalto, disse que a retirada dos 12 quiosques foi uma exigência da GRPU e a prefeitura cumpriu a ordem de desocupação.

"Já em Jacaraípe apenas três quiosques construídos pela gestão anterior não serão demolidos, mas não serão utilizados com fins comerciais, por causa da alta taxa cobrada pela GRPU. O faturamento do quiosque não compensa". Dadalto explicou ainda que a prefeitura estuda a possibilidade de aproveitar a estrutura pela Secretaria de Segurança ou Saúde.

O secretário adiantou, que por falta dos quiosques à beira mar, os moradores das regiões do litoral da Serra estão abrindo negócios para a venda de água de coco e lanches, na expectativa da movimentação turística na estação mais quente do ano.

Além da movimentação por parte da sociedade, Dadalto afirmou que a prefeitura está mobilizada para receber os turistas. "A Secretaria de Desenvolvimento Urbano vai cadastrar os ambulanetes e os vendedores de alimentos vão contar com a possível liberação da Vigilância Sanitária Municipal, como sempre aconteceu".

De acordo com Dadalto, as obras próximas a praça Encontro das Águas, em Jacaraípe, ainda será concluída, no orçamento de 2010. Em relação a poluição das praias, o secretário contou que os Projeto da Cesan Águas Limpas em parceria com o Governo do Estado e prefeitura da Serra, continua com as ações em Nova Almeida, Jacaraípe e Bicanga.

Segurança

Segundo o secretário serão instalados em algumas regiões, com maior concentração de pessoas, alguns banheiros públicos, principalmente quando a concentração de turistas for maior. Falou também sobre as novas ações de segurança que serão feitas até o fim do ano. "A prefeitura vai instalar mais câmeras de videomonitoramento nos principais balneários, mas estas serão lincadas a uma central de controle, coordenada pelo município e pela Polícia Militar", afirmou.

Dadalto falou das negociações da prefeitura de Serra com o Governo Estadual para o reforçar policialmento na área do balneário do município." A própria prefeitura arcaria com o pagamento dos policiais da reserva, que são pessoas treinadas com habilitação para andar armados, em pontos de maior concentração. O prefeito faria um convênio para melhorar a segurança", explicou o secretário.

Erosão

A prefeitura contratou um empresa para fazer um estudo das mudanças nas correntes marítimas,que estariam provocando erosões nas regiões da orla. "O estudo de Nova Almeida já está pronto. Foi constado um movimento de areia que vai assoriando outras regiões. Deverá ser construindo três piers na localiadade. O volume de gastos será na ordem de R$30 milhões, mas não será para o orçamento deste ano.

http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/minuto_a_minuto/local/materia.php&cd_matia=118390