quarta-feira
Os defensores da atual administração alegam não haver verbas para obras
sexta-feira
Carta aberta da Associação Comercial e Empresarial de Guarujá
domingo
Se é essa a imagem que nós somos obrigados a ver todos os dias no Gurujá
sábado
Guarujá cidade de ambulantes ricos e comerciantes pobres.Foto de 20/11/2009
Artigos de praia são cadeiras, esteiras,brinquedos para crianças. Óculos, maiôs,biquinis,cangas e saídas de banho são roupas.
A tentativa do Secretário de legalizar esses comerciantes ilegais esbarra em outras leis.
Documentos fiscais, Notas Fiscais, composição das fibras usadas nos tecidos, CNPJ do fabricante e outras, são ignoradas em detrimento do Código do Consumidor.
O Secretário alega que Guarujá tem cerca de 1250 ambulantes. A licença de ambulante custa cerca de R$800,00 por ano que deve ser paga em até 8 vezes.
Em informações anteriores os órgãos competentes informaram que a inadimplência de ambulantes e quiosques chega a mais de 80% dessas taxas, o que quer dizer que poucos pagam a mixaria para predar o comércio legal do Guarujá.
A Associação Comercial do Guarujá ensaia algumas vezes uma tímida justificativa para com seus associados enviando Ofícios à Prefeita.
Isso é muito pouco e menos do que precisam seus associados que pagam de mensalidade R$45,00 por mês.
Ações junto ao Ministério Público e junto á Imprensa é o mínimo que toda a diretoria deve encabeçar. Não só o Presidente. Toda a diretoria! Fica bem fácil para os demais diretores concordarem, ou não, com possíveis ações do Presidente, sem colocar sua assinatura nas reclamações.
Quer nos parecer que o Presidente está manietado e não quer ser responsabilizado por desentendimentos com a Administração.
Não é de hoje que dirigentes da Associação Comercial se utilizam do cargo para conseguir benesses junto á Administração.
terça-feira
A Associação Comercial do Guarujá é totalmente contrária ao comércio ilegal...
| De: | |
| Enviada: | terça-feira, 3 de novembro de 2009 15:41:21 |
| Para: | falecomodono@hotmail.com |
Gerente Administrativo
E-mail: adm@aceguaruja.com.br
Skype: wagner_rodrigo
MSN: wagner_rodrigo@uol.com.br
Fone: (013) 3344-4000
Cel: (013) 7807-6407
ID: 55*90*14791
CINCO GRANDES LOJAS EM MENOS DE 50 METROS NA PRAIA DE PITANGUEIRAS MAIS DE 50 LOJAS NO GUARUJÁ
quarta-feira
Aí tem!!!
Já postamos outras fotos outro dia. Não tem fiscalização no Guarujá ou esse cara tem padrinho forte? Se for isso o fiscal tem que denunciar.
terça-feira
31de março de 2009 Imagens de três meses de govêrno...
segunda-feira
Vamooooosss!!!!
domingo
Participe do nosso blog. Mande-nos um e-mail
Mande-nos um e-mail
Pode ser a diferença entre ganhar ou perder a luta.
Apesar das mais de quatro mil visitas ao blog nos últimos meses, não pudemos saborear muitas vitórias.
As autoridades constituídas e alguns fantoches, como a Ouvidoria do Guarujá, não reconhecem nosso blog e a associação que estamos constituindo, como uma força a ser respeitada.
O caso dos quiosques de sorvetes é o clássico da ilegalidade dos que continuaram no poder, desde a administração passada.
Denunciamos que existem dezenas de quiosques de sorvetes poluindo visualmente a cidade, servindo de outdoors para as marcas.
Esses quiosques não são de propriedade das pessoas que constam como ambulantes.
Segundo denúncia de leitor a ser apurada, esses quiosques são conseguidos em comodato junto às indústrias que os colocam gratuitamente e ainda pagam a licença e a ligação na rede de força e luz com a finalidade de impingir a sua marca aos milhares de transeuntes.
É por isso que esses quiosques em sua grande maioria permanecem fechados quase todo o tempo, até mesmo em fins de semana e feriados.
É bem possível e isso será apurado pelo Ministério Público, que nem as licenças haviam sido pagas até a nossa denúncia, o que forçou a Municipalidade a abrir novo prazo para o pagamento das licenças.
O que fez o fantoche da Ouvidoria do Guarujá?
Na subserviência da falta de poder respondeu à nossa denúncia com a resposta mais abaixo.
Ora, de que vale o Ouvidor ser, como dizem muitos no Guarujá, um homem sério se está manietado e conduzido como um fantoche por poderes que ele mesmo deveria denunciar?
Senhor Ouvidor, sua resposta é uma farsa e o senhor deveria juntar a ela um parecer que permitisse a continuidade do processo de retirada desse entulho das nossas praias.
Mas isso será feito, talvez com um custo maior para todos, pois, a ilegalidade desses quiosques é manifesta por ser prejudicial ao visual urbano, sem dizer que não atende a nenhuma necessidade quer do consumidor que do permissionário.
Esses quiosque são uma aberração.
É aí que entram os leitores e simpatizantes da SOS Guarujá.
Para termos representatividade precisamos do seu apoio.
Mande um e-mail para falecomodono@hotmail.com com a sua adesão à representação que vamos formalizar nos próximos dias ao Ministério Público.
O e-mail deve ter seu nome, RG e CPF que não serão divulgados, pois serão entregues em apartado ao Promotor Público, com pedido de sigilo em nome da segurança.
Contamos com seu apoio.
Mais do que dinheiro nós precisamos da sua representatividade de cidadão.
O Editor
“Contamos e fotografamos 32 quiosques de sorvetes só nas praias de Pitangueiras e Enseada As fotos estão em www.sosguaruja.com
Referidos quiosques que passam a maior parte do tempo fechados estão com sua pintura deteriorada, sujos, vendem bebidas e gelo contrariando a legislação.
Seu número e custo para instalação também sugerem conivência com autoridades para instalação, manutenção e obtenção de licenças que não se sabe se são ambulantes ou outra. Ferem a legislação Federal como construções irregulares sem conhecimento do SPU.
Gostaríamos de saber a real situação desses estabelecimentos, a quem pertencem etc.”
EIS A RESPOSTA DO OUVIDOR:
Existem 43 quiosques com licença para comercialização de sorvete no calçadão das praias de Pitangueiras e Enseada.
DO EDITOR
Face à resposta insatisfatória da Ouvidoria esperamos que algum advogado se ofereça para redigir a denúncia ao Ministério Público...
Será que vamos ter essa colaboração de advogado simpatizante com a causa?
quarta-feira
Resolveram o problema do parquinho...
A notícia não é nova mas mostra a falta de atuação da a Associação Comercial do Guarujá.

Consumação mínima nas areias do Guarujá
Nem clientes de quiosque escapam
Veja o link
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090111/not_imp305434,0.php
Um dia típico de verão na Praia da Enseada, Guarujá, regado a chope gelado e porções de camarão pode causar surpresas na hora de acertar a conta. Quiosques à beira-mar cobram até R$ 100 de consumação mínima dos turistas. Em troca, oferecem espreguiçadeira, guarda-sol e cadeira. Juristas dizem que a taxa é abusiva e ilegal desde março de 2005, quando entrou em vigor a Lei Estadual 11.886. Comerciantes dizem que é o jeito de evitar "farofeiros".
Na semana passada, a reportagem flagrou oito quiosques com placas de consumação obrigatória fixadas em guarda-sóis, porta guardanapos e até coqueiros. A maioria próximo à Praça Prefeito Abílio dos Santos Branco, onde ficam sorveterias badaladas.
O quiosque e bar Dona Eva, por exemplo, coloca mesas na praia, cadeiras e guarda-sol. Funcionários ficam à disposição dos clientes o tempo todo - geralmente de classe média alta, hospedados em hotéis da região. O subgerente Bruno, que não quis fornecer o sobrenome, conta que nos fins de semana a consumação é de R$ 100 e durante a semana, de R$ 50. Outro funcionário revela que tudo é questão de "negociação". "Se a gente percebe que a pessoa vai comprar algo, não vamos cobrar tanto como está no aviso. É mais para espantar quem não consome", afirma.
No Ziriguidum, placa indicava consumação de R$ 100. Em O Primata, um dos atendentes disse que a consumação é de R$ 10. "Se um dia a pessoa vem e não compra nada, a gente deixa passar. No dia seguinte, falo que tem de pagar, senão é prejuízo."
Para a dona de casa Cândida Afonso, a cobrança é injusta. "Acho um absurdo porque a praia é pública." Sua amiga também estava inconformada.
O bancário Leonardo Batista se espantou com a placa de consumação. "Se todas as pessoas evitarem esses quiosques, eles vão fechar e aí sim pedirão a volta dos turistas sem cobrar nada."
Segundo o Procon-SP, para se defender do abuso, o consumidor deve pagar a conta, pedir nota fiscal com os valores discriminados e solicitar restituição do valor no Procon-SP ou Juizado Especial Cível.
A Associação dos Quiosqueiros de Guarujá se defende. "As pessoas chegam com isopor, garrafas de 2 litros de refrigerante, coxinha, frango e farofa e não querem comprar nada. Por isso, pelo menos na época de temporada, nós cobramos consumação", explica a presidente Marta Rodrigues Pereira. "Aí, quando chega nosso freguês, que compra de verdade, não tem onde sentar."
Segundo ela, existem hoje 98 quiosques abertos na Enseada e a consumação já vem sendo cobrada há muito tempo. Comparando dezembro de 2008 a dezembro de 2007, ela diz que sentiu queda no consumo. "As pessoas estão gastando menos. Tivemos bom movimento no ano-novo e depois parou." E há algumas brechas para os clientes. "Quando a pessoa traz isopor mas consome bastante, a gente permite ficar."
Procurados, representantes da Associação Comercial do Guarujá não foram localizados.
terça-feira
Quiosques... vejam a solução!

Eis o link para a matéria completa no blog “Inconfidência”
http://blig.ig.com.br/guarujaense/2009/03/17/quiosquesvejam-a-solucao/
Veja alguns trechos que tomamos a liberdade de transcrever.
"Será justa em uma cidade como Praia Grande com milhares de habitantes apenas 168, e no Guarujá algo em torno de 120, privilegiados, felizardos, utilizarem indevidamente o espaço público gratuitamente, com localização privilegiada, e o resto da população não tem as mesmas oportunidades.
Por que um Quiosque não pode trocar legalmente de dono, o espaço é público, deveria periodicamente ser Licitado, como tudo que é publico, por que um quiosque deve possuir um dono perpétuo, até os Cartórios ajustaram-se as mudanças, existe concursos públicos hoje para Cartorário.
Um funcionário de Quiosque é devidamente registrado conforme a CLT, recebe Férias, 13º Salário, FGTS, e quantos empregos são gerados pelos Quiosques? Quiosques possuem CNPJ (RFB), Inscrição Estadual (SEFAZ), CEI (INSS), CCM (PMG), Vistoria do Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária (SIVISA)?
A questão é simples, os donos dos Quiosques afirmam que construíram as edificações e caso algum “aventureiro”, ofereça uma melhor oferta publica de aluguel, os ex-donos perderiam os direitos. Quanto tempo os mesmos exploram os Quiosques?
Passados três anos, NINGÉM retirou os Quiosques, a Prefeitura não cumpriu o TAC e os Quiosques continuam irregulares, instalados nas Praias, sem sanitários, sem higiene, ocupando o espaço público, as areias com dezenas de cadeiras, mesas e guarda-sol e principalmente cobrando consumação de R$ 100,00 e faturando muito, uma gelada custa cerca de R$ 3,50.
Trata-se de invasão de área pública por particulares que ali ergueram estabelecimentos comerciais sem licenciamento ambiental, sem compromisso com o aspecto paisagístico das praias, sem saneamento básico, sem o pagamento de qualquer taxa de utilização e sem submissão a qualquer tipo de concorrência pública que lhes garantisse o direito de utilizar o espaço.
Também não houve consulta pública para que os moradores dessas regiões se manifestassem a respeito da utilização comercial desses espaços.
Constatou-se, ainda, que os quiosques, em sua maioria, não estão ligados às redes de tratamento de esgoto, e sim às redes pluviais, contribuindo, com o lançamento de seus dejetos, para a poluição dos lençóis freáticos, do mar.
No caso específico dos quiosques localizados nas Praias da Enseada e Perequê, na orla do Guarujá, em relação aos quais já há inclusive decisão judicial que determina sua demolição, o Ministério Público Federal tenta junto à Prefeitura Municipal uma solução extrajudicial para o problema.
Vários Juízes Federais fundamentam sua decisão no art. 6º do Decreto-Lei nº 2.398/87, que prevê a remoção da construção ou obra realizada em áreas de praias, sem a prévia autorização do Ministério da Fazenda, além dos artigos 9º e 10 da Lei nº 9.636/98.
A exigência da concorrência pública inviabiliza a “regularização formal, geográfica e técnica dos quiosques já instalados e em funcionamento na orla, mantendo-se os mesmos ocupantes, já que a ocupação ilegal da faixa de praia permaneceria”.
As autorizações feitas pelo Município do Guarujá não têm validade jurídica, já que, enquanto o processo administrativo para cessão de uso dos terrenos localizados em faixa de praia não for concluído, a competência para a concessão é exclusiva da União, já que a área ocupada é bem de uso comum do povo de propriedade da União.
Enquanto isso, autoridades em Turismo como Michel Tuma Ness, tem que vir a publico no evento do Sofitel, solicitando a Prefeita a extinção da “Maré Vermelha”.
Turistas têm seu acesso impedido, lixo acumula-se nas praias, a visão da Orla Marítima perdeu-se com a instalação de Quiosques como pequenos arranha-céus nas areias, e as condições sanitárias de péssima qualidade, e as questões das mesas, cadeiras e guarda-sol.
Infelizmente a verdade é clara, falta gente de coragem para tomar posições, saudades do ex-prefeito Jaime Daige que diziam que não gostava dos pobres, mas gostava da Orla Marítima, como milhões de turistas que vem para nossas praias."
domingo
15 de março de 2009 24 pérolas das Asturias
Não conseguiríamos fotografar todas!
Não seja omisso.
Reclame com seu vereador ou na Ouvidoria do Guarujá
Telefones (13)- 3355-4211 e (13) 3382-3721
sábado
A culpa é da Associação Comercial do Guarujá !!!

Praia de Pitangueiras dia 14 de março de 2.009. Trinta e seis barracos.

segunda-feira
Guarujá teve a pior temporada dos últimos anos...

Sapo Cururu supostamente fotografado na rua Mário Ribeiro.
Qualquer semelhança com um frequentador do Pérola, corretor de imóveis ou não, é mera coincidência.
Sob esse título já publicamos nos últimos dias de Janeiro a matéria que republicamos hoje ,em razão do término do carnaval e fechamento do mês de fevereiro para os comerciantes conhecidos.
Parece que surtiu efeito pois não li nenhuma declaração "daqueles que sempre levam vantagem"
dizendo o contrário.
Caso haja manifestação contra essa informação o Editor vai fazer um abaixo assinado e promete mais de 1.000 assinaturas.
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Não há estatísticas.
São as conjecturas de comerciantes que se reunem em pontos como o Restaurante Pérola do Atlântico na esquina das ruas Petrópolis com rua Mário Ribeiro na Praia de Pitangueiras.
Não há que se creditar o fracasso à atual administração da Prefeita Maria Antonieta.
Já não se pode dizer o mesmo da atuação da Associação Comercial do Guarujá que tem nos últimos dez anos apoiado toda a atuação dos diversos prefeitos que nada fizeram pelos comerciantes da cidade.
Falta transparência na Associação que ainda segundo esses comerciantes, vive de festas e de apoiar todos os atos da Administração.
Para alguns vale a piada de que nenhum Prefeito governa Guarujá sem o apoio da Associação Comercial. MESMO QUE O PREFEITO NÃO PEÇA NEM QUEIRA ELES DÃO!!!!!
Falta representatividade nessa Associação que em dez anos não conseguiu aumentar o número de sócios, não cativa o interesse da maioria dos comerciantes e gerencia a Associação de acordo com seus interesses.
Há dez anos uma campanha conseguiu atrair o interesse da mídia e dos comerciantes com a frase:
Você é um comerciante ou um rato???
A polêmica mexeu com os brios dos comerciantes que esboçaram uma reação ao poder dos ambulantes e comerciantes ilegais.
Hoje, dentro da Associação Comercial existe um alto dirigente que apropriou-se de cerca de 500 metros quadrados da Praia de Pitangueiras com um restaurante que começou com um quiosque.
Você é um comerciante ou um rato? Eu acho que grande parte dois comerciantes do Guarujá são ratões comendo na mão das administrações que afinal prejudicaram a temporada e estão acabando com o comércio do Guarujá.
Certamente nos próximos dias, como ocorre em todo fim de temporada os dirigentes dessa Associação que tem menos de 500 associados vai vir aos jornais e dizer que foi uma das melhores temporadas dos últimos anos. (Para eles, claro) .
sexta-feira
No Perequê colocaram 1 e o vereador Jaiminho reclamou.
Só na (orla) Praia de Pitangueiras plantaram mais de 15 e ninguém viu...ninguém fala nada!!!
Comerciantes do Perequê reclamam e questionam a existência de alvará de funcionamento.
A falta de sensibilidade e até de inexperiência administrativa por parte de alguns secretários municipais, levou o vereador Jaime Ferreira de Lima, o Jaiminho (PP) a requerer da Prefeitura, informações sobre a presença de um quiosque de sorvete da marca Kibon, no calçadão da Praia do Perequê.
Proprietários de restaurantes estão reclamando e cobram mais eficiência da fiscalização municipal e questionam se o estabelecimento tem licença para funcionar no local.
Os comerciantes querem a frente de seus estabelecimentos livres de obstáculos, que impeçam seus clientes de apreciarem a visão da paisagem local – principal atrativo turístico para os restaurantes daquela região.
De acordo com Jaiminho, as primeiras reclamações se deram por conta de um poste de energia elétrica para o funcionamento do referido quiosque. O vereador afirma que as informações sobre o assunto foram passadas para a prefeita Maria Antonieta de Brito (PMDB) e para alguns de seus assessores municipais (secretários) verbalmente, ainda antecedendo a instalação. Um dos assesores teria dito ao vereador que a reclamação deve ser dirigida à Ouvidoria Municipal e que não caberia a ele (o vereador) receber as queixas. "Como resposta, eu disse a ele que o vereador é eleito para ser fiscal do povo e era esse o papel que eu estava fazendo", disse Jaiminho.
Ainda conforme o vereador, o quiosque só funciona nos fins de semana, quando o movimento de turistas é maior. O problema está levando os comerciantes a questionarem se o alvará para aquele estabelecimento existe ou se há mesmo falta ou pouca fiscalização do comércio naquele local.
Informações – No requerimento, dirigido à prefeita, Jaiminho quer saber se o proprietário requereu licença e alvará de funcionamento para se instalar no local; que medida a Prefeitura tomou a respeito da instalação do quiosque. Se houve autorização para a obra, já que se trata de uma instalação em via publica e, ainda, se há concessão de licença e expedição de alvará para exploração comercial para a área de calçadão daquela praia.
Do Jornal O Itapema









