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domingo

O CHEIRO NO GUAIUBA É INSUPORTAVEL!

Clique na foto para ampliar

ostrovcky@uol.com.br compartilhou fotos com você!


NINGEM RESPEITA NINGUEM. BARRACAS DE COMIDA,UMA AO LADO DA OUTRA.

A DONA DO RESTAURANTE ABANDONADO,QUE SERVE DE HOTEL PARA MARGINAIS,É MORADORA DO GUAIUBA.

HÁ MAIS DE 5 ANOS DIZ QUE ESTÁ VENDENDO ,MAS NÃO CONSEGUE....DONA MARIA,PELO MENOS MANDAR LIMPAR,QUE TIPO DE PESSOA É VOCÊ?SERÁ QUE SUA CASA TAMBEM É ASSIM?

A PRAIA VIROU UM LIXÃO.

PREFEITA ACORDA,VOCÊ TAMBEM PERDE COM ISSO,POIS NÃO TEM TURISMO QUE RESISTA A ESSA FALTA DE HIGIENE .

terça-feira

Publicado na Tribuna on-line

Terça-Feira, 24 de Fevereiro de 2009, 17:46

Carreta derruba fios e causa transtornos em Guarujá

De A Tribuna On-line


Flávio Marques Santiago flagrou o momento em que uma carreta atingiu os fios da rede elétrica, na última sexta-feira, no bairro Vila Lygia, em Guarujá, na região do ferry boat. Por conta do incidente, um segundo caminhão se enroscou em outra parte da fiação, já nos cruzamentos da Avenida Antonio Correia esquina com a Avenida Adhemar de Barros. Segundo o internauta, além dos transtornos, moradores e comércio ficaram sem telefone.

sábado

O editor posta estas fotos pela revolta com a impunidade!


Mensagem aposta...
Blogger INCONFIDÊNCIA NO GUARUJÁ disse...

MENSAGEM POSTADA NO BLOG "TRABALHAMOS SIM", DOS FISCAIS DA PREFEITURA MUNICIPAL DO GUARUJÁ.

As denuncias estão para serem vistas. O Blog SOS Guarujá (www.sosguaruja.com.br), publica ao vivo e a cores os desrespeitos ao Código Orgânico do Município,cumprido exemplarmente quando fere o interesse de alguns Secretários Municipais, como exemplo o fechamento do Beach Park na Praça Horácio Lafer.
Nós sabemos do efetivo total da fiscalização, da qualidade dos fiscais e nem esperamos ver fiscais na Praia correndo atrás de ambulantes.
Na verdade o que gostaríamos de ver são os problemas publicados no Site SOS Guarujá resolvidos, bem como explicações do retorno da Arena Skol, Tobogã na Porta do Aquário, e principalmente a frota de carrinhos de Sorvetes sem licenças municipais patrocinadas e administradas por um nobre Vereador, carrinhos estes que ficam estacionados a noite em sua sede no Jardim Praiano.
Não precisamos falar muito, as imagens no Blog supracitado são suficientes para gerar trabalho aos Fiscais sob o comando do Xerifão da Ilha, que bradou alto e em bom som “Guarujá é uma terra sem Lei”, lei a qual está em seu encalço conforme informações publicas pelo Jornal Estância do Guarujá e em vários Blogs.
Senhores acho que está na hora de falar e escrever pouco e agir muito, afinal “uma imagem vale por mil palavras”.

22 de Fevereiro de 2009 09:17

domingo

Morador de rua brasileiro é homem, alfabetizado e tem parentes que moram na mesma cidade, revela pesquisa

Foto no Guarujá pelo editor do blog, na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca-Pitangueiras

Ads by Google


Por Andrey Sgorla
http://andreysgorla.wordpress.com/

Uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e divulgada terça-feira (29), em Brasília, revela o perfil dos moradores de rua brasileiros.

Os pesquisadores escolheram cidades com mais de 300 mil habitantes e saíram a campo entrevistando moradores de rua com mais de 18 anos de idade.

A principal conclusão do estudo é que as pessoas em situação de mendicância são em sua maioria homens alfabetizados e jovens, que abandonaram suas casas por problemas com álcool ou drogas ou por terem perdido o emprego.

Uma equipe formada por 1.479 pesquisadores e assistentes sociais saiu a campo para entrevistar pessoas que habitam calçadas, praças, rodovias, parques, viadutos, postos de gasolina, praias, barcos, túneis, depósitos e prédios abandonados, becos, lixões, ferro-velho ou que pernoitam em instituições como albergues e abrigos. No total, foram ouvidos 31.922 pessoas, espalhadas por cidades médias e por quase todas as capitais brasileiras, com exceção de São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre.
Cada entrevistado respondeu a um questionário com cerca de 20 perguntas. A análise dos dados recolhidos revela que 82% da população de rua é formada por homens. Mais da metade (52%), têm entre 25 e 44 anos de idade.

Quanto à raça, 39,1% se declararam pardos, 29,5% se disseram brancos e 27,9% se identificaram como negros.

Do total de indivíduos pesquisados, 48,4% estão fora de casa há mais de dois anos. Dois em cada três (69,6%) dormem na rua, enquanto 22% costumam dormir em albergues ou outras instituições.

Outros 8,3% costumam alternar, ora dormindo na rua, ora dormindo em albergues.

Surpreendentemente, as pessoas em situação de mendicância se revelaram escolarizadas. Do total, 74% sabiam ler e escrever e quase a metade (48,4%) disseram ter completado o ensino fundamental.

Os principais motivos pelos quais essas pessoas passaram a viver e morar na rua se referem aos problemas de alcoolismo e/ou drogas (35,5%); desemprego (29,8%) e desavenças com familiares (29,1%).

A pesquisa põe em xeque a noção de que moradores de rua são pessoas que abandonaram suas cidades de origem e não mantêm nenhum vínculo familiar. Uma parte considerável (58%) se disse originária da mesma cidade em que se encontra ou de locais próximos.

E mais: 51,9% dos entrevistados afiramaram possuir algum parente que residindo no mesmo município onde se encontram.

Entre os que já moraram em outras cidades, 45,3% se deslocaram em busca de novas oportunidades de trabalho. O segundo principal motivo foram as desavenças familiares (18,4%).

Questionados sobre o que fazem para sobreviver, 70,9% dos entrevistados disseram exercer alguma atividade remunerada.

Apenas 15,7% revelaram que a sua principal fonte de renda são as esmolas.

A pesquisa revelou que os moradores de rua em geral são pessoas saudáveis. Apenas um terço deles afirmou ter algum problema de saúde. A doença mais freqüente é hipertensão (10,1%), seguida por problemas psiquiátricos (6,1%) e HIV/aids (5,1%).

Questionados sobre que tipo de discriminação sofrem por viver em situação de rua, os entrevistados disseram que freqüentemente são impedidos de entrar em certos locais, tais como lojas, shopping centers e meios de transporte coletivo.

Com base nos dados levantados nessa pesquisa, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome diz que pretende elaborar políticas públicas para lidar com o problema da mendicância.

A idéia é estabelecer um plano nacional para ajudar as cidades médias e grandes a combaterem o problema, e quem sabe reintegrar essas pessoas à sociedade.

Em cada uma das 71 cidades pesquisadas, o total de pessoas em situação de rua gira em torno de 0,061% da população local