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domingo
Será que adianta reclamar?João Leite Neto
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terça-feira
Melhor chamar o Tiririca
quinta-feira
Um quiosque a cada 10 metros.

domingo
Foi uma bonita festa, a etapa do SuperSurf na Praia de Pitangueiras-Guarujá

Por que devemos cobrar com veemência, das autoridades, a solução para os moradores de rua no Guarujá?
Segundo essa fonte, o número seria suficiente para que eles criassem três municípios, com toda a estrutura econômica e social para viverem com cidadania.
Os números são desconhecidos no Guarujá, e ainda que alguém me dissesse um ou outro número, eu duvidaria dele, como duvido de todos os números apresentados pela metodologia caiçara do “achismo”.
Infelizmente, tem a mesma credibilidade daqueles que os fornecem.
“Acho” que na orla das Praias esse numero pode chegar a uns 100 fora da temporada e durante os meses da temporada pode ser o triplo ou mais.
Como resolver o problema? Não sei!
Mas, certamente, é preciso cuidar desse assunto e dar publicidade aos cidadãos de como isto está sendo feito, por quem, quais são os critérios e os resultados.
No dia 8 de maio, por volta de 10 horas, a Praia de Pitangueiras tinha milhares de pessoas assistindo a um campeonato de Surf dos mais importantes do mundo.
Perambulavam pelo evento, lado a lado, políticos, jornalistas, repórteres, turistas, veranistas, participantes e moradores.
A Guarda Municipal estava presente com pelo menos 20 elementos. Discretamente, cheguei perto de dois deles e perguntei se eles poderiam ligar para algum departamento da prefeitura, para solicitar a retirada de um grupo de “moradores de rua” que perturbava os transeuntes, sem se preocupar de que categoria eles eram, se eram maiores ou menores de idade, senhoras, crianças, representantes da imprensa tupiniquim ou alienígena.
Educados, como todos os da corporação com quem já conversei até hoje, percebi a impotência, a falta de conhecimento e a pouca disposição para encarar esse assunto que, aliás, não é o preferido de nenhum cidadão.
Claro que fiquei sem resposta e a situação perdurou, mostrando lado a lado a beleza de Pitangueiras e a feiúra de todos nós pseudo cidadãos, ao permitir que isso aconteça aqui, na avenida da praia ou mais para dentro em qualquer bairro.
Certamente, não há uma fórmula única, para acabar com esse problema e se houvesse, alguns políticos não permitiriam que houvesse dinheiro suficiente para implantá-la.
Faz mais de 120 dias que escrevo todos os dias neste blog e coloco fotos de moradores de rua, lixo e outros problemas que afligem a cidade.
Mando todos os dias, cerca de 100 e-mails para vereadores, pessoas da administração, posto em blogs, inclusive no da prefeita.
Nunca recebi um e-mail, um telefonema, nada de nenhuma autoridade, ou departamento responsável pela comunicação da prefeitura, dos problemas apontados e como estão sento tratados.
Dessa maneira, não podendo escrever daquilo que não estou informado, deixo aqui minha impressão, de que nada está sendo feito na cidade ou que a comunicação é o ponto mais falho nessa administração, o que torna minhas postagens, quase um monólogo.
Uma coisa é certa, nós cidadãos comuns, moradores e visitantes da cidade estamos sendo privados dos espaços ocupados impropriamente pelos desocupados.
Todas as ações que são feitas, serão feitas ou deveriam ser feitas não podem ter as avenidas das praias como palco e a imprensa, onde me incluo, deveria ser informada delas, para que transmitissem aos cidadãos interessados.
Não sei, por onde as autoridades podem ou devem caminhar, uma coisa é certa, se não temos banheiros públicos na orla da praia, nossos muros, jardins e calçadas estão sendo impropriamente usados como sanitários, os bancos como camas e as belezas da nossa cidade estão se apagando aos olhos do mundo, que certamente viram que nós não cuidamos dos problemas, que causam problemas e escandalizam os visitantes.
Poucos se arriscarão a visitar, comprar apartamentos ou dizer que Guarujá é uma Pérola.
Muitos dizem, com base em velho ditado, que é uma uma pérola, atirada aos porcos.
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Rolou no final de semana o primeiro campeonato Signal Evolution Entre Praias, no Canto do Maluf, Pitangueiras, Guarujá (SP).
O campeonato foi idealizado 7 da elite mundial, que está homenageando a região e seus amigos.
Mineirinho é guarujaense e iniciou a carreira no Guarujá mesmo. O clima do evento é de pura confraternização da galera local.
A idéia é que todos os surfistas que não competem regularmente viessem competir e sentissem o que é vestir uma lycra e entrar numa bateria.
Foram 80 inscritos em seis categorias: Petit, Iniciante, Open, Longboard, Feminino eSignal Evolution, sendo esta última para atletas ranqueados e que correm campeonatos regularmente.
A organização do campeonato foi feita pelo Espaço Histórico do Surf, Pirata, Gab Carrero e Bruno Caraça, com apoio da Associação de Surf do Guarujá e supervisão da Federação Paulista de Surf. Patrocíno:stórico do Surf, shape Neco Carbone, Associação de Surf do Guarujá e Prefeitura Municipal do Guarujá.
Fonte: Waves
SuperSurf
Jano Belo larga na frente
Por Fernando Iesca em 10/05/2009 09:51
O paraibano Jano Belo foi o grande vencedor da primeira etapa do SuperSurf 2009, que rolou na praia de Pitangueiras, Guarujá (SP).
Clique aqui para ver as fotos
Clique aqui para assistir a entrevista com o campeão
Para conquistar o título ele derrotou o atual campeão brasileiro Gustavo Fernandes por 16.77 a 10.50 pontos na grande final do evento.
A decisão aconteceu nas boas direitas do pico, que quebraram com cerca de 1 metro e séries maiores, proporcionando paredes extensas para o show de manobras e radicalidade.
Gustavo pegou a primeira onda da final, mas Jano assumiu a liderança com uma boa onda que lhe rendeu 6.50.
Na sequência, o paraibano encontrou um direita incrível e desferiu uma série de batidas e rasgadas agressivas, perfeitamente encaixadas e sempre no crítico
Com muita pressão, ele buscou sempre o limite máximo das manobras para arrancar mais um 9.60 e selar definitivamente sua ida ao lugar mais alto do pódio.
Depois dessa onda, o carioca Gustavo Fernandes se viu em combinação. Ele bem que tentou, mas não conseguiu encontrar as ondas que precisava para reverter a situação.
“Que dia inacreditável! Estou muito feliz e quero agradecer a Deus, porque eu sei que Jesus está sempre comigo”, comemora o campeão Jano Belo. “Quero dedicar este prêmio à minha mãe, pelo seu dia hoje”, finaliza o paraibano no dia das mães.
Apesar de não se encontrar na final, o campeão brasileiro surfou muito bem durante todo o evento e aterrorizou seus os adversários com o poder do seu backside muito afiado nas direitas do Guarujá.
Pela vitória, Jano Belo embolsa R$ 21 mil e começa o ano na liderança do Circuito Brasileiro Profissional. Os terceiros lugares ficaram com o catarinense Willian Cardoso e com o carioca Pedro Henrique.
Willian Cardoso protagonizou uma das baterias mais disputadas na semifinal e mesmo com uma bela onda que lhe valeu 9.33, ele não
conseguiu deter o campeão da prova.
Atual campeão do Brasil Tour, Pedro Henrique retorna este ano à elite nacional depois de um tempo afastado para representar o Brasil nas competições internacionais dos circuitos mundiais. Logo em sua primeira prova depois do retorno, ele fez excelentes atuações e começou o ano no pódio.
SuperSurf 2009
Ranking depois de uma etapa
1 Jano Belo (PB) – 1.000 pontos
2 Gustavo Fernandes (RJ) – 860
3 Willian Cardoso (SC) – 730
3 Pedro Henrique (RJ) – 730
5 André Silva (CE) – 610
5 Marco Polo (SC) – 610
5 Tânio Barreto (AL) – 610
5 Edvan Silva (CE) – 610
9 Peterson Rosa (PR) – 500
9 Flávio Costa (BA) – 500
9 Guga Arruda (SC) – 500
9 Odirlei Coutinho (SP) – 500
9 Thiago de Sousa (CE) – 500
9 David do Carmo (SP) – 500
9 Michel Roque (CE) – 500
9 Heitor Pereira (SP) – 500
sábado
OS SUPERMERCADOS E A EXTINÇÃO DO PEQUENO COMÉRCIO GUARUJAENSE

Nesta manhã minha esposa chegou irritada do Supermercado.
A irritação não se devia as filas de pão, a falta de leite e ao afluxo de milhares de Turistas.
Sua irritação era clara e contumaz, a majoração de preços dos supermercados em vésperas de Feriados, atitude normal na cidade do Guarujá.
Esta atitude mesquinha e monopolista é rotineira em nossa cidade.
A maioria das Redes de Supermercado aumentam seus preços em vésperas de feriados, prejudicando a sofrida população Guarujaense.
Esses aumentos são indiscriminados, somente o nosso querido pãozinho, sofre majoração de 50%.
Sem qualquer duvida, as grandes Redes de Supermercado são as verdadeiras Pragas Bíblicas do Século XX. Com o marketing de fácil estacionamento, segurança, milhares de promoções, os supermercadistas como Cavaleiros do Apocalipse extinguiram diversas modalidades de comércio como Peixarias, Açougues, Jornaleiros, Bazares, Papelarias e agora iniciam a nova ofensiva lutando para comercializar remédios e a venda de Combustíveis.
A população vem sofrendo problemas com a marolinha do Presidente Lula, milhares de pessoas desempregadas, aumentos nos valores dos serviços das concessionárias públicas e complementando a ação, atitudes egoístas de maus comerciantes, que dispõem de condições fantásticas de compra, devido a quantidade de lojas, prazo de pagamentos, promoções e como bons políticos brasileiros, não repassam essas vantagens à população, e sim em beneficio próprio.
Muitas vezes me revoltei,quando pequeno comerciante no Guarujá ao ver Turistas que chegavam a nossa cidade abastecidos de compras realizadas na sua cidade de origem, chamava-os de "Farofeiros", mas a realidade é que existe sim, uma gritante diferença de preços entre Supermercados da mesma rede entre São Paulo e o Guarujá.
Redes de Supermercados, Gerentes e Funcionários mantem o velho discurso, para justificar essa diferença, o pedágio, a distância, as balsas, etc...
Gostaria de lembrar aos exploradores de primeira hora, que morei durante alguns anos em São Paulo e a distância do meu bairro a Serra da Cantareira à Estação da Luz, é exatamente 28 Kms, como sair do centrinho do Guarujá ao centro de Bertioga.
quarta-feira
TRANSLITORAL !

| De: | |
| Enviada: | quarta-feira, 15 de abril de 2009 |
| Para: | falecomodono@hotmail.com |
Vejo todo mundo reclamar da demora dos ônibus, dos funcionários, etc.....
Mas ainda não vi nenhuma reclamação sobre o cartão e não achei resposta e nem ninguém que me responda.
A integração: vai muito bem obrigada! Enquanto a isso não tenho o que falar de mal.
No sentido da limitação estou incorfomada.
Acho que a pior coisa foi inventarem o maldito "cartão de ônibus" limitado. É "LIMITADO".
Se não fosse a limitação o cartão seria perfeito. Mas como em tudo existe tem o lado bom e o ruim, fazer o q né?
Mas preciso realmente saber se tem algo que pode ser feito para isso mudar.
Não digo por culpa da administração, mas sim por medidas sem lógica da Translitoral.
Pergunto: Por que não posso usar mais de 4 conduções no mesmo dia???????
Se o dinheiro creditado no cartão é meu, eu uso quantas vezes eu quiser! Será que estou errada???
Como se não bastasse ter que receber a minha condução creditada em cartão, mesmo que não use o mesmo por ter condução própria. Ter um cartão somente acumulando crédito ou usando uma vez ou outra e quando vai usar veja o que acontece. R-i-d-í-c-u-l-o!
Em um belo dia preciso ir a vários lugares em horários diferentes. Entro no ônibus, e vou passar o cartão pela 5º vez e simplismente não passa! Mesmo tendo um saldo de nada mais nada menos que R$ 326,00, isso mesmo, Trezentos e vinte e seis reais. Que porcaria não! E se a pessoa não tem 1 tostão no bolso????? Olha que situação desagradável e constrangedora! Ter que descer do ônibus e pensar no que vai fazer.
Isso é "legal"???
Alguém poderia me dizer???
As empresas ganham algo com isso? E a Translitoral?
É, porque não é possível, fazerem isso pro sujeito ter que pagar um "mico" desse! Por que é um "MICÃO"!
Quero aproveitar e parabenizar o SOS Guarujá. Acesso todos os dias, pois por ali podemos acompanhar os absurdos de nossa Cidade que tá virando uma "festa".
Att.
Kelly Mara
(13) 3355-9170 com.
(13) 9706-5959 cel.
(13) 3387-5579 res.
terça-feira
Lixeiro não leva entulho!!!

Não faça isso!!! Dê bons exemplos!!!
segunda-feira
Seria preciso dar o exemplo!
domingo
Mendigos tomam conta do Guarujá

Jorge Luiz Jr. Principal cartão de visita do Município de Guarujá, o Centro sofre com o estado de abandono do poder público municipal, nos últimos anos. Comerciantes, moradores e público que se dirige ao Centro de Guarujá começam a notar o desconforto do avanço de moradores de rua (mendigos), flanelinhas e ação de marginais. Mesmo pagando alto Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), moradores e comerciantes do Centro estão irritados com o abuso que vêm sendo cometido no local. Nos últimos quatro anos, o centro do Guarujá foi abandonado pelo poder público municipal. “Pagamos IPTU alto, impostos e taxa estadual e federal. Mesmo assim, o atual momento do centro ainda é muito precário”, questionam os comerciantes. Segundo relatos de comerciantes e moradores, vem crescendo o número de assaltos pelas ruas e avenidas do Centro, já que com o fim da temporada foi retirado todo o ostensivo militar do local. Idosos e mulheres são os que mais sofrem com o abuso desses meliantes. Veranistas e turistas também demonstram insatisfação, já que acabam sofrendo com a coação dos mendigos e marginais. Denúncia Denúncia dá conta de que o número de moradores de rua tende a crescer, já que rotineiramente ônibus e vans de outras cidades do Estado e da Baixada Santista estariam despejando esses mendigos em vias próximas ao Centro e em nos bairros periféricos da cidade. Resultado da enorme desigualdade social, sem emprego e moradia fixa, muitos desses moradores acabam cometendo pequenos furtos e incomodando comerciantes e moradores locais. “Tive que contratar segurança particular, porque esses moradores de rua acabam intimando os proprietários das lojas e clientes. Eles acabam intimando ao pedir as esmolas. Sem contar que todos os dias temos que lavar a porta do nosso estabelecimento comercial, porque eles acabam fazendo suas necessidades fisiológicas no local”, explicou o comerciante Luiz Gustavo Martins, proprietário do Pastelão do Guarujá. Luiz Gustavo tem comércio no Centro de Guarujá há mais de 15 anos. Explicou que o problema se agravou nos últimos quatro anos e que vem crescendo sem nenhum controle. “Falta fiscalização por parte da Prefeitura através de sua Secretaria competente. Já levei o problema para a Guarda Municipal e representantes do Executivo, mas até o momento nada foi feito para reduzir e resolver esse problema. Muitos clientes meus que vêm de outras cidades do interior e capital ficaram preocupados com a penumbra que se encontram diversas ruas e avenidas do Centro”, também relatou o empresário. O empresário disse que funcionárias de diversas lojas estão preocupadas porque quando elas saem do serviço acabam sendo vítimas de pequenos furtos. Mazuza Cobra, que tem residência no Centro de Guarujá há mais de oito anos, disse que não agüenta mais ser importunada pelos moradores de rua e mendigos. “Antes eles pediam alimento, mas agora estão exigindo dinheiro. Chegam a pegar em nossos braços para nos intimidar. Sem contar nos freqüentes assaltos. Turistas argentinos, amigos meus, ficaram frustrados pelo elevado número de moradores de rua em Guarujá. Isso prejudica a imagem da cidade em outras cidades e países”, revelou a moradora. |
Qual é a função da Ouvidoria no Guarujá?

A função de uma Ouvidoria é receber sugestões, reclamações, críticas e elogios sobre os serviços prestados por uma instituição, no caso, a Prefeitura Municipal do Guarujá.
A Ouvidoria deve prestar esclarecimentos e informações, orientar nos seus direitos, garantir o retorno dos serviços solicitados à Ouvidoria e também o retorno sobre as providências adotadas e os resultados obtidos.
Pelo menos essa é a definição adotada pela Ouvidoria da Procuradoria Federal em seu site.
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Ao iniciarmos a fase atual do blog www.sosguaruja.com no dia 1º de janeiro de 2.009,
imaginávamos que iríamos ter um aliado na Ouvidoria do Guarujá como tivemos na cordial e atuante Dagmar do Carmo Correa Augusto.
Tecer merecidos elogios àquela Ouvidora é desnecessário, o resultado da sua atividade foi sentido com a solução de 100% dos nossos questionamentos, que não foram poucos, durante todos os anos da Administração passada, e também não seriam poucos, nessa nova Administração, não fosse a decepção rápida e cabal com o atual Ouvidor Marcos Cesar Ponce, de quem havíamos tido várias menções de zelo e competência pelas atividades até então abraçadas.
Quando o cidadão comum se presta a fazer uma denúncia à Ouvidoria deseja no mínimo que a sua pergunta seja respondida.
Se possível, que o problema seja resolvido, ou que se lhe dê o caminho para a solução.
Não foi o que ocorreu com a nossa denúncia e consulta a respeito de quem são os proprietários e qual o critério adotado para a permissão da colocação de mais de 50 Quiosques de Sorvete plantados na cidade, na sua maioria nas avenidas das praias de Pitangueiras, Enseada, Astúrias e Tombo.
Eis a nossa questão e a resposta do Ouvidor:
Protocolo de Reclamação na Ouvidoria 1317 x 2009PABA4
em 6 de março de 2009.
“Contamos e fotografamos 32 quiosques de sorvetes só nas praias de Pitangueiras e Enseada As fotos estão em www.sosguaruja.com
Referidos quiosques que passam a maior parte do tempo fechados estão com sua pintura deteriorada, sujos, vendem bebidas e gelo contrariando a legislação.
Seu número e custo para instalação também sugerem conivência com autoridades para instalação, manutenção e obtenção de licenças que não se sabe se são ambulantes ou outra. Ferem a legislação Federal como construções irregulares sem conhecimento do SPU. Gostaríamos de saber a real situação desses estabelecimentos, a quem pertencem etc.”
EIS A RESPOSTA DO OUVIDOR:
Existem 43 quiosques com licença para comercialização de sorvete no calçadão das praias de Pitangueiras e Enseada.
A seca resposta de que existem 43 Quiosques de Sorvete nas praias teria sido o descaso para um munícipe, não fosse feita por uma comunidade como a do nosso blog, que teve cerca de 2.500 visitas únicas nos últimos 90 dias, o que significa que pelo menos 2.500 pessoas se interessaram pelos problemas do Guarujá.
O descaso, a falta de uma resposta obrigatória, de vez que a propriedade ou posse desses quiosques é de domínio público é uma omissão que não pode ser aceita, principalmente sem qualquer justificativa.
O Senhor Marcos Cesar Ponce mostrou que desconhece as obrigações éticas de um Ouvidor e colocou-se como cúmplice na ordem de não fornecer ao solicitante a relação dos permissionários desses quiosques.
Podemos afirmar, que a partir dessa omissão voluntária e injustificada, o Ouvidor do Município não merece a nossa credibilidade, em que pese elogios de atividades passadas.
As irregularidades que certamente serão apuradas na concessão dessas licenças poderia ser muito mais fácil se o Ouvidor tivesse cumprido com a sua obrigação legal.
Muitos dos problemas que a cidade enfrenta poderiam ser resolvidos com a sua interferência, nos termos da definição acima.
Recomendamos aos nossos leitores que não tenham expectativas nas suas reclamações à Ouvidoria, uma vez que ela se mostra, como tantas outras criadas em muitas corporações, mero papel decorativo e manipulado, só para dizer, por dizer, que o direito dos cidadãos deve ser respeitado.
Por essa Ouvidoria não fomos respeitados.
O Editor
quinta-feira
Pastelaria em frente ao ponto de ônibus na Avenida Pugliese

Celia
Da comunidade Guarujá em Debate do Orkut fez a denúncia e o Editor foi lá e fotografou.
Veja que lixo de pastelaria...
Um pouco mais adiante, que depósito de lixo é aquele da pastelaria?
quarta-feira
Feira na Rua Cesar Ferragi com a Avenida Marechal Rondon nas Astúrias.




