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quarta-feira

Os defensores da atual administração alegam não haver verbas para obras

Clique na foto para ampliar

Há determinadas obras e concessões que nunca deveriam ser feitas ou autorizadas.
Convivemos há dois anos com esses monstrengos que poderiam ser utilizados para publicidade e que permanecem todo o ano enfeiando nossa praia.
Nosso desafio é que alguém declare quanto foi a receita,demonstre e onde foi aplicada.
Certamente o valor é insignificante e a maior parte foi parar nos bolsos de quem permitiu essa barbaridade.
Demonstre sua discordância com esses totens de corrupção, proteste contra o abuso de poder.

sexta-feira

Carta aberta da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá


CARTA ABERTA

A Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG vêm a público esclarecer fatos infundados que foram divulgados ao longo desta semana, em relação aos back lights instalados nas praias de nosso município.

Ocorre Que em meado de 2006, Vislumbrando melhorias na infra-estrutura turística de nossa cidade, apresentamos à municipalidade um projeto que visava a instalação de duchas ao longo da orla das praias de nosso município, onde foi conferida à nossa entidade, a permissão de uso de área pública para a instalação de 44 duchas, pela Prefeitura Municipal.

De posse do decreto autorizando a utilização de área pública, em 2006 a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG realizou parceria com as empresas DZ8 Special Projects e Markplan Propaganda e Publicidade para viabilizar o referido projeto, onde a mesma instalaria e conservaria os referidos equipamentos e, em contra partida, poderia comercializar publicidades nos referidos equipamentos.

No início foram instalados 10 equipamentos, gerando inúmeras mídias positivas para a nossa cidade, servindo inclusive como referência para a implantação em outras cidades. Porém alguns meses após a implantação das duchas, as mesmas sofreram diversos atos de vandalismo, e principalmente a utilização inadequada por alguns munícipes.

Dentro de alguns meses a exploração publicitária das duchas tornou-se inviável, devido principalmente ao seu alto custo de manutenção e as exorbitantes contas de consumo de água, porém neste momento acumulavam-se R$ 34.573,04 (trinta e quatro mil quinhentos e setenta e três reais e quatro centavos) de contas de consumo de água em aberto, onde tanto a entidade quanto a Prefeitura Municipal de Guarujá figuravam como sujeito passivo.

Em janeiro de 2.008 a Prefeitura Municipal de Guarujá cedeu a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG o direito de explorar os 56 back lights instalados na orla da praia de Guarujá, quando firmamos contrato com a empresa Midia Pull Editora Ltda. para comercializar mídias nos referidos equipamentos, em contra partida a referida empresa efetuou a quitação do saldo referente ao consumo de água em aberto junto à SABESP e retirou as 10 (dez) duchas instaladas na orla das praias, além de repassar a quantia de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) mensais à nossa entidade, que foram aplicados na própria finalidade da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG.

Lembrando que a própria empresa Mídia Pull Editora Ltda. efetuou a aquisição dos 56 (cinqüenta e seis) back lights instalados na orla, conforme nota fiscal apresentada pela mesma, no valor de R$ 259.840,00 (duzentos e cinqüenta e nove mil oitocentos e quarenta reais), emitida pela A V Operações de Scanner S/C Ltda.

Em dezembro de 2009 fomos surpreendidos com um decreto onde a Prefeitura Municipal de Guarujá cedia os direitos de exploração dos referidos equipamentos à empresa Front 360, sem antes consultar o verdadeiro proprietário dos equipamentos.

Como o referido decreto que autorizava a Front 360 a explorar os referidos equipamentos foram revogados e questionados pela Justiça, conclui-se que a autorização deveria partir da Superintendência do Patrimônio da União – SPU, devido à área da orla ser de domínio da união.

Decidimos, juntamente com o nosso Departamento Jurídico, ingressar com requerimento ao SPU, sendo o mesmo autorizado em 10 de maio de 2.010, à título precário, oneroso e por prazo determinado de 90 (noventa) dias.

Em nenhum momento a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG teve a intenção de prejudicar, ou se sobrepor, à Administração Municipal, somente agiu seguindo a legislação pertinente ao assunto para obter a referida autorização, em nosso entendimento, não cabe à Prefeitura Municipal de Guarujá questionar a referida decisão, visto que a mesma foi concedida pelo Órgão Competente.

Entendemos que a apreensão indevida das mídias instaladas com autorização da SPU demonstra claramente, um ato arbitrário da Prefeitura Municipal, beirando as raias da má fé, enquadrando-se, claramente, no crime tipificado como apropriação indébita no Código Penal Brasileiro.

A Associação Comercial e Empresarial de Guarujá – ACEG tem certeza de que será realizada uma audiência com as autoridades competentes para dirimir eventuais dúvidas quanto a essa autorização, de forma a não gerar maiores problemas para a entidade, à administração municipal e a empresa parceria da entidade.

sábado

Guarujá cidade de ambulantes ricos e comerciantes pobres.Foto de 20/11/2009

clique na foto para ampliar
A interpretação, que os secretário Dario Gama dá para essas lojas de roupas que é de que são ambulantes.
Grande parte dos comerciantes de roupas da Praia de Pitangueiras no Guarujá não pode contar com o mesmo beneplácito dos que circulam nas praias e calçadas do Guarujá.
A alegação do Secretário, no programa do Tuca Jr. TV Guarujá é de que esses indivíduos pagam impostos
Até onde eu sei, essa atividade de venda de roupas na praia é ilegal e proibida pelo Código de Posturas e
não pode ser confundida com artigos de praia.
Artigos de praia são cadeiras, esteiras,brinquedos para crianças. Óculos, maiôs,biquinis,cangas e saídas de banho são roupas.
A tentativa do Secretário de legalizar esses comerciantes ilegais esbarra em outras leis.
Documentos fiscais, Notas Fiscais, composição das fibras usadas nos tecidos, CNPJ do fabricante e outras, são ignoradas em detrimento do Código do Consumidor.
O Secretário alega que Guarujá tem cerca de 1250 ambulantes. A licença de ambulante custa  cerca de R$800,00 por ano que deve ser paga em até 8 vezes.
Em informações anteriores os órgãos competentes informaram que a inadimplência de ambulantes e quiosques chega a mais de 80% dessas taxas, o que quer dizer que poucos pagam a mixaria para predar o comércio legal do Guarujá.
A Associação Comercial do Guarujá ensaia algumas vezes uma tímida justificativa para com seus associados enviando Ofícios à Prefeita.
Isso é muito pouco e menos do que precisam seus associados que pagam de mensalidade R$45,00 por mês.
Ações junto ao Ministério Público e junto á Imprensa  é o mínimo que toda a diretoria deve encabeçar. Não só o Presidente. Toda a diretoria! Fica bem fácil para os demais diretores concordarem, ou não, com possíveis ações do Presidente, sem colocar sua assinatura nas reclamações.
Quer nos parecer que o Presidente está manietado e não quer ser responsabilizado por desentendimentos com a Administração.
Não é de hoje que dirigentes da Associação Comercial se utilizam do cargo para conseguir benesses junto á Administração.

terça-feira

A Associação Comercial do Guarujá é totalmente contrária ao comércio ilegal...


"CINCO GRANDES LOJAS EM MENOS DE 50 METROS NA PRAIA DE PITANGUEIRAS MAIS DE 50 LOJAS NO GUARUJÁ"‏
De:Associacão Comercial e Empresarial de Guarujá / gerência (adm@aceguaruja.com.br)
Enviada:terça-feira, 3 de novembro de 2009 15:41:21
Para:falecomodono@hotmail.com
Caro Editor,
Boa tarde,
A respeito do texto publicado hoje, informamos que a Associação Comercial e Empresarial de Guarujá é totalmente contrária ao comércio ilegal realizado nas praias de nossa cidade, haja vista que este tipo de atividade além de não gerar receitas ao município, também não gera empregos aos nossos cidadãos e prejudica o comerciante legalmente estabelecido, que gera empregos e arrecada impostos ao município.
Nos próximos dias estarei conversando com o nosso presidente para que possamos tomar alguma atitude para coibir esta prática em nossa cidade, que há muitos anos vêm sendo denunciada por nossa entidade e gostaríamos de contar com o vosso apoio nesta empreitada.
Att.

Wagner Rodrigo Cruz de Souza
Gerente Administrativo
E-mail: adm@aceguaruja.com.br
Skype: wagner_rodrigo
MSN: wagner_rodrigo@uol.com.br
Fone: (013) 3344-4000
Cel: (013) 7807-6407
ID: 55*90*14791


CINCO GRANDES LOJAS EM MENOS DE 50 METROS NA PRAIA DE PITANGUEIRAS MAIS DE 50 LOJAS NO GUARUJÁ

Clique na foto para amplair
O Código de Posturas do Guarujá proibe expressamente esse tipo de comércio que deve estar sendo patrocinado por algum corrupto, que embolsa de R$20.000,00 a R$ 50.000,00 por mês.
O lucro liquido presumido de cada lojinha sobre rodas pode chegar a R$ 3.000,00 por fim de semana e no mês de Janeiro aproximadamente R$ 40.000,00 a R$ 50.000,00 por mês. 
Com facilidade, já que não paga impostos,não paga aluguel,condomínio nem registra seus funcionários, disfarçados de autônomos pode amealhar uma pequena fortuna todos os anos e pagar propina a muita gente graúda ou não. Quem estará se locupletando com esse comércio predador e ilegal? Gostaríamos muito de uma palavra a respeito desse comércio do Presidente da Associação Comercial e de qualquer representante da Administração que pudesse justificar a permanência dessa imoralidade nas nossas praias.
Em recente denúncia do SOS Guarujá tivemos o prazer de ver que as faixas de propaganda e contendo termos impróprios foram proibidas e não estão sendo colocadas, numa prova de que pelo menos alguém respeita os cidadãos do Guarujá.
Caso ninguém se manifeste poderemos acreditar que tem propina graúda segurando esses ilegais.

domingo

Participe do nosso blog. Mande-nos um e-mail

A Ouvidoria é marionete da administração.


Mande-nos um e-mail


Pode ser a diferença entre ganhar ou perder a luta.


Apesar das mais de quatro mil visitas ao blog nos últimos meses, não pudemos saborear muitas vitórias.


As autoridades constituídas e alguns fantoches, como a Ouvidoria do Guarujá, não reconhecem nosso blog e a associação que estamos constituindo, como uma força a ser respeitada.


O caso dos quiosques de sorvetes é o clássico da ilegalidade dos que continuaram no poder, desde a administração passada.


Denunciamos que existem dezenas de quiosques de sorvetes poluindo visualmente a cidade, servindo de outdoors para as marcas.


Esses quiosques não são de propriedade das pessoas que constam como ambulantes.


Segundo denúncia de leitor a ser apurada, esses quiosques são conseguidos em comodato junto às indústrias que os colocam gratuitamente e ainda pagam a licença e a ligação na rede de força e luz com a finalidade de impingir a sua marca aos milhares de transeuntes.


É por isso que esses quiosques em sua grande maioria permanecem fechados quase todo o tempo, até mesmo em fins de semana e feriados.


É bem possível e isso será apurado pelo Ministério Público, que nem as licenças haviam sido pagas até a nossa denúncia, o que forçou a Municipalidade a abrir novo prazo para o pagamento das licenças.


O que fez o fantoche da Ouvidoria do Guarujá?


Na subserviência da falta de poder respondeu à nossa denúncia com a resposta mais abaixo.


Ora, de que vale o Ouvidor ser, como dizem muitos no Guarujá, um homem sério se está manietado e conduzido como um fantoche por poderes que ele mesmo deveria denunciar?


Senhor Ouvidor, sua resposta é uma farsa e o senhor deveria juntar a ela um parecer que permitisse a continuidade do processo de retirada desse entulho das nossas praias.


Mas isso será feito, talvez com um custo maior para todos, pois, a ilegalidade desses quiosques é manifesta por ser prejudicial ao visual urbano, sem dizer que não atende a nenhuma necessidade quer do consumidor que do permissionário.


Esses quiosque são uma aberração.


É aí que entram os leitores e simpatizantes da SOS Guarujá.


Para termos representatividade precisamos do seu apoio.


Mande um e-mail para falecomodono@hotmail.com com a sua adesão à representação que vamos formalizar nos próximos dias ao Ministério Público.


O e-mail deve ter seu nome, RG e CPF que não serão divulgados, pois serão entregues em apartado ao Promotor Público, com pedido de sigilo em nome da segurança.


Contamos com seu apoio.


Mais do que dinheiro nós precisamos da sua representatividade de cidadão.


O Editor









“Contamos e fotografamos 32 quiosques de sorvetes só nas praias de Pitangueiras e Enseada As fotos estão em www.sosguaruja.com


Referidos quiosques que passam a maior parte do tempo fechados estão com sua pintura deteriorada, sujos, vendem bebidas e gelo contrariando a legislação.


Seu número e custo para instalação também sugerem conivência com autoridades para instalação, manutenção e obtenção de licenças que não se sabe se são ambulantes ou outra. Ferem a legislação Federal como construções irregulares sem conhecimento do SPU.


Gostaríamos de saber a real situação desses estabelecimentos, a quem pertencem etc.”


EIS A RESPOSTA DO OUVIDOR:


Existem 43 quiosques com licença para comercialização de sorvete no calçadão das praias de Pitangueiras e Enseada.



DO EDITOR


Face à resposta insatisfatória da Ouvidoria esperamos que algum advogado se ofereça para redigir a denúncia ao Ministério Público...


Será que vamos ter essa colaboração de advogado simpatizante com a causa?

quarta-feira

Resolveram o problema do parquinho...

Depois de muitas queixas o parquinho foi "RETIRADO".
Clique na foto para ampliar.

A notícia não é nova mas mostra a falta de atuação da a Associação Comercial do Guarujá.



Consumação mínima nas areias do Guarujá

Nem clientes de quiosque escapam

Veja o link

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090111/not_imp305434,0.php

Um dia típico de verão na Praia da Enseada, Guarujá, regado a chope gelado e porções de camarão pode causar surpresas na hora de acertar a conta. Quiosques à beira-mar cobram até R$ 100 de consumação mínima dos turistas. Em troca, oferecem espreguiçadeira, guarda-sol e cadeira. Juristas dizem que a taxa é abusiva e ilegal desde março de 2005, quando entrou em vigor a Lei Estadual 11.886. Comerciantes dizem que é o jeito de evitar "farofeiros".

Na semana passada, a reportagem flagrou oito quiosques com placas de consumação obrigatória fixadas em guarda-sóis, porta guardanapos e até coqueiros. A maioria próximo à Praça Prefeito Abílio dos Santos Branco, onde ficam sorveterias badaladas.

O quiosque e bar Dona Eva, por exemplo, coloca mesas na praia, cadeiras e guarda-sol. Funcionários ficam à disposição dos clientes o tempo todo - geralmente de classe média alta, hospedados em hotéis da região. O subgerente Bruno, que não quis fornecer o sobrenome, conta que nos fins de semana a consumação é de R$ 100 e durante a semana, de R$ 50. Outro funcionário revela que tudo é questão de "negociação". "Se a gente percebe que a pessoa vai comprar algo, não vamos cobrar tanto como está no aviso. É mais para espantar quem não consome", afirma.

No Ziriguidum, placa indicava consumação de R$ 100. Em O Primata, um dos atendentes disse que a consumação é de R$ 10. "Se um dia a pessoa vem e não compra nada, a gente deixa passar. No dia seguinte, falo que tem de pagar, senão é prejuízo."

Para a dona de casa Cândida Afonso, a cobrança é injusta. "Acho um absurdo porque a praia é pública." Sua amiga também estava inconformada.

O bancário Leonardo Batista se espantou com a placa de consumação. "Se todas as pessoas evitarem esses quiosques, eles vão fechar e aí sim pedirão a volta dos turistas sem cobrar nada."

Segundo o Procon-SP, para se defender do abuso, o consumidor deve pagar a conta, pedir nota fiscal com os valores discriminados e solicitar restituição do valor no Procon-SP ou Juizado Especial Cível.

A Associação dos Quiosqueiros de Guarujá se defende. "As pessoas chegam com isopor, garrafas de 2 litros de refrigerante, coxinha, frango e farofa e não querem comprar nada. Por isso, pelo menos na época de temporada, nós cobramos consumação", explica a presidente Marta Rodrigues Pereira. "Aí, quando chega nosso freguês, que compra de verdade, não tem onde sentar."

Segundo ela, existem hoje 98 quiosques abertos na Enseada e a consumação já vem sendo cobrada há muito tempo. Comparando dezembro de 2008 a dezembro de 2007, ela diz que sentiu queda no consumo. "As pessoas estão gastando menos. Tivemos bom movimento no ano-novo e depois parou." E há algumas brechas para os clientes. "Quando a pessoa traz isopor mas consome bastante, a gente permite ficar."

Procurados, representantes da Associação Comercial do Guarujá não foram localizados.




terça-feira

Quiosques... vejam a solução!

Clique na foto para ampliar e ache o coelho no mato...

Eis o link para a matéria completa no blog “Inconfidência”

http://blig.ig.com.br/guarujaense/2009/03/17/quiosquesvejam-a-solucao/

Veja alguns trechos que tomamos a liberdade de transcrever.

"Será justa em uma cidade como Praia Grande com milhares de habitantes apenas 168, e no Guarujá algo em torno de 120, privilegiados, felizardos, utilizarem indevidamente o espaço público gratuitamente, com localização privilegiada, e o resto da população não tem as mesmas oportunidades.


Por que um Quiosque não pode trocar legalmente de dono, o espaço é público, deveria periodicamente ser Licitado, como tudo que é publico, por que um quiosque deve possuir um dono perpétuo, até os Cartórios ajustaram-se as mudanças, existe concursos públicos hoje para Cartorário.

Um funcionário de Quiosque é devidamente registrado conforme a CLT, recebe Férias, 13º Salário, FGTS, e quantos empregos são gerados pelos Quiosques? Quiosques possuem CNPJ (RFB), Inscrição Estadual (SEFAZ), CEI (INSS), CCM (PMG), Vistoria do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária (SIVISA)?

A questão é simples, os donos dos Quiosques afirmam que construíram as edificações e caso algum “aventureiro”, ofereça uma melhor oferta publica de aluguel, os ex-donos perderiam os direitos. Quanto tempo os mesmos exploram os Quiosques?

Passados três anos, NINGÉM retirou os Quiosques, a Prefeitura não cumpriu o TAC e os Quiosques continuam irregulares, instalados nas Praias, sem sanitários, sem higiene, ocupando o espaço público, as areias com dezenas de cadeiras, mesas e guarda-sol e principalmente cobrando consumação de R$ 100,00 e faturando muito, uma gelada custa cerca de R$ 3,50.

Trata-se de invasão de área pública por particulares que ali ergueram estabelecimentos comerciais sem licenciamento ambiental, sem compromisso com o aspecto paisagístico das praias, sem saneamento básico, sem o pagamento de qualquer taxa de utilização e sem submissão a qualquer tipo de concorrência pública que lhes garantisse o direito de utilizar o espaço.


Também não houve consulta pública para que os moradores dessas regiões se manifestassem a respeito da utilização comercial desses espaços.

Constatou-se, ainda, que os quiosques, em sua maioria, não estão ligados às redes de tratamento de esgoto, e sim às redes pluviais, contribuindo, com o lançamento de seus dejetos, para a poluição dos lençóis freáticos, do mar.

No caso específico dos quiosques localizados nas Praias da Enseada e Perequê, na orla do Guarujá, em relação aos quais já há inclusive decisão judicial que determina sua demolição, o Ministério Público Federal tenta junto à Prefeitura Municipal uma solução extrajudicial para o problema.

Vários Juízes Federais fundamentam sua decisão no art. 6º do Decreto-Lei nº 2.398/87, que prevê a remoção da construção ou obra realizada em áreas de praias, sem a prévia autorização do Ministério da Fazenda, além dos artigos 9º e 10 da Lei nº 9.636/98.

Outro aspecto que fundamenta as decisões dos magistrados é que a ocupação dos quiosques desrespeitou a concorrência pública exigida para o uso e a ocupação de imóveis de propriedade da União, prevista no art. 18 da Lei 9.636/90.


A exigência da concorrência pública inviabiliza a “regularização formal, geográfica e técnica dos quiosques já instalados e em funcionamento na orla, mantendo-se os mesmos ocupantes, já que a ocupação ilegal da faixa de praia permaneceria”.

As autorizações feitas pelo Município do Guarujá não têm validade jurídica, já que, enquanto o processo administrativo para cessão de uso dos terrenos localizados em faixa de praia não for concluído, a competência para a concessão é exclusiva da União, já que a área ocupada é bem de uso comum do povo de propriedade da União.

Enquanto isso, autoridades em Turismo como Michel Tuma Ness, tem que vir a publico no evento do Sofitel, solicitando a Prefeita a extinção da “Maré Vermelha”.

Turistas têm seu acesso impedido, lixo acumula-se nas praias, a visão da Orla Marítima perdeu-se com a instalação de Quiosques como pequenos arranha-céus nas areias, e as condições sanitárias de péssima qualidade, e as questões das mesas, cadeiras e guarda-sol.


Infelizmente a verdade é clara, falta gente de coragem para tomar posições, saudades do ex-prefeito Jaime Daige que diziam que não gostava dos pobres, mas gostava da Orla Marítima, como milhões de turistas que vem para nossas praias."

domingo

15 de março de 2009 24 pérolas das Asturias

O Editor publica essas fotos com a finalidade de alertar as autoridades do cáos em que se encontra o comércio ambulante nas praias.
Ninguém aqui está achando que o comércio ambulante deve acabar ou está querendo tirar o pão da boca de ninguém.
Ocorre que os desmandos que vem de antigas administrações pode e deve ser corrigido agora.
Há sim diversas maneiras de fazer a coisa com critério, decência, honestidade, limpeza e outros adjetivos que devem ser observados nas sociedes modernas e nas cidades que dependem do turismo e veraneio, sem contar com milhares de brasileiros que procuram qualidade de vida para
o futuro.
Não há inocentes. Todos somos culpados da atual situação.
O que se indaga é se essa adminstração fará como as últimas ou se começará logo a organizar esse comércio.
Não há inocentes mas também não há bobos.
Com o advento da informática nas comunicações está facílimo mostrar a situação da cidade para um grande número de cidadãos interessados em resolver problemas.
A Associação SOS Guarujá está procurando colaboradores de todas as camadas sociais que colaborem .
Precisamos nesse momento que o blog www.sosguaruja.com seja aplamente divulgado pelos jornais da cidade e pelo "boca a boca". Convide seus amigos a acessarem o blog
Precisamos quem se disponha a colaborar com a impressão e adesivos para serem colocados em carros.


Acredite essas são só uma pequena parte das ilegalidades no comércio de ambulantes nas praias.
Não conseguiríamos fotografar todas!

Fotografe a sua denúncia e envie para postarmos.
Não seja omisso.
Reclame com seu vereador ou na Ouvidoria do Guarujá

Reclamação na Ouvidoria
Telefones (13)- 3355-4211 e (13) 3382-3721


sábado

A culpa é da Associação Comercial do Guarujá !!!


Clique na foto para ampliar...
Depois não sabem porque o comércio do Guarujá não vai para frente...
Logo vamos ter Diretoria de Ambulantes Vendedores de Roupas de Péssima Qualidade
na Associação Comercial do Guarujá.
Não ví nem ninguém nunca viu uma qualquer protesto da Associação por causa da ilegalidade.
 Nesse sábado 14 de março de 2.009. (não confunda com 25 de março...KKKK) contei e fotografei 15 lojas de roupas e assessórios, inclusive biquinis, óculos e chapéus.
Essa atividade é proibida pelo Código de Posturas!!!

Póde? Não póde!!!
Não pagam imposto, não tem CNPJ, não tiram nota fiscal,não registram os empregados, não atendem ao Código do Consumidor. 
Não Nada!!!! Só grana na mão de quem autoriza e empresaria essa atividade ilegal!!!

Comerciante não pague pelo que você não usa ou pelo serviço mal prestado. 
Se você não está satisfeito com a atuação da  Associação Comercial reclame e se não for atendido não participe.
 Peça demissão! 
Não pague para que a diretoria apareça nos Jornais.

Afinal, você é um comerciante ou um rato??

Praia de Pitangueiras dia 14 de março de 2.009. Trinta e seis barracos.

FAVELIZARAM A PRAIA DE PITANGUEIRAS!!!


Fala sério!!!
Isso é mais que uma vergonha.
O Editor publica contrariado essa fotos pois ama o Guarujá.

Clique na foto para ampliar

Eis o que resultou de anos e anos de falta de fiscalização.
Favelizaram a Praia de Pitangueras.
Tenham certeza de que esses 36 barracos não são a metade das cozinhas ao ar livre montadas na outrora Pérola do Atlântico.
Gostaria de não ter de usar termos mais fortes como"mérda do Atlântico"
Vou deixar para que possíveis cidadãos comentem, escrevam o que significa isso.
Será que não existe uma maneira mais civilizada e menos porca de atender aos pobres turistas?
Onde estiveram os fiscais do Guarujá, nesse dia 14 de março... se é que existem...
Não ví nenhum!!!
E não digam que é muito serviço pois fotografei tudo isso em menos de uma hora. Houvesse mínima fiscalização e os próprios barraqueiros iriam se adequando.
Mas não!!!
Não há respeito, não há cumprimento do dever, não há cidadãos em Guarujá.
Só um monte de indivíduos não comprometidos com o futuro do Guarujá.

segunda-feira

Guarujá teve a pior temporada dos últimos anos...


Sapo Cururu supostamente fotografado na rua Mário Ribeiro.
Qualquer semelhança com um frequentador do Pérola, corretor de imóveis ou não, é mera coincidência.


Guarujá tem a pior temporada dos últimos anos...
Sob esse título já publicamos nos últimos dias de Janeiro a matéria que republicamos hoje ,em razão do término do carnaval e fechamento do mês de fevereiro para os comerciantes conhecidos.
Parece que surtiu efeito pois não li nenhuma declaração "daqueles que sempre levam vantagem"
dizendo o contrário.
Caso haja manifestação contra essa informação o Editor vai fazer um abaixo assinado e promete mais de 1.000 assinaturas.

******************************************************************
Não há estatísticas.
São as conjecturas de comerciantes que se reunem em pontos como o Restaurante Pérola do Atlântico na esquina das ruas Petrópolis com rua Mário Ribeiro na Praia de Pitangueiras.
Não há que se creditar o fracasso à atual administração da Prefeita Maria Antonieta.
Já não se pode dizer o mesmo da atuação da Associação Comercial do Guarujá que tem nos últimos dez anos apoiado toda a atuação dos diversos prefeitos que nada fizeram pelos comerciantes da cidade.
Falta transparência na Associação que ainda segundo esses comerciantes, vive de festas e de apoiar todos os atos da Administração.
Para alguns vale a piada de que nenhum Prefeito governa Guarujá sem o apoio da Associação Comercial.
MESMO QUE O PREFEITO NÃO PEÇA NEM QUEIRA ELES DÃO!!!!!
Falta representatividade nessa Associação que em dez anos não conseguiu aumentar o número de sócios, não cativa o interesse da maioria dos comerciantes e gerencia a Associação de acordo com seus interesses.
Há dez anos uma campanha conseguiu atrair o interesse da mídia e dos comerciantes com a frase:
Você é um comerciante ou um rato???
A polêmica mexeu com os brios dos comerciantes que esboçaram uma reação ao poder dos ambulantes e comerciantes ilegais.
Hoje, dentro da Associação Comercial existe um alto dirigente que apropriou-se de cerca de 500 metros quadrados da Praia de Pitangueiras com um restaurante que começou com um quiosque.
Você é um comerciante ou um rato? Eu acho que grande parte dois comerciantes do Guarujá são ratões comendo na mão das administrações que afinal prejudicaram a temporada e estão acabando com o comércio do Guarujá.
Certamente nos próximos dias, como ocorre em todo fim de temporada os dirigentes dessa Associação que tem menos de 500 associados vai vir aos jornais e dizer que foi uma das melhores temporadas dos últimos anos. (Para eles, claro) .

sexta-feira

No Perequê colocaram 1 e o vereador Jaiminho reclamou.


Só na (orla) Praia de Pitangueiras plantaram mais de 15 e ninguém viu...ninguém fala nada!!!



Comerciantes do Perequê reclamam e questionam a existência de alvará de funcionamento.

A falta de sensibilidade e até de inexperiência administrativa por parte de alguns secretários municipais, levou o vereador Jaime Ferreira de Lima, o Jaiminho (PP) a requerer da Prefeitura, informações sobre a presença de um quiosque de sorvete da marca Kibon, no calçadão da Praia do Perequê.

Proprietários de restaurantes estão reclamando e cobram mais eficiência da fiscalização municipal e questionam se o estabelecimento tem licença para funcionar no local.

Os comerciantes querem a frente de seus estabelecimentos livres de obstáculos, que impeçam seus clientes de apreciarem a visão da paisagem local – principal atrativo turístico para os restaurantes daquela região.

De acordo com Jaiminho, as primeiras reclamações se deram por conta de um poste de energia elétrica para o funcionamento do referido quiosque. O vereador afirma que as informações sobre o assunto foram passadas para a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) e para alguns de seus assessores municipais (secretários) verbalmente, ainda antecedendo a instalação. Um dos assesores teria dito ao vereador que a reclamação deve ser dirigida à Ouvidoria Municipal e que não caberia a ele (o vereador) receber as queixas. "Como resposta, eu disse a ele que o vereador é eleito para ser fiscal do povo e era esse o papel que eu estava fazendo", disse Jaiminho.

Ainda conforme o vereador, o quiosque só funciona nos fins de semana, quando o movimento de turistas é maior. O problema está levando os comerciantes a questionarem se o alvará para aquele estabelecimento existe ou se há mesmo falta ou pouca fiscalização do comércio naquele local.

Informações – No requerimento, dirigido à prefeita, Jaiminho quer saber se o proprietário requereu licença e alvará de funcionamento para se instalar no local; que medida a Prefeitura tomou a respeito da instalação do quiosque. Se houve autorização para a obra, já que se trata de uma instalação em via publica e, ainda, se há concessão de licença e expedição de alvará para exploração comercial para a área de calçadão daquela praia.


Do Jornal O Itapema