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sábado

Bombeiros interditam toboágua na praia da Enseada





O tobogã inflável é considerado pela empresa que o fabrica como maior do mundo.




O Corpo de Bombeiros e a Marinha do Brasil interditaram um toboágua instalado no início da temporada de verão, no meio do mar na praia da Enseada.

A interdição ocorreu porque o equipamento apresentou uma inclinação devido à uma infiltração de água. Segundo os responsáveis pelo toboágua, funcionários trabalham para resolver o problema, mas ainda não há uma previsão de quando o brinquedo será liberado.

O toboágua fica localizado a na avenida Miguel Stéfano, na altura do número 2.000, em frente ao Acqua Mundo.  Com 16 metros de altura e 56 metros de comprimento, o tobogã inflável é considerado pela empresa que o fabrica como maior do mundo. Quem se encoraja a escorregar no ‘The Hippo’ pode atingir uma velocidade de mais de 50 km/h na descida. (AT)

Guarujá lança campanha “Lero-Lero, aqui na minha rua: Lixo zero”



Cerca de 9 mil alunos serão protagonistas da campanha que visa orientar pais e a comunidade, quanto ao destino correto do lixo

Tendo a criança como o principal multiplicador de informações, a Prefeitura de Guarujá, por meio da Secretaria de Educação, planeja uma iniciativa diferente, visando à conscientização dos munícipes para a importância da limpeza urbana. Trata-se da campanha: “Lero, Lero, Aqui na Minha Rua: Lixo Zero”, que envolverá cerca de 9 mil alunos da rede municipal de ensino.

A campanha vai acontecer de segunda-feira (18) até o dia 26, e também no dia 5 de abril. Os protagonistas das atividades são os alunos dos Núcleos de Educação Infantil (Neims), das Unidades de Pré-Escola, e entidades conveniadas do Município. A programação é das mais variadas e contemplam: leitura de histórias, uso de canções, vídeos, atividades de desenho e pintura, além do incentivo à separação do lixo limpo.

O ponto alto da campanha ocorre no dia 26, em dois horários, às 10 e 16 horas, envolvendo somente os alunos da pré-escola municipal. Nesta data, as crianças sairão às ruas do respectivo bairro, para tornar pública a ação.

Na ocasião, vão promover a distribuição de panfletos sobre os serviços de limpeza urbana da Prefeitura, como, por exemplo, o Cata-Coisa, capinação e demais ações. A premissa da Secretaria de Educação é alertar a população sobre os riscos oriundos do acúmulo de lixo na rua.

Conforme explica a coordenadora de Pré-Escola da Seduc, Regina Lúcia Rodrigues, o intuito é desenvolver ações que contemplem a tomada de consciência coletiva, quanto à necessidade de manter os espaços públicos limpos, livres de entulho e lixo das mais diferentes procedências.

“As crianças são um excelente canal de informação e conscientização dos adultos de temas como este. Afinal, entendemos que quanto mais as crianças aprendem sobre o local onde vivem e modo de vida, mais oportunidades têm de ampliar o seu entendimento de mundo”, destacou.

O Lero, Lero tem ainda como proposta chamar a atenção dos pais e munícipes, para os serviços da Prefeitura, tendo como exemplo o Diário Oficial do Município, que divulga diariamente as ações da Administração Municipal, na questão da limpeza urbana.

Amar – A Secretaria de Educação comenta que o Projeto de Atividades Motoras e Ações Recreativas (Amar), por meio das apresentações da peça: “Emília conhece o País da Sustentabilidade” tem servido de inspiração para o início da conversa com as crianças, além de garantir momentos de alegria e interação com os personagens e o tema.

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470

Jornalista responsável: Karina Praça (MTb. 43.955) – Redatora: Meilin Neves (48.560)
15 de março de 2013
Educação – Guarujá lança a campanha “Lero, Lero, aqui na Minha Rua: Lixo Zero”

quinta-feira

Em todo lugar tem gente de todo tipo.




O transtorno causado pelos caminhoneiros que transportam cargas para o porto, trafegando pela Rodovia Domenico Rangoni, a nossa Piaçaguera, tem afetado a milhares de pessoas que nada têm com as suas reivindicações trabalhistas ou com as suas limitações intelectuais, isso para dizer pouco.
A situação é bem complexa, mas todo o problema começa com a desobediência à norma legal, de trafegar pela mão esquerda da pista.
Autoridades mais incompetentes do que os próprios caminhoneiros deveriam imediatamente multar todos os que se encontram nessa situação e já teríamos um bom começo para solucionar o problema.
Não é o que fazem os guardas rodoviários.
O resto, todo mundo já sabe. Época de embarque do excepcional resultado das safras de grãos, logística primária que dá uma gigantesca quebra de até 30% no transporte e prejuízo debitado sempre ao bolso dos consumidores que pagam pela ineficiência do sistema político, o chamado custo Brasil.
Logística é o necessário para resolver esse problema dos monumentais e criminosos engarrafamentos.
 Muito mais educação e cumprimento às leis é o que o Brasil precisa para vir a ser um país sério.
Charles Degaulle não viu isso e nós dificilmente veremos.
Isso é uma vergonha!!!

quarta-feira

Quanto vale um jornal? Se for pela tiragem, alguns valem menos do que um rolo de papel higiênico. Se for pelo conteúdo menos que merda. Se for pela extorsão que fazem da administração corrupta sairá impresso nas páginas do D.O. M. da cidade sob o título “publicidade” e isso tem custado milhões à nossa cidade.

AGREDIDOS PELA REALIDADE



Esse título forte foi repetido em muitos artigos em todo o mundo.
A expressão retratou dentre outros, o episódio das criminosas explosões terroristas de 11 de setembro nos Estados Unidos. 
Naquela data, fanáticos explodiram dois gigantescos edifícios fazendo milhares de vítimas. Houve o que foi chamado um sentimento de agressão pela realidade.
É a mesma agressão que só de vez em quando aparece nas tvs brasileiras mostrando a seca, a fome e a morte. Deveriam mostrar, ainda mais em detalhes a ladroeira de muitos políticos que conhecendo bem como funciona a indústria da seca, ao invés de explodi-la vivem regando-a com incentivos financeiros que nunca chegam ao seu destino. 
Eu disse que só de vez em quando isso é mostrando nas tvs brasileiras. 
No dia a dia essas cenas nos agridem a cada momento.
Diariamente muitas mãos se estendem nas ruas das cidades para pedir uma esmola ou exibir uma arma.
A mão que pede é muitas vezes a mesma que fere e mata.
E ainda assim, sob alegação de pseudo direitos das minorias, nós a grande maioria, estamos sujeitos a agressão física violenta e agressão pela realidade que nos impingem.
Todos nós sabemos, que o dinheiro que falta para acabar com a seca no sertão, com a pobreza, com a fome e com a criminalidade é o que é roubado pelos pelos figurões e essa clara realidade nos agride muito.
Os que nos roubam são muito conhecidos. Estão sempre na mídia, nos comícios, nas milionárias festas familiares ou populares e ultimamente nas páginas policiais, como as quadrilhas dos políticos, dos fiscais, dos delegados, dos juizes, dos...
Quando em visita à nossa cidade o turista ou veranista é assaltado, faltou dinheiro para a educação, saúde e segurança.
O governo arrecada dinheiro suficiente para todas as necessidades... o que falta, é o que foi roubado.

terça-feira

Deficiente tem só 15 minutos na Praia do Guaiuba Esse é o tempo limite imposto pela Associação do Bairro para embarque e desembarque no local




por Carlos Ratton
Não adianta a vizinhança reclamar. Em Guarujá, parece que alguns feudos se mantêm firmes e sem o menor pudor na hora de agir. Agora, os moradores mais abastados do bairro do Guaiúba resolveram não só colocar barreiras nas ruas (como na Walter Narciso do Amparo), contrariando a vontade da maioria dos moradores do entorno, como também chumbar vasos nas calçadas, dificultando o acesso de idosos e portadores de necessidades especiais.
Mais do que a falta de noção de cidadania, a arbitrariedade atinge a casa da insensibilidade. Por meio de um regramento definido pela direção da Associação de Bairro do Guaiúba, o portador de necessidade especial só tem 15 minutos para embarcar ou desembarcar do veículo que o traz à praia.

O leitor está surpreso com essa turma que segue na contramão dos avanços da legislação e do mundo civilizado? Pois ela vai mais além: conforme placa afixada nas novas barreiras de alvenaria, até a Prefeitura de Guarujá é proibida de entrar fora do horário estipulado. Serviços públicos, como recolhimento de lixo, só pode das 7 às 21h.    
 
Essa questão não é nova em Guarujá. Ano passado, o DL publicou a questão das barreiras. Mas, se valendo de uma lei discriminatória e que só existe na Pérola do Atlântico — conhecida como a de Microrregião Urbana — os poucos privilegiados do Guaiúba conseguiram “dar de ombros” aos vizinhos e instituir um novo “apartheid”, em pleno 2013.  
Vasos chumbados impedem a passagem no local, além da barreira de alvenaria (Foto: Diário do Litoral)
Vasos chumbados impedem a passagem no local, além da barreira de alvenaria (Foto: Diário do Litoral)

Como sempre, por se tratar de casas de veraneio, os responsáveis pela “obra” não foram localizados. Em 2012, após reportagem do DL, a Prefeitura arrancou uma cancela de madeira no mesmo lugar, por meio de uma retroescavadeira. Como agora, a barreira interrompia o trânsito, tornando a rua uma área particular. Um pouco diferente de agora, a barreira anterior havia sido construída sem dar acessibilidade a deficientes físicos. O mesmo ocorria com outra na Rua Antonio Benedito de Moura, que era de ferro e foi removida pela Prefeitura. As atuais dão acesso só em um dos lados.

A Polícia Ambiental — que tem sede a 300 metros do local — continua tendo dificuldades de mobilização. As viaturas, por exemplo, têm que trafegar pelo calçadão da praia, pondo em risco a vida das pessoas e burlando as leis de trânsito. O mesmo ocorre com as viaturas da Polícia Militar, da Guarda Municipal, ambulâncias e carros de bombeiros que, com as barreiras, para entrar na Rua Walter Narciso do Amparo têm que dar uma grande volta, usando o calçadão como malha viária.     

Hoje, se uma família quiser pisar na areia, tem que deixar o carro longe e caminhar a pé até a praia. “Isso só existe em Guarujá. Se isso ocorresse em Santos, a situação seria diferente, pois lá existe civilidade. Lá, todos pagam impostos e têm os mesmos direitos. Aqui, ninguém faz nada. Uma vergonha. Um grupo de moradores faz o que quer, coloca barreira, vaso para impedir acesso e até faz placa com o logotipo da Prefeitura”, disse  moradora.

Uma jovem, que passava de bicicleta, também não concorda com a situação. “Atrapalhar a passagem de pedestres é um absurdo. Isso não deveria acontecer. É preciso respeito com os outros”.
Placa define regras até para o Poder Público e deficientes (Foto: Diário do Litoral)
Placa define regras até para o Poder Público e deficientes (Foto: Diário do Litoral)

Velhas tentativas

A tentativa de restringir a circulação de veículos não é novidade no Guaiúba. Há aproximadamente 10 anos, a associação do bairro tentou utilizar a mesma lei municipal para inibir a circulação de ônibus municipais na Avenida Humberto Prieto Peres — principal via de acesso à praia.

Por algumas semanas, os ônibus não puderam circular no bairro. Mas, depois de muitos protestos da população, principalmente de caseiros, domésticas e outros tipos de trabalhadores, o prefeito Maurici Mariano, autor da iniciativa, teve que recuar e solicitar que a empresa de ônibus restabelecesse os itinerários.

Apesar de inúmeras associações de bairros tentarem usar a lei das microrregiões urbanas para impedir o acesso ao bairro por não moradores, a lei acabou não tendo a eficácia. Somente o Guaiúba insiste em utilizar a legislação.

sexta-feira

No Guarujá, a Barra Funda afunda!


  • ENC: Situação de nosso bairro‏

Fotos |27/02/2013
Anexo
Para marinhoguzman@uol.com.br
  De: Paulo Rogerio da Costa [mailto:paulorogeriocosta@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 09:13
Assunto: Situação de nosso bairro

Exmª Srª Prefeita e demais integrantes da atual equipe de governo, sei que nossa cidade vem passando por uma nuvem negra, mas a que mais nos preocupa é a falta de maquinário e diretrizes de conservação das vias públicas.

Envio este e-mail em nome dos Moradores do Cond. Ed. Monte Verde, situado a Rua Sorocaba, 45, do qual represento nesta oportunidade aos 33 moradores como atual síndico.
Já por vários meses estamos reclamando na regional a limpeza de rede coletora de águas pluviais totalmente entupida, que reflete do assoreamento da Rede da Rua Sorocaba (que recebe e capta a água vinda da Biquinha e do Morro) até a Av. Leomil, portanto todas as galerias no percurso da Rua Silvia Valadão de Azevedo estão OBSTRUÍDAS.
Ontem mesmo pela manhã nova reclamação foi feita pelo zelador do prédio junto a Regional e também OUVIDORIA. Sempre a mesma alegação não temos máquinas, saudade da época que máquinas não haviam, mas havia comprometimento com a coisa pública e com o cidadão, usava-se a  tradicional mangueira e arame, e pasmem o resultado  FUNCIONAVA.
Me causa indignação ver que situações que poderiam ser evitadas hoje são manchetes de Rede Social, vejam a foto anexa.

Exmª Srª Prefeita o nosso condomínio e todo o bairro que vem sendo afetado pede a sua visita e escute as reclamações, pois já estamos cansados de reclamar e nada de providências.

Mais uma vez grato
Paulo Rogério da Costa
Atual Sindico do Ed. Monte Verde
Rua Sorocaba, 45 – Bairro Barra Funda (ontem a noite quase AFUNDA)
OAB/SP 150027

Força-tarefa de Guarujá ganha decibelímetro para controlar som abusivo



A Força-tarefa de Guarujá recebeu a doação de um equipamento para controlar o barulho provocado pelo som abusivo. A peça é um decibelímetro de alta tecnologia para medir a pressão sonora. A equipe já possuía um aparelho e agora, com duas peças, poderá ampliar suas ações. O objetivo é garantir a ordem e o sossego público.

Quando um munícipe reclamar sobre algum barulho excessivo, a Força-tarefa poderá ir até o local e medir se os decibéis estão acima do permitido, com a a ajuda do aparelho. Na primeira ocorrência, a pessoa será orientada a reduzir o volume. Caso haja recorrência, o órgão poderá aplicar penalidades administrativas, como aplicação de multas e apreensão do som. Dependendo do caso de reincidência, a ação poderá até ser enquadrada como contravenção penal de perturbação do sossego alheio.

O decibelímetro foi obtido, na quarta-feira (27), pela Comissão Municipal de Eventos como contrapartida social junto às empresas que realizaram ações nas praias na temporada. A entrega foi feita pela presidente da Comissão, Maria Eunice Grötzinger ao diretor da Guarda Civil Municipal, coronel Raimundo Silva Filho, e à coordenadora da Força-tarefa, Valéria Amorim.

A presidente da Comissão de Eventos explica que o equipamento era uma antiga reivindicação da Força-tarefa. “Com a realização de eventos de grande e médio porte durante a temporada de verão, o órgão pode solicitar a doação de contrapartidas sociais que beneficiaram, além da Força-tarefa, o Fundo Social de Solidariedade e instituições assistenciais, como o Lar Evangélico Maanaim”, explicou.

Denúncias – O munícipe que quiser denunciar casos de excesso de barulho, deve procurar a Central de Monitoramento da Prefeitura de Guarujá, ligando para o SOS Cidadão no telefone 153.

Números – Durante o Carnaval e a Operação Verão, a Força-tarefa realizou 167 atendimentos relacionados a som abusivo, sendo 73 em residências, 34 no comércio, 29 em veículos, 18 na faixa arenosa (praia), quatro em quiosques e nove em outros locais, como obras, algazarras e atividades.
Veja quadro:

Som abusivo em:
Atendimentos

Residência
73
44,5%
Comércio
34
20,5%
Veículo
29
17%
Faixa arenosa
18
10,5%
Quiosques
4
2,5%
Outros
9
5%
Total
167
100%

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb.: 43.955) – Redator: Eduardo Caetano (MTb.: 41.408)
1º de março de 2013
Defesa e Convivência Social – Força-tarefa ganha equipamento para controlar som abusivo

Vergonha descaso com o contribuínte



28/02/2013
Para falecomodono@hotmail.com
Prezados 

Em outubro de 2011, protocolamos oficio de nº 031216/2011, na prefeitura do Guarujá solicitando que fosse desobstruido o cano de captação de água existente enfrente ao condomínio Av. dos Caiçaras, 847, Jd. Las Palmas, o que faz com que a água empoce nas áreas comuns do condomínio não tendo vazão devido os canos/manilhas estarem danificados. 
Esteve no local um funcionário e informou que não dava para executar o serviço devido o socamento da tubulação impedindo o desentupimento (manilha quebrada), Sr. Rubens, chefe do setor ficou de enviar equipe no local para execução do serviço e aqui estamos a 16 meses aguardando a chegada da equipe, trata-se de um descaso total com o contribuinte." OFICIO PROTOCOLO ANEXO"

Não bastando o problema a resolver, preocupados agora também em saber aonde esta a equipe que não chegou até hoje para executar o serviço, pergunta;

teriam sido seqüestrados?
acabou o combustível no trajeto? , ou
perderam-se pelo caminho ???, etc...etc...etc...


Ronaldo Vieira
Sindico