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quarta-feira

Ônibus de passageiros é atingido por vários tiros na Rodovia Anchieta


Maurício Martins
Da Redação
Poucas horas depois de o secretário estadual da Segurança Pública, Fernando Grella, dizer que as estradas teriam a segurança reforçada, um ônibus foi atingido por vários tiros na Rodovia Anchieta.
Apesar da situação de desespero, não houve feridos porque o motorista fugiu dos criminosos. O ônibus da empresa Cometa ficou com marcas de disparos na frente, na lateral e na traseira.
Porta do veículo teve o vidro
Vidro da porta lateral do veículo, usada para embarque e desembarque, foi estilhaçado pelo segundo tiro disparado
O caso aconteceu por volta das 22 horas desta terça-feira (25). O ônibus vinha de São Paulo com 34 passageiros. No Km 48, altura dos bairros Cota, em Cubatão, um carro modelo Astra prata, com pelo menos quatro homens armados, tentou bloquear a pista para assaltar os demais veículos. Como o motorista do ônibus desviou e acelerou, os ladrões abriram fogo.
"Os passageiros só perceberam quando começou o barulho dos tiros. Mandei todos ficarem quietos, abaixarem e continuei. Em 15 anos de profissão nunca vi algo parecido", conta muito abalado, o motorista.
Ele conseguiu seguir viagem até a Rodoviária de Santos, onde os passageiros desceram e a Polícia Militar foi acionada.
Os bandidos estariam com pistolas e outras armas de grosso calibre. Todos, segundo o motorista, estavam encapuzados. Não havia sequer uma viatura policial nas proximidades.
Pânico
O primeiro tiro pegou no vidro da frente e por pouco não atingiu o motorista. O segundo estilhaçou o vidro da porta lateral por onde descem os passageiros.
“Está demais aquela parte, muito difícil de passar por ali. Sei de vários assaltos, só não achei que aconteceria comigo”, diz o motorista.
Ainda na noite desta terça-feira, funcionários da empresa levariam o ônibus ao Distrito Policial de Cubatão, área dos fatos, que deve investigar e tentar localizar os criminosos.

terça-feira

Morre em São Paulo padre Ugo Guarnieri da Matriz de Guarujá



 
A pedido do sacerdote missa e enterro serão realizados na Cidade
 
Faleceu na noite desta segunda-feira (17) em São Paulo, decorrente de uma insuficiência respiratória, o padre Ugo Guarnieri da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Amaro, a Matriz no centro de Guarujá. O corpo será enterrado na Cidade.
 
Segundo o presidente da irmandade, Achiles Stalin Nicolau Stigliano, o sacerdote sofria com complicações da idade (92 anos), e estava sendo tratado nas instalações do Colégio Salesiano Santa Terezinha em São Paulo. A primeira missa de corpo presente acontece às 14 horas na Paróquia Santa Terezinha na Capital.
 
Depois, respeitando o desejo do padre atuante no Guarujá há mais de 20 anos, o corpo será recebido na cidade por volta das 16 horas para outra celebração que acontece na Matriz, na Praça da Matriz, com Avenida Puglisi, seguida de enterro, no Cemitério da Saudade, que fica na Avenida Da Saudade, s/n, na Vila Júlia.
 
“Pelo tempo em que esteve aqui, a comunidade se tornou uma família para o padre Ugo. Foi uma escolha dele ser trazido e enterrado no Guarujá”, contou Achiles.
 

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb: 43.955) – Repórter Universitária: Karoline Gomes
18 de novembro de 2014
Coord. Governamental – Morre em São Paulo padre Ugo Guarnieri da Matriz de Guarujá
e-mail:imprensa@guaruja.sp.gov.br

quinta-feira

Sobre projeto zona azul social‏.

Bom dia companheiro, sou vice Presidente da Associação Construindo o Futuro, enviamos a Prefeitura Municipal de Guarujá um Projeto  chamado de Zona Azul social, o qual solicitava a concessão do serviço de cobrança de estacionamento rotativo, tendo toda a receita obtida com a venda dos cartões, revertida a projetos ligados a criança , adolescentes e jovens, inclusive com a ressocialização de adolescentes infratores da Lei. Foi marcada uma reunião com os secretários e com a Diretora de Trânsito, a qual foi categórica em dizer que queria a receita para investir no trânsito. Argumentamos que o seu departamento já possuia as receitas das multas e ela disse que era pouco, tentamos sensibiliza-la argumentando que investir no social seria uma forma de combatermos a violência em nossa cidade, porém tais argumentos foram ínuteis. A diretora sugeriu que nossa associação ficasse apenas a frente da qualificação dos jovens, o que não concordamos, pois nosso projeto social era mais amplo, dessa forma nossa ideia foi descartada. Tomamos ciência que a Diretora, através de documentação, relatou que o projeto era inexequível, apontando diversos impecilhos legais , como o Decreto municipal de 2011 que regulariza a zona azul em nossa cidade. Ao tomar ciência do decreto constatamos que ele foi formatado de acordo com a idéia principal da diretora ou seja, criar mais um imposto aos cidadãos da cidades, pois ao direcionar a licitação a empresas especializadas no serviço, descartaria qualquer entidade social, por falta de qualidade tecnica, o que seria uma covardia, além disso o decreto deixa bem claro que a empresa vencedora deverá pagar a PMG a concessão. Na página da Prefeitura a prefeita disse que ainda quer ouvir as pessoas sobre a criação da Zona Azul. Dessa forma pedimos a vossa ajuda para que seja possível a divulgação dos fatos e que seja aberta a discussão sobre o tema. Queremos que a zona azul não seja mais um imposto ao cidadão e sim um instrumento de transformação da sociedade, pois acreditamos que isso só acontecerá se investirmos nas crianças e nos  jovens. A mudança do Decreto é essencial para que qualquer entidade possa se candidatar em condições de igualdade e a qualidade de seu projeto social seja o motivo de sua vitória. Esclareço que na cidade de Ourinhos a Zona Azul é administrada pela Guarda Mirim em parceria com o setor de trânsito, sendo que toda a renda obtida é investida em seu projetos sociais de qualificação dos adolescentes, e ai fica a pergunta, por que esse tipo de ação não pode ser aplicado em Guarujá ? Será que não temos nenhum problema social??. Nossa entidade fica na rua Luis de góes 899, no Jardim Conceiçãozinha, contamos com o seu apoio, obrigado.

quarta-feira

Se ficar o bicho pega, se correr a Marina é quem vai pegar.


Caminhamos mais uma vez para o voto de protesto.
Vamos eleger a rasgada para tirar a remendada do poder.
Aí a gente escuta toda sorte de elucubrações a respeito do futuro governo da Marina.
Ela não tem experiência, ela é socialista, ela é petista disfarçada, ela vai acabar com o Brasil, vai desmontar a indústria, vai promover o assistencialismo, vai impedir o progresso com esse negócio de meio ambiente.
Mas o que fizeram o Lula e a Dilma? Fizeram o que dava para fazer com o que sobrou, descontada a roubalheira que o PT patrocinou, onde o dinheiro público entrou de balde e foi dividido também de balde entre os apaniguados com e sem cargos. O que sobrou, jogaram para o povo de canequinha.
Sei que estou errado em defender o voto de protesto que vai derrubar a Dilma, mas o que fazer? 
Os demais não têm chance mesmo, o Aécio que não é uma maravilha também não ganharia no segundo turno.
Então, salvo melhor juízo, o negócio é tirar a Dilma e ver o que acontece.
Que vai ser triste aguentar a Marina vai, mas não vejo outra alternativa. 
Vamos nos preparando para errar com gente nova porque errar com a Dilma é persistir no erro.
Quando eu estiver apertando o botão da urna vou ter a nítida impressão de apertar o botão do foda-se, mas se a Dilma ganhar vai continuar a mesma m... e sempre há a possibilidade de um desses milagres, afinal o Papa já é argentino, quem garante que Deus não está esperando para mostrar definitivamente que é brasileiro?

Guarujá pode ser lembrada como a cidade que causou uma virada no cenário político do Brasil em 2.014.


Guarujá corre sério risco de entrar para a história do Brasil como tendo o aeroporto que fatidicamente causou a virada a mesa e chutou a cadeira sucessória na eleição presidencial de 2.014.
Mais uma vez esse pequeno aeroporto será lembrado como casuísmo político já que foi usado por todos os candidatos a prefeito da cidade.
País da piada pronta, não faltarão muitas e se o Lula foi o presidente que mais vezes veio ao Guarujá em toda a história, a Marina é bem capaz de fazer nele alguma coisa que o coloque com merecido destaque.
Sugiro um obelisco bem no meio da pista, assim ninguém, nunca mais pensa em soluções mirabolantes para o campinho mequetrefe.
Enterramos definitivamente as ideias do Maurici Mariano, Ruy Gonzalez e Farid Madi, podendo enterrar lá mesmo a Maria Antonieta.

segunda-feira

Guarujá precisa ter uma legislação clara e que dê segurança tanto para os usuários como para os proprietários. O Restaurante Thaiti na Praia de Pitangueiras parece ser um desses casos.

No Guarujá, terra sem lei e de administrações fracas, com alguns setores pouco interessados na segurança, é preciso que se fiscalizem muito mais os estabelecimentos. 

O Restaurante Thaiti na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, na Praia de Pitangueiras é um que tem grande quantidade da sua estrutura de madeira e teto de palha, sem falar no forno de Pizza alimentado por lenha, armazenada em grande quantidade sob esse teto. 
Como já foi visto em tragédias anteriores, alvarás podem ter sido concedido e não serem atuais, merecendo novas vistorias e fiscalizações. 
O mesmo se diga do Corpo de Bombeiros que além de vistoria deveria fazer fiscalização de prevenção. Procurar culpados depois das tragédias é providência tardia. Fiscalização já!


Relembrando as favelas do Guarujá.



Contam os mais antigos na cidade, que o Prefeito Jayme Daige preocupado com o crescimento desordenado da cidade criou um bairro chamado Morrinhos para onde pretendia levar os menos favorecidos doando terrenos onde pudessem construir suas casas.
Antes de ver seu projeto concretizado, foi sucedido por outro Prefeito que percebeu a possibilidade de ganhos políticos com a obra e deu a alguns dos seus correligionários parte dos lotes e com isso não acabou, diminuiu ou impediu a proliferação das favelas.
Na época pouca gente percebeu que essa decisão que parecia apenas beneficiar alguns apaniguados poderia colocar em risco o futuro da cidade.
Muita gente que anda posando por aí de honesto, mas já teve cargos públicos e foi beneficiado com aquela decisão, que recebeu, deu ou vendeu os terrenos para “amigos” não lembra ou prefere não lembrar que essa decisão criminosa colaborou fortemente para que o Guarujá tenha tantas favelas que certamente não colaboram em nada com o crescimento ordenado e dificultam seu gerenciamento, sem falar no foco de violência que podem gerar.
Provavelmente isso não vai ser mais do simples lembrança para uns, provável arrependimento para poucos e de nenhuma serventia para todos nós, a não ser lembrar, que os desmandos que continuam a ser feitos na cidade nos levarão, certamente, a um lugar que merecemos por termos feito tão pouco, ou nada.

A criação dos quiosques nas praias e o que se tornaram.

Excelente ideia, as pequenas construções deveriam atender ao povo, servindo coquetéis, refrigerantes, água e alguns petiscos. 
No mundo inteiro essas construções existem e algumas, exploradas por gente séria, fazem dos locais equipamentos turísticos referendados por todos.
Não foi o que ocorreu no Guarujá. 

Mercê de sucessivas, desastradas e criminosas administrações, os quiosques transformaram-se em moeda política, permitindo-se toda sorte de ilegalidades.
As pequenas construções se tornaram gigantescos barracos de pau a pique e sapé que mantém restaurantes ilegais, alguns com mais de quinhentos metros quadrados e centenas de mesas e cadeiras que ocupam ilegalmente o calçadão e as areias da praia.
Tais construções não possuem esgoto nem banheiros e a grande maioria é ocupada por pessoas que estão ilegalmente na sua posse, sob alegação terem comprado dos permissionários originais, coisa impossível perante a lei.
Há pessoas morando em alguns deles, outros já foram palco de crimes violentos, com dezenas de ocorrências de tráfico de drogas e prostituição.
Hoje se fala em demolição, desemprego e outras bobagens que tentam encobrir a falta de fiscalização e o total desrespeito às normas legais.
Houvessem cumprido a lei, ainda que parcialmente, a situação não chegaria onde chegou e a desacreditada Justiça que tarda e segundo alguns não falha, determinou a demolição de todos eles, pagando os justos pelos pecadores.
Não há mais como convalidar esses estabelecimentos.
Ferem a Legislação Federal de ocupação do solo e todas as legislações de Saúde e as futuras concessões serão obrigatoriamente licitadas.
Faço essa lembrança para mostrar que pequenos desmandos de prefeitos desonestos e incompetentes trouxeram o Guarujá à caótica situação em que encontra, prejudicando a população e até incautos e inocentes e que se medidas sérias não forem tomadas a situação pode se agravar tanto que inviabilizará o turismo e o veraneio nos transformando em cidade-dormitório de muros tão altos quanto os de uma cadeia onde nós seremos os presos, se é que já não somos reféns.

Os quiosques do Guarujá.



Além de todas as ilegalidades perpetradas pelos donos dos quiosques do Guarujá, seus detentores sempre utilizaram a mentira para permanecer onde estão, apesar da ordem legal de remoção dessas estruturas que se apossaram do espaço público, sem retribuição pecuniária ao município e fornecendo produtos e serviços que fazem concorrência desleal ao comércio legalmente estabelecido.
A principal mentira é que os atuais proprietários teriam adquirido legalmente o direito de permissionários originários.
Isso não é possível pois o documento original é intransferível.
A permissão da licença de exploração é e sempre foi intransferível e estão na mesma condição das concedidas aos ambulantes.
A permissão é obtida e concedida a um cidadão e caso ele por qualquer motivo não queira ou não possa continuar a explorá-la ela se extingue, não se transferindo nem pela sucessão e só poderia ser concedida para outro permissionário pela administração.
A segunda grande mentira é de que a permanência de quem quer que seja na posse desses quiosques poderia gerar direitos adquiridos em relação ao município. Tenho informação segura de um funcionário que trabalhou diretamente na feitura da documentação original que consta a doação tanto da estrutura quanto de qualquer benfeitoria exceto os móveis e utensílios.
Seria demasiado extenso enumerar todas as ilegalidades. O uso de óleo e a fritura de alimentos, a contratação irregular de funcionários, inclusive menores, o não recolhimento das taxas e impostos devidos e o aumento irregular da área, tendo alguns mais de quatrocentos metros quadrados de construção fora a área ocupada pelas cadeiras, guarda-sóis e mesas colocadas diretamente na areia.
Não é sem tempo a retirada desses quiosques que serviram de fonte de renda para fiscais corruptos e vantagens eleitoreiras para vereadores e prefeitos.

A alegação de que esses quiosqueiros só querem trabalhar esbarra na atual legislação de licitação que poderia dar igualdade de condição na exploração a todo cidadão que assim o desejasse e não aos oportunistas que se mantém por cerca de vinte anos burlando toda a qualquer lei pelo uso de artifícios sempre ilegais.

sexta-feira

Justiça Federal determina demolição de quiosques da Enseada


06/08/2014
Os quatro primeiros serão derrubados no próximo dia 12. Prefeitura se reúne com os proprietários no dia 14 para definir como se dará o processo
quiosquess
Apesar dos esforços realizados pela Prefeitura de Guarujá para que se buscasse uma alternativa menos impactante em relação a demolição dos quiosques da Praia da Enseada, uma decisão da 4ª Vara da Justiça Federal da comarca de Santos (3ª região) determinou que a Administração Municipal elabore um cronograma para a retirada dos equipamentos até o dia 20 deste mês. A demolição e construção dos novos quiosques deverão ser feitas dentro dos moldes da Lei 8.666 (Lei das Licitações). A Prefeitura encaminhará o cronograma das obras até o próximo dia 11.
Para dar transparência ao processo, a prefeita e parte de seu secretariado se reuniram nesta terça-feira (5) com o presidente da Associação da Orla do Guarujá (Quiosqueiros) Marcelo Nicolau, para apresentar a decisão judicial. Uma nova reunião, com todos quiosqueiros, será realizada no próximo dia 14, às 16 horas, em local a ser definido.
A Prefeitura conseguiu junto ao Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade), R$ 2 milhões em recursos para a implantação do Plano de Intervenção Urbanística (PIU). O valor será utilizado para a demolição, orçada em R$ 1 milhão e para a construção de quatro unidades, dentro dos novos padrões arquitetônico e urbanístico previstos no PIU.
A grande preocupação é com o impacto social que a demolição dos quiosques irá provocar, a exemplo do que aconteceu em outras cidades litorâneas do País, em que houve a mesma determinação da Justiça.
Segundo a prefeita não pode se eximir da responsabilidade de um assunto tão delicado, “tanto que tentamos o quanto pudemos uma alternativa de menor impacto social, mas agora teremos que acatar a decisão judicial pois não há como adiar a determinação da Justiça e da Advocacia Geral da União, que também prevê multas altíssimas pelo seu não cumprimento”, disse  a Chefe de Gabinete lembrando que o Município ainda espera a cessão pelo Serviço de Patrimônio da União (SPU) da área dos calçadões onde serão construídos os novos quiosques, já dentro dos padrões do PIU.
O presidente da Associação da Orla do Guarujá, Marcelo Nicolau, lembrou do esforço de todos para a elaboração do Projeto Orla . “Infelizmente não reconheceram nosso esforço. Existe uma cadeia produtiva muito grande junto aos quiosques. Apelo para que consigamos um caminho que seja coerente”, afirmou
O edital de concorrência pública 11/2014 para a reestruturação turística da orla marítima de Guarujá-Enseada foi publicado na edição desta terça-feira (5), do Diário Oficial do Município. Dois dos quatro primeiros quiosques a serem demolidos estão abandonados e outros dois incendiados. A demolição será feita por equipes da Prefeitura, com recursos próprios.

terça-feira

Demolição de quiosques na Praia da Enseada começa no próximo dia 12


Simone Queirós
N/A
Demolição está prevista em TAC firmado em 2010
Alvo de uma batalha jurídica que já dura duas décadas, a demolição dos 99 quiosques na faixa de areia da Praia da Enseada, em Guarujá, tem início na próxima terça-feira, às 8h30, com a destruição de quatro estruturas. Duas estão abandonadas e as outras já estavam desertas devido a incêndios.

As demais ainda não têm data para serem destruídas. Entretanto, isso não deve demorar. Uma decisão da 4ª Vara da Justiça em Santos determina que a Prefeitura encaminhe, até o próximo dia 20, um cronograma para a retirada de todos os quiosques.

A demolição está prevista em um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a Prefeitura e a Advocacia Geral da União (AGU) em outubro de 2010. Inicialmente, estava prevista para ser concretizada no ano seguinte.

“Queríamos ir demolindo e construindo ao mesmo tempo, mas já venceu o prazo para a retirada das estruturas da faixa de areia. A Administração Municipal está praticamente multada em quase R$ 5 milhões. Não podemos arcar com este ônus”, afirma o vice-prefeito de Guarujá, Duíno Verri Fernandes, que também é secretário de Infraestrutura e Obras.

A prefeita Maria Antonieta de Brito também ressaltou o cumprimento da lei, afirmando que “tentou o quanto pode uma alternativa de menor impacto social”. Segundo ela, o Município ainda espera a cessão, pelo Serviço de Patrimônio da União (SPU), da área dos calçadões onde serão construídos os novos quiosques.

Leia a matéria completa na edição desta quarta-feira, em A Tribuna.

quinta-feira

Vagabundos.


Ninguém mais se escandaliza ao ver as ruas do Guarujá tomadas por vagabundos andarilhos que incomodam os transeuntes de várias maneiras.
Bêbados, flanelinhas, flanelinhas bêbados, homens e mulheres jovens e fortes, perambulam à cata de qualquer trocado que lhes supra as parcas necessidades.
A condescendência com essa situação, aliada à piedade que a maioria de nós tem pelos seres humanos e pelos animais abandonados, impede que façamos justiça com as próprias mãos, negando votos para os verdadeiros culpados pela situação que o país atravessa.
Vagabundos criminosos posam de políticos enganando a cada eleição todos os que os elegem.
Não há muito que a maioria de nós possa fazer senão execrar esses políticos vagabundos.
Aqui no Guarujá precisamos banir a eleita por contar mentiras.Não contente em não cumprir as promessas, atirou a cidade num caos maior ainda do que o deixado pelos últimos prefeitos. 
Todos ladrões e corruptos, inelegíveis e condenados por atos de improbidade.
Para alguns foi necessária a justiça divina, porque em vida teriam burlado em toda e qualquer instância a justiça dos homens.

sábado

Município do Guarujá espera por reforço de policiais militares


Simone Queirós
N/A
Município espera início da Atividade Delegada
Nas próximas semanas, a Prefeitura de Guarujá e o Governo do Estado devem assinar convênio que autoriza o início da Atividade Delegada no Município. Com isso, de 45 a 50 policiais militares poderão reforçar o efetivo semanalmente na Cidade ao trabalhar nas folgas.

“A partir da assinatura do convênio, traçaremos com a Polícia Militar um plano de trabalho, que já tem esboço pronto. Esse cronograma vai definir as ações que terão o reforço desse contingente”, afirma o secretário de Defesa e Convivência Social, Wagner Pereira da Silva.

O projeto de lei que autoriza o convênio com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) foi aprovado pela Câmara Municipal, em regime de urgência e preferência, na semana passada.
Com isso, os PMs poderão realizar esse tipo de atividade por até oito horas diárias, recebendo R$ 1.560,00 como gratificação para cada dez dias trabalhados. O convênio tem duração de três anos, podendo ser prorrogado por mais cinco.

Segundo Pereira, foram destinados R$ 500 mil no Orçamento deste ano para custear o programa. “Nossa meta é ampliar o contingente a cada ano”.

Ele reforça que os policiais não atuarão em rondas no policiamento ostensivo. O trabalho será vinculado às ações que couberem à Prefeitura. “Os PMs trabalharão na fiscalização de comércio ilegal ambulante e combate a invasões”.

Esse trabalho já é feito por meio de blitze que têm reforço da Polícia Militar. “Solicitávamos a participação da PM, mas isso trazia a diminuição do efetivo. Agora não haverá mais esse problema”.

Com a Atividade Delegada em operação, o secretário afirma também que o combate às invasões e ao comércio irregular vai aumentar. “As ações serão feitas com mais frequência, o que aumentará a efetividade desse trabalho dentro do Município”.

O presidente da Câmara, Marcelo Squassoni (PRB), ressalta a concorrência desleal que os comerciantes da Cidade sofrem por causa de pessoas que vêm de fora para vender produtos de origem duvidosa, como nas feirinhas da madrugada que têm ocorrido ocasionalmente em Guarujá.

“Nesse caso, são vendedores de outras regiões (muitos deles, bolivianos) que são aliciados e vêm para cá fazer lucro com mercadorias contrabandeadas, sem qualquer nota fiscal. Isso não pode ser ignorado porque canibaliza o serviço prestado por quem é direito e honra seus impostos”, considera Squassoni.

sexta-feira

O direito de manifestar-se em protesto, com passeatas, nas multidões ensandecidas, vai dar para todo mundo os direitos que pleiteiam e resolver os problemas sociais, pensam alguns.


#sóquenão!


Pare de ler agora mesmo! Tá bom!
Daqui para baixo vai ser o mesmo chôrôrô de sempre...


Será que esse povão pensa que vai ter um mundo melhor para eles com as manifestações?
Pensam que o mundo vai cair nos seus colos? Acho que vão ter mesmo é ter as cabeças quebradas, assim como as de quem estiver como eles, por baixo e por perto.
Não sou politicamente correto, também não sou racista nem tolerante com a ignorância dos vagueiam pelas ruas sem cumprir as suas obrigações de cidadãos.
Não tenho nada contra, dos analfabetos de qualquer cor, venham da região do mundo que vierem, professem qualquer seita, até mesmo aquelas que tem mais horário na TV do que Deus no coração. Em muitas, o dízimo pode ser pago por boleto ou parcelado no cartão.
Não dou esmolas nas ruas e ajudo muitas pessoas realmente necessitadas da maneira correta, por meio de instituições.
No Facebook e em qualquer plataforma da internet, cada um fala o que quer e é o que eu faço. Lê quem quiser.
Eu acho que a maioria lê porque não tem nada melhor para fazer.
Alguns amigos me incentivam e eu os agradeço porque gosto de escrever e fazer laboratório com a opinião alheia.
Por aqui muita gente posa de bonzinho, tem fé em Deus, acha a Democracia a melhor forma de governo. Alguns, dão ao povo, por conta própria, o direito de fazer da Democracia a casa da mãe Joana, das manifestações palco para um imenso circo e às vezes alguns incitam que se faça um arremedo de justiça, fazendo-a com as próprias mãos.
A polêmica é a tônica de estudantes universitários sem nível médio e homens e mulheres revoltados, que se tivessem a força de vontade que propalam, contestando qualquer coisa que se publica, possivelmente não estariam relaxados com a própria imagem, com a diabetes, com a pressão alta e depressão aguda.
Nessas manifestações o que ser vê são muitas vezes minorias insignificantes, como cem baderneiros interrompendo ruas, avenidas e estradas, para protestar pelo direito de ter no barraco conseguido numa invasão, energia furtada, água encanada e esgoto que não se importam muito, pode até ser a céu aberto mas TV a cabo por gato não pode faltar.
Serão reivindicações justas ou a maneira errada de fazer com que o errado pareça certo? Certo é que isso penaliza quem cumpre as leis.
Teoricamente Democracia é o governo do povo para o povo. Por qui, só na parte em que é o governo do povo, porque a parte do povo fica no bolso dos que estão por cima, fazendo leis ruins e aplicação pior.
E parece que vai continuar tudo do mesmo jeito, baderneiros nas ruas, a gente preso dentro de casa e os jornais e televisões faturando muito ao mostrar o mundo cão em que vivemos.
Esse governo fraco tem medo de proibir e coibir as manifestações de massa porque com elas que assumiram o poder e com elas pretendem ficar.
Mais quatro anos de Dilma e podemos vir a ser um desses países destruídos pelas “manifestações em prol da liberdade”.
Não vote na Dilma, não sei se vai resolver mas pode existir uma pequena chance de nos livrarmos desse mal.

Amém!




quarta-feira

Manifestações.

Não existe, hoje em dia, manifestação de massa justificável e legítima uma vez que toda turba é incontrolável em algum momento sem o uso da força.
As manifestações e as torcidas organizadas estão nesses grupos.
Os que participam ou defendem esse tipo de aglomeração que leva multidões às ruas devem ser responsabilizados prelos danos que elas causarem, na medida em que outras formas de reivindicação devem ser buscadas.