Faça do SOS Guarujá seu informativo a qualquer hora. Assuntos locais e de interesse geral.

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domingo

Esse e muitos outros "quiosques" da Enseada são montes de lixo usando área pública para fazer de tudo menos atender à finalidade para que foi criado.
Casa de show??? Funcionando com música ao vivo a partir das 21:00 horas!!!
Cadê a fiscalização? Cadê a polícia? Isso é uma vergonha!!!




ENTREVISTA DA PREFEITA MARIA ANTONIETA À BANDEIRANTES EM 21 DE JANEIRO DE 2.009

As perguntas feitas pelo ouvinte e colaborador da radio Bandeirantes, Sérgio César foram feitas com ajuda do Editor deste blog.
Sérgio César morou no Guarujá por muitos anos e hoje milita no radialismo jornalístico de diversos órgãos importantes de São Paulo e do Brasil.
Invariavelmente quando o asunto é Guarujá na mídia nacional Sérgio César intervém com propriedade porque conhece os problemas de Guarujá e como nós tem o intento de ajudar a resolver esses problemas.
www.sosguaruja.com agradece o radialista e o nomeia portavoz desse blog junto à Imprensa.

(TEMPORARIAMENTE INDISPONÍVEL POR PROBLEMAS TÉCNICOS)

Quem falou que pode ter botijão de gás em quiosque?

Essa foto foi tirada pelo editor do Blog





Sábado, 31 de Janeiro de 2009, 19:48

Botijão explode e quiosque pega fogo na Enseada

De A Tribuna On-line


A explosão de um botijão de gás em um quiosque na praia da Enseada, em Guarujá, causou susto e correria entre os banhistas que estavam no local na tarde deste sábado. Duas pessoas ficaram feridas.

O acidente começou às 13h30, quando o quiosque pegou fogo e as chamas se espalharam rapidamente pelo estabelecimento. Em seguida, ouviu-se uma explosão e quem estava perto precisou correr.

As chamas consumiram o quiosque em minutos em pouco antes, um dos botijões do local havia sido trocado.

O funcionário de uma empresa responsável pelo abastecimento de gás providenciou a troca do botijão e precisou se ausentar para buscar no carro uma peça para ajustar o novo botijão. Foi quando o gás começou a vazar e, quando ele retornou, se deu conta do vazamento. Logo em seguida, o incêndio começou.

Quando os bombeiros chegaram, o fogo há tinha tomado conta do quiosque. Segundo o sargento José Carlos Oliveira, coube aos bombeiros a extinção, resfriamento e rescaldo do incêndio.

Duas pessoas ficaram feridas: a cozinheira e o funcionário da empresa que havia trocado o botijão de gás.

A responsável pelo quiosque, Eugênia de Lima, disse que está preocupada com as vítimas. ‘’Vamos recomeçar do nada, contar com o apoio dos amigos e das pessoas que freqüentam aqui, porque é muito difícil’’.

A cozinheira que se feriu no incêndio sofreu queimaduras de 2° graue passou por atendimento médico, sendo liberada. Já o funcionário responsável pela troca do botijão de gás está sendo atendido na emergência do Hospital Santo Amaro. As informações são da TV Tribuna.

sábado

SE UMA IMAGEM VALESSE MIL PALAVRAS.

Foto da ocupação ilegal da calçada pelo Pão de Açucar. Lugar de pedestre é na rua?



SE UMA IMAGEM VALESSE MIL PALAVRAS...

Eu diria que já teríamos escrito um livro a respeito da falta de respeito com os munícipes do Guarujá.
Recebi poucas palavras nestes últimos trinta dias sobre as verdades publicadas em forma de imagens.
Nenhuma dos órgãos municipais, estaduais e federais responsáveis pelo bem estar dos cidadãos, mercê dos muitos direitos violados e de alguns crimes apontados nas fotos.
Da ocupação ilegal das praias pelos ambulantes, que colocam os guarda-sóis e cadeiras e cobram consumação, da ocupação ilegal da calçada e da rua Humberto Rebizzi na esquina com a rua Mário Ribeiro, onde o Pão de Açúcar mantém lixo, entulho e propriedade particular obstruindo a calçada, do vergonhoso depósito de seres humanos degradados na esquina da rua Quintino Bocaiúva com a Avenida Marechal Deodoro da Fonseca e de tantas outras imagens feias e tristes que temos mostrado no blog
www.sosguaruja.com, nenhuma palavra de nenhum órgão da prefeitura.
Ou ninguém viu e falou dessas imagens para as pessoas responsáveis pelas ações que deveriam ser deflagradas ou não merecemos explicação para essas ações ou publicações.
Nossa parte foi feita, escrevo nesse momento para cerca de duas mil pessoas que entraram no blog
www.sosguaruja.com auditadas pelo Analytcs do Google, só nos últimos trinta dias, ao qual vinculamos o blog com finalidade de demonstrar no momento oportuno a representatividade que tem.
Algumas pessoas se dizem surpresas com a derrota do ex prefeito e do grupo de pessoas com quem ele governou a cidade no último mandato.
Se eles houvessem percebido a realidade dos fatos, se houvessem analisado corretamente as informações que estavam no ar o resultado poderia ter sido outro.
Dizem mesmo que a vitória larga e fácil da prefeita foi fruto da repulsa do povo a alguns auxiliares do ex-prefeito. Muito mais do que propriamente da vontade de elegê-la. Na palavra do povo ela não ganhou, foi ele quem perdeu...
A falta de palavras e de ações que tivessem demonstrado algum resultado, qualquer resultado, não nos enfraquece.
Diferente dos demais veículos de comunicação a internet não vai para o lixo, para o arquivo ou cai rapidamente no esquecimento.
Com alguns cliques o leitor cidadão relembra rapidamente todos os fatos e imagens de um mês ou um ano.
Trinta dias se passaram do novo governo. Pouco tempo para muitos, muito pouco resultado para nós.

sexta-feira

RESPONSABILIDADE LEGAL PELO PAGAMENTO DO IPVA .


Comerciantes de veículos inescrupulosos lesam vendedores de autos que não transferiram a documentação imediatamente.
A responsabilidade pelo pagamento do IPVA (imposto sobre a propriedade dos veículos) é do proprietário do veículo.

Não é preciso que o vendedor tenha feito qualquer tipo de aviso ao Departamento de Trânsito para ter o direito de não ser cobrado.
Essa em síntese é a regra da legislação.

Pouco importam as discussões patrocinadas por advogados que têm opinião contrária, pelos funcionários públicos que são obrigados a cumprir o papel de cobradores de imposto e por donos de lojas de automóveis que tentam fugir da responsabilidade do pagamento do imposto, alegando que foram meros intermediários na venda.
Que se acautelem os munícipes do Guarujá com alguns comerciantes de veículos teimosos, cabeçudos e porque não dizer, mal intencionados.
Se você vendeu seu carro em alguma loja de autos aqui do Guarujá e está sendo cobrado do IPVA pode me procurar.

Mande um e-mail para falecomodono@hotmail.com

Estou fazendo uma lista dos prejudicados.
Para fazer a defesa da cobrança no Posto Fiscal orientamos sem cobrar ou indicamos um bom advogado.
Já a contumácia dessa prática, comprovada que será pela lista, vai servir para pedir a instauração, junto ao Ministério Público, de inquérito policial por estelionato.
Quanto à invasão de área pública não são muitos os cabeçudos mas as fotos já foram enviadas para o Ministério Público e serão publicadas brevemente aqui.
Tem um ditado que diz que quem bate esquece logo mas quem apanha não esquece nunca.

Tem comerciante cabeçudo bate faz tempo e certamente muita gente não esquece.

Guarujá tem a pior temporada dos últimos dez anos...

Essa imagem da Praia de Pitangueiras foi publicada no Jornal A Tribuna de Santos em 2008.









Guarujá tem a pior temporada dos últimos anos...
Não há estatísticas.
São as conjecturas de comerciantes que se reunem em pontos como o Restaurante Pérola do Atlântico na esquina das ruas Petrópolis com rua Mário Ribeiro na Praia de Pitangueiras.
Não há que se creditar o fracasso à atual administração da Prefeita Maria Antonieta.
Já não se pode dizer o mesmo da atuação da Associação Comercial do Guarujá que tem nos últimos dez anos apoiado toda a atuação dos diversos prefeitos que nada fizeram pelos comerciantes da cidade.
Falta transparência na Associação que ainda segundo esses comerciantes, vive de festas e de apoiar todos os atos da Administração.
Para alguns vale a piada de que nenhum Prefeito governa Guarujá sem o apoio da Associação Comercial.
MESMO QUE O PREFEITO NÃO PEÇA NEM QUEIRA ELES DÃO!!!!!
Falta representatividade nessa Associação que em dez anos não conseguiu aumentar o número de sócios, não cativa o interesse da maioria dos comerciantes e gerencia a Associação de acordo com seus interesses.
Há dez anos uma campanha conseguiu atrair o interesse da mídia e dos comerciantes com a frase:
Você é um comerciante ou um rato???
A polêmica mexeu com os brios dos comerciantes que esboçaram uma reação ao poder dos ambulantes e comerciantes ilegais.
Hoje, dentro da Associação Comercial existe um alto dirigente que apropriou-se de cerca de 500 metros quadrados da Praia de Pitangueiras com um restaurante que começou com um quiosque.
Você é um comerciante ou um rato? Eu acho que grande parte dois comerciantes do Guarujá são ratões comendo na mão das administrações que afinal prejudicaram a temporada e estão acabando com o comércio do Guarujá.
Certamente nos próximos dias, como ocorre em todo fim de temporada os dirigentes dessa Associação que tem menos de 500 associados vai vir aos jornais e dizer que foi uma das melhores temporadas dos últimos anos. (Para eles, claro) .

terça-feira

20 de janeiro de 2009 Praia de Pitangueiras-Guarujá


Veja as condições da água fornecida pela SABESP...

para Guarujá e baixada...
http://tvtribuna.globo.com/videos/default.asp?video=20908&dt=19/1/2009&key=&urlv=&idCat=1#Scene_1

20 de janeiro de 2009. Praia de Pitangueiras Guarujá

20 de janeirod e 2009 Praia de Pitangueiras Guarujá

segunda-feira

19 de janeiro de2.009

Essa é a visão de dentro do meu prédio!!!!




E esse é o detalhe!!!!


Ei pessoal vai um churrasquinho sem licença, sem higiene, sem nada a não ser vistas grossas ou ineficiência da fiscalização? Vai dizer o que? Isso é Pitangueiras!


Praia de Pitangueiras Guarujá

Os proprietários de imóveis no Guarujá têm menos fôrça do que os quiosqueiros ilegais. Eles podem colocar mesas, cadeiras, bares e restaurantes e os condomínios têm que manter seus funcionários e cadeiras como verdadeiros criminosos nas esquinas da Enseada...

Pode fazer depósito de gelo na rua? No lugar onde é proibido estacionar caninhões? Não pode!!!! Tem de remover!!!!










Faça como o José Octávio defenda sua posição no assunto e na defesa da cidade

JOSÉ OCTAVIO HOFFMANN

Engenheiro

ADMINISTRADOR DE EMPRESAS

Guarujá, 15 de janeiro de 2009

A QUEM INTERESSAR POSSA

"Guarujá - Pobre menina rica"

O que me move a despender o meu tempo redigindo este texto é a absoluta falta de reação das forças vivas do Guarujá à agressão perpetrada por um magistrado, numa pretensa proteção de direitos feridos na ocupação de nossa faixa de areia e, exclusivamente, na Praia das Astúrias, a mais isenta desse mal dentre todas.

Não me cabe discutir a competência jurídica do Juiz Federal Ronald de Carvalho Filho, já demonstrada, de forma de forma indiscutível, quando determinou em 26/01/2007, pela 22a. Vara Cível, que a ANAC fornecesse as informações sobre as condições das pistas do Aeroporto de Congonhas para pouso e decolagem, e interrompeu sua utilização por qualquer aeronave "até que a recuperação geométrica da pista principal fosse concluída", já antevendo uma possível conclusão trágica de uma história do conhecimento e lamentação de todos.

A sua reação, ao ver contrariada a sua vontade de, numa manhã do início de 2008, posicionar-se em nossa praia onde melhor lhe aprouvesse, é típica de quem teve o seu amor-próprio ferido e sua majestade contrariada, fazendo-me dele lembrar, nesse episódio, pelo comportamento de "um estranho no ninho".

A sua injusta indignação, então manifestada, decorre do fato de não estar ele imbuído do espírito que reina entre os freqüentadores dessa praia, que, em seu lugar, teriam procurado outro espaço disponível, o que sempre existe nas Astúrias.

Essa abundância de espaço é resultado de uma feliz conjugação de fatores - praia não central, muito próxima do maravilhoso e premiado Tombo e da tranqüila Guaiuba, ser acessível a um público proveniente de uma estreita faixa no continente imediato -, e que é desfrutado também pelos santistas que para aqui preferem se deslocar para não serem privados do mesmo prazer por terem todas as suas praias interditadas pela poluição gerada na barra de Santos.

Não existe, e nunca existiu, o alegado obstáculo ao livre acesso à praia pelos guarda-sóis de nossos condomínios.

Sou freqüentador do Guarujá desde a década de 50, proprietário desde 1965, e morador desde 2001. Neste lugar conheci a minha esposa em 1958, e meus filhos foram praticamente aqui criados, pois para cá vínhamos em todos os fins de semana e aqui permanecíamos durante todos os períodos de férias.

Por isso, falo com conhecimento de causa, e posso assegurar que jamais presenciei um incidente de praia por disputa de lugares. Desafio o MM. Juiz a apresentar, por meio dos registros de ocorrências policiais, que ocorra o contrário.

Existem excessos a serem combatidos, mas em outras praias, e é sabido que a forte concentração de mal uso dos espaços pelos condomínios ocorre nas Pitangueiras, e pelos quiosques na Enseada. Exemplo disso é a notícia publicada n'O Estado de S. Paulo de 24/12/2008, intitulada "Condomínios usam rádio para reserva rápida de lugar na praia", em que um montador de guarda-sóis do Condomínio Golden Tower, naquela praia, confessa que, antes das restrições impostas pela liminar, acordava às 4 horas para montar 70 guarda-sóis, todos os dias, fossem eles usados ou não.

A prática nas Astúrias, por não haver carência de espaço (ou excesso de freqüentadores), é a de instalar somente os guarda-sóis de quem vai descer à praia.

Tenho a mais absoluta certeza de que se fosse um dos 'mortais ' freqüentadores das Astúrias a acionar o Ministério Público de Santos para propor as medidas elencadas na Ação Civil Pública, e não um Juiz Federal, a queixa seria solenemente ignorada pelos seus representantes sediados em Santos, e conhecedores de nossa real situação. A propósito, o Juiz em pauta demonstrou também seu espírito corporativista, ao não citar a Colônia de Férias dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, cujos guarda-sóis, em muito maior número, e devidamente identificados, se confundem na areia com os da AFABESP (Banespa ou Santander), sua vizinha de praia e de terra.

Está sendo por ele ignorado um fato que, de tão relevante, não precisa ser lembrado aos amantes de praias a todo tempo: as praias têm, cada uma, sua própria personalidade!. Para os não iniciados, como ele, nesta prazerosa arte, faço uma descrição sucinta de como essas dádivas da natureza são diferentemente desfrutadas, mencionando, para isso, algumas delas:

- Guarujá: com os seus já famigerados guarda-sóis.

Quando meus filhos eram crianças, de 1960 a 1970, eram utilizadas

tendas ou barracas que, com o crescimento da cidade, se tornaram

inviáveis;

- Rio de Janeiro: o carioca vai à praia com uma toalha, raquete de frescobol, bola e

outros apetrechos usuais.

Faz, com o pé, um buraco na areia, em que assenta a sua toalha

ali se recosta, sem recorrer a qualquer outra mordomia;

- Maceió: não se vê nem uma coisa nem outra; os banhistas entram mar a dentro,

com água de baixa profundidade, até se encontrarem com barcos que

lhes trazem petiscos e bebidas, e ali permanecem o tempo todo;

- Santos: verifica-se uma resignação ao limitarem sua praia útil a uma faixa entre o

mar poluído e as enormes tendas fixas junto á avenida, ocupadas pelo

SESC, clubes e outras entidades, que procuram compensar, por todos

os meios, essa condição desestimulante.

Daí a grande movimentação que se verifica no magnífico calçadão que

se estende de São Vicente à Ponta da Praia.

Como já mencionado, a alternativa de se beneficiarem da qualidade das

praias do Guarujá, e em particular das Astúrias, é adotada por muitos.

Proponho, a quem se dispuser, um exercício de observação pessoal para identificação do tipo diferenciado de ocupação de outras praias mais conhecidas, como:

- Praia Grande;

- Ubatuba;

- Punta del Leste;

- Miami;

- Etc..

Na Europa, a maioria das praias, geralmente estreitas e rochosas, é entregue a hotéis, que as reservam aos seus hóspedes, proibindo o livre acesso ao espaço que é fisicamente restringido aos demais freqüentadores, a não ser por pagamento de uma taxa de ocupação.

A forma de ocupação das praias - e as nossas não são exceção - são o fruto de uma longa tradição, muitas vezes forjada na origem por um determinismo cultural, e é, por isso, respeitada por todos. É o caso do Guarujá e, em particular da Praia das Astúrias.

A nossa forma tradicional e organizada, com os guarda-sóis alinhados e identificados por condomínio, faz com que as nossas praias sejam um prolongamento dos apartamentos, cuja decisão de compra tem muito a ver com essa propiciada vivência continuada fora de suas quatro paredes. O relacionamento interpessoal assim proporcionado, de 4 a 5 horas por dia, não é desfrutado em São Paulo em uma semana. Seria interessante pesquisar quantos casamentos (além do meu), negócios, novas amizades e oportunidades de emprego tiveram essa tradição como fato gerador.

Agora me cabe referir-me ao dano que nos tem causado essa esdrúxula imposição de hábitos novos: no penúltimo fim de semana, de 02 a 05 de janeiro, início das férias escolares, pós-reveillon, presenciei, como síndico do meu condomínio - o Liberty, nas Astúrias - o desânimo dos nossos condôminos por terem que descer à praia, cada um ao seu tempo, e privarem-se da companhia próxima de amigos e parentes aqui proprietários, tendo que se acomodar no meio de estranhos que, em sua esmagadora maioria, se beneficiam dos guarda-sóis livremente dispostos pelos quiosqueiros. Estes são os grandes contemplados pela incompreensão de um Juiz que se precipitou, espero que pela primeira vez, ao não reconhecer uma tradição imemorável.

As fotos anexas, que comprovam este estado de coisas, mostram o mesmo espaço e na mesma época, em 2007 e 2009.

Não quero aqui ser o oráculo de uma nova emigração dos veranistas e moradores do Guarujá, tal como ocorreu quando foi concluída a Rodovia Piaçaguera - Guarujá, se persistir essa profanação de usos e costumes pretendida pela Ação Civil Pública. Senti o desencanto de nossa gente manifestada pela intenção de procurar outras plagas. Para que não fique a impressão de que cometo um exagero, meu filho mais velho adquiriu, no mesmo Liberty, no final de 2006, um apartamento, que está agora à venda por ter se transferido para o Jardim Acapulco.

Sou levado a supor que o MM. Juiz não tem o hábito (deveria ser o prazer!) de freqüentar o Guarujá, em particular as Astúrias, e que não tem qualquer laço afetivo com a cidade. Se assim não fosse, já teria aplicado o seu poder para reverter a indevida ocupação dos calçadões a beira-mar por estabelecimentos comerciais, sem autorização formal ou beneficiados por algum administrador inconsciente, que impedem o livre trânsito dos pedestres e poluem os cartões postais de que tanto nos orgulhávamos quando eram impolutos, como por exemplo o Tahiti, Avelino's, Barbirotto's e outros menores, como lojas fixas de camisetas e souvenirs.

A legislação municipal, que reflete as necessidades e os anseios de seu povo, jamais interferiu, sabiamente, na forma de utilização dos guarda-sóis: o Decreto Municipal No. 2.437 de 10/02/1978 proibiu a instalação de barracas e tendas de qualquer espécie, e a Lei Complementar No. 064 de 26/12/2002 acrescentou novos dispositivos à Lei Complementar de 24/12/1998, que instituiu O Código de Posturas do Município, continuou proibindo a instalação de barracas e tendas, mas não a de guarda-sóis e cadeiras de praia.

Ao final, penso que, por analogia, o MM. Juiz deveria determinar a abolição das reservas praticadas de forma diferenciada em todos os próprios municipais voltados à cultura e ao lazer, pois são, também, bens comuns. Dessa forma, e apenas para exemplificar, o acesso ao Estádio Municipal do Pacaembu e o Teatro Municipal deveria ser permitido de forma livre, e a escolha dos lugares se processaria pela ordem de chegada. No Teatro Municipal seriam extintos os ingressos a preços diferenciados para platéia, frisas camarotes e demais espaços. No Pacaembu acabar-se-ia com a distinção entre gerais, arquibancadas, sociais e, agora, os camarotes exclusivos (para as elites, entre as quais a dos magistrados).

No caso das praias do Guarujá, não sendo adotada essa proposta isonomia, o equivalente do ingresso é o IPTU diferenciado, aliás, o mais caro do Brasil, que tem maior valor para os condomínios a beira-mar, entre os quais os 27 citados por ele na denúncia.



Engo. José Octavio Hoffmann

johoffmann@uol.com.br

domingo

Esse pessoal trabalha...

Muitas vezes sob condições completamente desfavoráveis, apoiados pela Giauarda Municipal de Guarujá, que tem feito, diga-se de passagem e com louvor, tudo que póde para resolver os muitos problemas da Praia de Pitangueiras. Parabéns!!!


Veja uma operação no Rio de Janeiro

Operação retira ciclistas e ambulantes de área de lazer em Copacabana
Veja a postagem original
http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL960971-5606,00.html

Depósitos irregulares na areia e em carros também foram reprimidos.
Foram 12 veículos apreendidos, além de 70 sacos de gelo e 3 de coco.

Alícia Uchôa
Do G1, no Rio

Ambulantes regularizados foram orientados a trocar a área de lazer e a ciclovia pelas ruas (Foto: Alícia Uchôa) Lugar de ciclista é na ciclovia e de ambulantes, fora dela. Pode parecer óbvio, mas essas, entre outras medidas, surpreenderam boa parte das pessoas que utilizavam a área de lazer na orla de Copacabana na manhã deste domingo (18).

Com 45 agentes, a operação choque de ordem percorreu os seis quilômetros da Avenida Atlântica, recebendo denúncias, reclamações e elogios.

Ao todo, segundo a Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop), foram rebocados 12 veículos utilizados como depósito de mercadorias irregulares de camelôs e apreendidos 70 sacos de gelo, três de coco, uma carroça tipo burro-sem-rabo e um carrinho de mão.

“É tanto tempo com a letargia do poder público que as pessoas vão errando e vão ficando. Aos poucos elas vão se acostumando e entrando nos eixos para todo mundo poder curtir o seu lazer com melhor qualidade”, acredita o secretário especial de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, que acompanhou o trabalho dos servidores.

Moradores de rua foram abordados e retirados das areias
“Tem pai e mãe que vem com os filhos andar de bicicleta no lugar de pedestres, que é a pista fechada para área de lazer.
Tem idoso que acaba sendo atropelado aqui.
A prefeitura deveria organizar voluntários do próprio bairro para ajudar”, sugeriu ao secretário uma moradora de Copacabana.

Moradores de rua

Abordada por homens da operação, a população de rua foi chamada a mostrar documentos e alertada de que não poderia dormir nem ocupar locais públicos, mas niguém foi recolhido a abrigos.

“A prefeitura está buscando ampliar os abrigos e torná-los mais aprazíveis”, disse Bethlem.

Mesmo sem recolhê-los, já tem gente sentindo a diferença no bairro.

“A população de rua veio crescendo aqui em Copacabana como um enxame. Isso dá segurança para a gente andar na rua sem ter que ficar se preocupando com tudo”, pondera a aposentada Vera Lúcia Correa, de 55 anos.