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domingo

Vai ser preciso muito mais coragem para mudar os desmandos dos falsos ambulantes


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Não bastassem ser lojas de roupas circulando pelas calçadas e praias esses falsos ambulantes agora tomaram conta dos abrigos para turistas e colocaram suas "lojas" exclusivas na proteção do sol e da chuva.
Vai ser preciso além da coragem, VONTADE para mudar!!!

quarta-feira

SOS dicas...

A Constituição Brasileira diz que o governo e a sociedade devem dividir a responsabilidade pela preservação e conservação da natureza. Assim, para cumprir o seu papel, cada pessoa deve ter uma conduta responsável e consciente sobre possíveis impactos ambientais.

A população deve denunciar às autoridades competentes atividades ou práticas que ameacem o meio ambiente. Com essa ajuda, as denúncias podem chegar mais rapidamente aos órgãos responsáveis pela fiscalização, aumentando as chances de adoção das medidas necessárias para a resolução do problema. Quanto mais detalhadas as informações contidas na denúncia, mais rápida e eficiente será a atuação da fiscalização.

O Ibama é o órgão do Governo Federal responsável pela execução, controle e fiscalização ambiental. Também responde pela integridade das áreas de preservação permanentes e de reservas legais, além de promover o acesso e o uso sustentado dos recursos naturais e muitas outras ações voltadas à conservação do meio ambiente. As irregularidades podem ser denunciadas diretamente ao Ibama, por meio da Linha Verde, criada especialmente para esse fim.

Além disso, existem os Conselhos Municipais e Estaduais de meio ambiente que são espaços de participação local para definição de políticas públicas e de pressão para que os problemas relacionados ao meio ambiente possam ser monitorados e/ou resolvidos.

O Ministério Público do Estado ou Procuradorias também podem ser procurados para registrar denúncias. Uma matéria de jornal, um depoimento ou um dossiê sobre agressões ao meio ambiente são suficientes para que um procurador da Câmara de Meio Ambiente do Ministério abra um inquérito a ser enviado à Justiça.

segunda-feira

Manifestação dos Comerciantes do Guarujá


Manifestação dos Comerciantes‏

Edson Carbone
e-carbone.com.br
contato@choperiaboavida.com.br
201.68.236.220
Prezados
Congratulações pela iniciativa
Vim para esta cidade há 5anos, sou atualmente comerciante e voto neste município.
Ligado diretamente ao fio da meada…, penso que uma cidade turística litorãnea tem como prioridade óbvia suas praias, ou não se dispõe a ser turistica, pois é isto o que vem encontrar nossos bem vindos e dispostos clientes turistas.
É chocante ver a Enseada totalmente apagada ao anoitecer, sendo que pagamos uma boa quantia para cada um dos postes com super refletores e que desde que eu estou aqui, nunca funcionaram na totalidade. E há mais de 2 anos não funcionam e isto é na totalidade.
Eu cheguei a ser parabenizado por clientes, por ter instalado iluminação e contratado um segurança para ficar na frente da casa. CUSTO? …do comerciante.
Mais uma temporada chegando e milhares de banhistas usarão desesperadamente o mar como toilet…, sendo que temos obras de sanitários pela orla e que estão paradas há mais de 1 ano – Obra que poderia ser finalizada em uma semana.
Gente! Obrigado pelo espaço e que eu tenha podido colaborar para evoluir este uso da democracia.
Como diz um amigo meu: “TURISMO É COISA SÉRIA”
Carbone

domingo

Guarujá comércio ilegal...foto domingo 10:15 hs

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Cada povo tem o governo que merece... 
Guarujá desceu do patamar de Estância Balneária elegante para fim de feira de ambulantes.
Paraguai da baixada tudo sem qualidade.Roupas,comidas,qualidade de vida.
Em Guarujá temos o maior número de favelados da baixada. 
O Governo social acha que repartir a renda é nivelar por baixo.
Os maiores culpados são os próprios comerciantes que não defendem seus direitos e ficam reclamando pelas esquinas.

Dizem que o brasileiro adora praia. Eu acho que detesta. Ninguém trata tão mal algo que adora.




Revista Época

RUTH DE AQUINO

é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro

raquino@edglobo.com.br






sábado

O coco-verde, vilão do verão?


RUTH DE AQUINO

Revista Época
RUTH DE AQUINO
é diretora da sucursal de ÉPOCA no Rio de Janeiro
raquino@edglobo.com.br


O verão elege musas e vilões. Às vezes injustamente. Na semana passada, no Rio de Janeiro, os barraqueiros receberam uma ordem: será ilegal vender coco na areia a partir de dezembro. Quase 60% do lixo recolhido nas praias são cocos-verdes – 20 mil cocos por dia. Cada um pesa em média 1 quilo. O “Comitê Gestor da Orla” informou que o coco é o maior detrito, o maior poluidor das praias. Coitado do coco. O maior poluidor das praias é o brasileiro, um povo sem a menor educação ambiental.

Todos se indignaram com a prefeitura, que estaria violando a tradição carioca de beber água geladinha de coco à beira-mar. A tradição, tanto nas praias quanto nos parques, em todos os Estados, é espalhar imundície por onde se anda. No Rio, a mesma multidão que quer se refrescar com coco junto ao mar deixa nas areias, aos domingos, até 180 toneladas de lixo.

É tudo o que se pode imaginar. Garrafas, latas, saquinhos plásticos, palito de churrasco, fralda descartável, luvas (para passar água oxigenada nos pelos do corpo!) e muito mais. A casca do coco leva dez anos para se decompor na natureza. Os sacos e copos de plástico, de 200 a 450 anos.

Acho admirável o desempenho da Comlurb, companhia municipal de limpeza urbana no Rio. Como é árduo o trabalho dos garis para tornar invisível a sujeirada que todos – madames, celebridades, atletas, favelados, jovens e velhos – largam para trás! Quem caminha muito cedo na praia, antes da chegada dos garis, vê a areia coalhada de detritos. É vergonhoso.

A proibição da venda de cocos na areia (prestem atenção, é só na areia, porque os quiosques no calçadão poderão vender) foi destaque em colunas, reportagens e sites. Pouco se falou sobre o resto do choque de ordem praieiro. Camarão no espeto e queijo coalho na brasa não poderão ser vendidos na areia. Botijão de gás, churrasqueira, aparelhos elétricos ou de som e recipientes de vidro estão entre os barrados da praia. Só o coco despertou protestos.
Dizem que o brasileiro adora praia. Eu acho que detesta.
Ninguém trata tão mal algo que adora

Acho inacreditável alguém se atrever a dizer que deixa lixo na praia porque não há contêineres suficientes na areia ou no calçadão. Em primeiro lugar, há. É só andar alguns metros. Um coco é pesado para levar até o calçadão? Dá preguiça? Imaginem 20 mil cocos diariamente. Junto com os cocos, as famílias – mesmo as educadas em colégios de elite – também abandonam os canudos de plástico. Por que, em países civilizados, os usuários levam saquinhos para as praias (especialmente as desertas, sem contêineres)? Para tomar conta de seu próprio lixo.

Aconteceu uma cena insólita recentemente no Rio. Uma motorista jogou lixo pela janela do carro e uma pedestre arremessou o lixo de volta para dentro do carro, gritando: “Este lixo é seu!”. Foi aplaudida. Existe um despertar de consciência. Mas ainda é uma minoria. Mesmo alguns dos que aplaudem a militante talvez sujem a praia. Sem perceber que é a mesma falta de civilidade.

Eu gostei da medida da prefeitura. Por ter despertado um debate. Não por achar que vai mudar alguma coisa. Por si só, é uma medida inócua, que apenas reduz o trabalho braçal dos garis. Às vezes penso numa medida mais radical. Parar de limpar por uns dois dias a praia. Só para a gente se olhar no espelho turvo. Claro que vão culpar a prefeitura: “Pô, ninguém limpa isso?”. Alguém uma hora vai dizer: “E quem sujou isso?”. Fomos nós.

Sem educação ambiental no currículo das escolas desde o primeiro ano, nossas crianças repetirão os vícios dos pais. Com campanhas maciças do governo pela televisão, quem sabe nossos filhos nos repreenderão quando cometermos crimes contra o meio ambiente?

Não sei se nossos sujismundos são os mesmos cidadãos preocupados com o aquecimento global, com a poluição, com os bueiros entupidos que provocam enchentes. Não sei se são os mesmos cidadãos preocupados com o fim das geleiras, com o desmatamento da Amazônia, com as metas que o Brasil vai apresentar em Copenhague no início de dezembro.

Dizem que o brasileiro adora praia. Eu acho que detesta. Ninguém trata tão mal algo que adora.

Guarujá cidade de ambulantes ricos e comerciantes pobres.Foto de 20/11/2009

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A interpretação, que os secretário Dario Gama dá para essas lojas de roupas que é de que são ambulantes.
Grande parte dos comerciantes de roupas da Praia de Pitangueiras no Guarujá não pode contar com o mesmo beneplácito dos que circulam nas praias e calçadas do Guarujá.
A alegação do Secretário, no programa do Tuca Jr. TV Guarujá é de que esses indivíduos pagam impostos
Até onde eu sei, essa atividade de venda de roupas na praia é ilegal e proibida pelo Código de Posturas e
não pode ser confundida com artigos de praia.
Artigos de praia são cadeiras, esteiras,brinquedos para crianças. Óculos, maiôs,biquinis,cangas e saídas de banho são roupas.
A tentativa do Secretário de legalizar esses comerciantes ilegais esbarra em outras leis.
Documentos fiscais, Notas Fiscais, composição das fibras usadas nos tecidos, CNPJ do fabricante e outras, são ignoradas em detrimento do Código do Consumidor.
O Secretário alega que Guarujá tem cerca de 1250 ambulantes. A licença de ambulante custa  cerca de R$800,00 por ano que deve ser paga em até 8 vezes.
Em informações anteriores os órgãos competentes informaram que a inadimplência de ambulantes e quiosques chega a mais de 80% dessas taxas, o que quer dizer que poucos pagam a mixaria para predar o comércio legal do Guarujá.
A Associação Comercial do Guarujá ensaia algumas vezes uma tímida justificativa para com seus associados enviando Ofícios à Prefeita.
Isso é muito pouco e menos do que precisam seus associados que pagam de mensalidade R$45,00 por mês.
Ações junto ao Ministério Público e junto á Imprensa  é o mínimo que toda a diretoria deve encabeçar. Não só o Presidente. Toda a diretoria! Fica bem fácil para os demais diretores concordarem, ou não, com possíveis ações do Presidente, sem colocar sua assinatura nas reclamações.
Quer nos parecer que o Presidente está manietado e não quer ser responsabilizado por desentendimentos com a Administração.
Não é de hoje que dirigentes da Associação Comercial se utilizam do cargo para conseguir benesses junto á Administração.

sexta-feira

Tudo pelo social

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De:
Celso
Enviada:
sexta-feira, 20 de novembro de 2009 20:39:19
Para:
falecomodono@hotmail.com

 TUDO PELO SOCIAL

A atual administração está ampliando a rede de albergues em nossa cidade, com direito
a banheiros públicos (Rua Petrópolis, antigo prédio da telefônica),e até salas de bate papo, como mostra estas fotos que seguem em anexo.
Este é apenas mais um exemplo entre tantos de como a prefeitura vem cuidando do
social. 
Como já é do conhecimento de todos nós, este local ( Rua Petrópolis esquina com Mário Ribeiro),é muito usado por estes desocupados, Graças a DEUS que a Policia Militar comandada pelo Sr. Walter vem fazendo um trabalho muito bom retirando estes indivíduos, más não é suficiente, pois eles acabam voltando, se houvesse uma participação mais enérgica por parte da atual administração, esta vergonha acabaria.
Gostaria muito que a nossa cidade fosse melhor tratada por nossos administradores, que se acham donos dela, como se a população tanto os mais necessitados como os que pagam impostos altíssimos não tivessem nenhum direito a exigir por melhores condições de vida.

Guarujá é a cidade dos "esquemas"

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GELO (*****) tem certamente um "esquema" para colocar suas geladeiras nas bancas de jornais e até mesmo nas vias públicas. 
Não temos medo de afirmar que é um "esquema" ilegal que só permanece  através de várias administrações com o concurso de muitas autoridades em diversos níveis, o que configura a formação de quadrilha,concurso de crimes que apurados, certamente levariam os culpados para onde é o lugar deles.
Falta de tudo no Guarujá menos "esquemas"!

terça-feira

OS AMBULANTES EMPRESÁRIOS QUE NÃO CUMPREM AS LEIS


OS AMBULANTES-EMPRESÁRIOS‏
De:INCONFIDENTES (inconfidentesum@gmail.com)


Para:karina_monson@hotmail.com

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
QUEREMOS VER AS CARTEIRAS ASSINADAS...
PRINCIPALMENTE DOS MENORES DE IDADE!!!


Grupo protesta no Paço de Guarujá contra limite de guarda-sol e cadeiras

Fonte: TV Tribuna



Um grupo de ambulantes se reuniu nesta segunda-feira em frente ao Paço Municipal de Guarujá para protestar contra o decreto municipal que limita o uso de guarda-sol e cadeiras nas praias da cidade.

"A Prefeitura quer que a gente trabalhe com quatro guarda-sóis e 16 cadeiras, mas não tem como,pois trabalho com cinco funcionários. Eles vão perder o emprego", afirmou a ambulante Simone Lima.

"O pessoal desce de São Paulo com o carro cheio de gente, como vão trazer guarda-sóis? Todo mundo elogia a gente por esse trabalho", frisou o ambulante Roberto de Brito.

O decreto municipal de 2002 estipula o limite máximo de quatro guarda-sóis e 16 cadeiras por cada carrinho de praia. Alguns ambulantes que descumpriram a determinação no último final de semana foram notificados pela prefeitura.

Nesta terça-feira haverá uma reunião para tentar se chegar a algum acordo entre as duas partes. "Vamos sentar com os líderes do movimento e tentar chegar a um denominador comum", disse o diretor de Ação Comunitária do Município, Hélio Ribeiro.

SERÁ QUE MENORES QUE TRABALHAM MAIS DE 10 HORAS POR DIA TEM SEUS DIREITOS TRABALHISTAS, CIVIS, CUMPRIDOS PELOS AMBULANTES-EMPRESÁRIOS?



ENVIADO POR INCONFIDENTES DO GUARUJÁ NO INCONFIDÊNCIA NO GUARUJÁ
VISITE NOSSAS COMUNIDADES, ORKUT E TWITER
NOSSO ENDEREÇO ALTERNATIVO INCONFIDÊNCIA NO GUARUJÁ
 

Hoje eles eram mais de 20 e afrontaram a Guarda Municipal. Amanhã junto com outros invasores da praia estarão fazendo manifestações

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Depois dos sem terra, sem teto chegamos aos sem praia.


Vagabundos alcoólatras, desajustados e doentes mentais ajuntam-se todos os dias na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca em frente à Rua Quintino Bocaiuva, num dos locais mais nobres da Praia das Pitangueiras. 


Alertamos centenas de vezes, postamos outras tantas, sempre dizendo que o lugar para discutir e resolver problemas sociais não pode ser na avenida da praia. 


Agora, como no caso dos carrinhos de praia, dos quiosques, dos ambulantes e dos quiosques de sorvete, os problemas se multiplicam. 


Desnecessário mais uma vez afirmar que ninguém é "coitado" nessa história. 
Desnecessário dizer que a continuar como se encontra, Guarujá jamais se prestará para cidade de veranistas, turistas, local para congressos e qualquer atividade que precise de organização e polícia.
É preciso usar da tolerância zero e limpar a área de toda sorte de malfeitores. 


A degradação das áreas nas cidades começa por isso que está se vendo no Guarujá e que a Administração não consegue resolver.